Rito Moderno ou Francês, Rito de Fundação (Ampliação)

 Tradução José Filardo

Ir.’. Joaquim Villalta

  A falta original de distinção entre fato histórico e lenda incorporada aos primeiros documentos maçônicos permaneceu em vigor para muitos maçons, apesar da passagem dos séculos. Grande parte dessa “distorção” foi responsabilidade do próprio Anderson ao tentar “legitimar” a nova estrutura obediencial nas Constituições de 1723 com uma História da Maçonaria, que data desde Adão até essa data do início do século XVIII.

A Maçonaria, a nossa Maçonaria é uma ordem iniciática tradicional e simbólica que é apenas uma herdeira indireta daqueles construtores de catedrais. A Maçonaria contemporânea nasce no final do XVII e início do século XVIII em torno da Royal Society, em um país que emergia de guerras de religiões horríveis. Estes homens de ciência e ilustrados que não querem desistir de suas aspirações espirituais inspiram-se nos ritos e símbolos destes construtores de catedrais de quem não são herdeiros diretos, criando uma Maçonaria especulativa moderna com base em alguns mitos importados com esta finalidade. Seja como for, o que é inquestionável é como o suporte veicular era e deve ser simples e direto. A utilização simbólica e alegórica clara que deve finalmente mostrar uma mensagem próxima e simples. Um conteúdo que estimule no homem o seu potencial através da ortopraxia moral, apreciar sua liberdade bem como o uso dela; encontrar essa felicidade na busca autocrítica das respostas perenes compartilhadas com um sentimento de pertença e interação universal e despertar sua responsabilidade em relação a um conjunto – a humanidade – libertada de todos os tipos de imposição irracional ou avassaladora.

 

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Published in: on dezembro 19, 2015 at 9:55 am  Comments (6)  
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Os Nove Graus no Rito Moderno

Postado por a em http://oritomoderno.blogspot.com.br/

Muitas vezes ao conversar com amigos mais próximos e os mesmo descobrirem que sou maçom, querendo dar uma de entendidos, logo perguntam: “E você já é grau 33? Porque eu conheço fulano que é grau 33 da maçonaria” . Porém quando falamos de maçonaria não podemos generalizar o grau 33 para todos os Ritos praticados reconhecidos pelo GOB (Grande Oriente do Brasil – Potência Maçônica Regular mais antiga e reconhecida do Brasil) este é o caso do Rito Moderno, que é composto de 9 graus. Na realidade a forma mais correta é: 3 graus simbólicos e 5 ordens filosóficas.
 Para ilustrar a minha explicação utilizarei figuras dos paramentos retirada do site do Atelier Maçonico Triângulo da cidade de Balneário Camboriu – SC que você pode visitar clicando aqui.

Quando entramos na maçonaria somos chamados de APRENDIZ, este é o 1o Grau:

Após muito estudo e dedicação podemos ser elevados ao grau de COMPANHEIRO (O segundo Grau)

Por fim após muito mais trabalho e estudo temos a honra de ser exaltados a MESTRE MAÇOM (Este o Terceiro Grau)

Com isto atingimos os três graus simbólicos da Maçonaria – Estes três graus são os mesmo para todos os Ritos, e são os três graus geridos e orientados por rituais expedidos pelos Grandes Orientes.
A partir do 4o Grau os maçons do Rito Moderno operam geridos e orientados pelo Supremo Conselho do Rito Moderno, representado atualmente pelo Soberno Grande Inspetor Geral do Rito Moderno Ir:. José Maria Bonachi Batalla.
No Rito Moderno a expressão correta para os demais graus como mencionei são Ordens. Os maçons então Trabalham nos Sublimes Capítulos (da primeira a quarta ordem), no Grandes Conselhos (na quinta ordem – que tem jurisdição estadual) e no Supremo Conselho (tambem na quinta ordem – que tem jurisdição Nacional e Internacional no caso do Brasil que é considerado o Supremo Máter e divide com a França a presidência alternadamente de 3 em 3 anos).

A Primeira Ordem de Sabedoria (4o Grau), são os ELEITOS ou ELEITOS SECRETOS.

A Segunda Ordem de Sabedoria (5o Grau), são os ELEITOS ESCOCESES.

A Terceira Ordem de Sabedoria (6o Grau) são os CAVALEIROS DO ORIENTE E DA ESPADA.

A Quarta Ordem de Sabedoria (7o Grau) São os CAVALEIROS ROSA-CRUZ.

A Quinta Ordem de Sabedoria comporta 2 graus – O 8o Grau – CAVALEIRO DA ÁGUIA BRANCA E PRETA, CAVALEIRO KADOSH FILOSÓFICO, INSPETOR DO RITO.

E o 9o Grau – CAVALEIRO DA SAPIÊNCIA – GRANDE INSPETOR DO RITO.

 Estes 9 graus praticados no Rito Moderno, representam os mesmo estudos praticados em 33 graus de outros Ritos, sendo reconhecidos por outros Ritos através de tratados entre Supremos Conselhos. O Rito Moderno, que é fruto da Maçonaria Francesa, entende que o maçom deve ter a faculdade de pensar livremente, de trabalhar para o bem-estar social e econômico do cidadão, de defender os direitos do homem.

SABORES DE MAÇONARIA

Ir. J. Filardo, M. ‘. I.’.

 

A Escócia deu ao mundo mais do que bom uísque e música de gaitas de fole. Deu-nos a Maçonaria …

Já em 1250, a primeira Grande Loja de Franco Maçons foi criada em Köln, Alemanha. Mas estes eram os construtores, como empresas empregadas pela Igreja Católica e as cabeças coroadas da época.

Mas estamos, na verdade, falando sobre a instituição que hoje conhecemos como a Maçonaria.

Em última análise, tudo se resume a política e religião.

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ANAIS DO COLÉGIO INVISÍVEL-II

JOSCELYN GODWIN

Tradução: S.K.Jerez

IV

Pitágoras

Podemos duvidar que Pitágoras tinha uma coxa de ouro e que podia ouvir a música das esferas. Mas, contrariamente aos nossos temas anteriores – Hermes Trismegisto, Zoroastro e Orfeu – não podemos questionar sua existência. Nasceu no princípio do século sexto a. C. na ilha Egéia de Samos; passou anos no Egito e na Caldéia e a última parte de sua vida em Crotona, na costa sul da Itália. Ali tinha sua família e fundou uma escola de filosofia, morrendo em idade avançada.

Com a chegada de Pitágoras, aquilo que é místico e misterioso em Orfeu se aproxima mais da realidade concreta, e o Colégio Invisível começa a tomar forma. A lira de Orfeu, que encantava tudo, desde as pedras até os deuses, se converteu nas mãos de Pitágoras em um instrumento científico utilizado para atuar sobre as emoções humanas.

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A Letra G Maçônica, uma interpretação

Paul Foster Case

Tradução de S. K. Jerez

 

Introdução

Paul Foster Case (1884-1954), autor deste tratado, é conhecido por estudantes de ocultismo como uma proeminente autoridade de Tarot, Cabala, Alquimia e assuntos relacionados da Tradição Oculta Ocidental. Suas outras publicações, incluindo a Ordem Rosacruz Verdadeira e Invisível; Tarot, chave para a sabedoria dos tempos; O grande selo dos Estados Unidos, a linguagem mágica; O Livro de Tokens, testemunham a sua profunda visão e sua abordagem maravilhosamente compreensível para esses assuntos.

O presente trabalho deixa claro que seus conhecimentos incluiam um domínio profundo da tradição maçônica. Nele, ele desenvolve a ligação inconfundível que existe entre os graus e rituais maçônicos e a tradição cabalística. Mostra que a Maçonaria não pode ser plenamente apreciada ou compreendida sem o conhecimento da Árvore da Vida cabalística e sua visão sobre a verdadeira natureza do homem e do cosmos. Um dos notáveis conceitos que ele explora é a relação entre a geometria, na qual o edifício e o simbolismo arquitetônico da Maçonaria estão baseados, e a Gematria dos cabalistas, que é um sistema de correspondências numéricas para palavras e frases que revela os significados subjacentes aos números, medidas e proporções geométricas que ocorrem tanto no Antigo como no Novo Testamento.

As contribuições de Paul Case para os estudantes da espiritualidade vai além das obras mencionadas acima. Ele fundou a Builders of the Adytum[1], uma organização religiosa sem fins lucrativos, que divulga um sistema de formação espiritual com base em suas obras, sob a forma de lições graduais por correspondência. É um sistema que permite aos aspirantes sinceros dos dias de hoje receberem treinamentos que em épocas passadas estavam disponíveis apenas para os poucos que podiam entrar em uma escola de mistério e se retirar, pelo menos temporariamente, da sociedade e das preocupações do mundo exterior.

Um Mestre da Escola Oculta deu a Paul Case a incumbência de preservar, ampliar e atualizar a Sabedoria Antiga que existe desde o início do mundo. Sua notável contribuição é ter-nos deixado um sistema claro e gradual para desenvolvimento espiritual, que nos permite manter totalmente nossas relações e responsabilidades no mundo moderno, enquanto gradativamente nos revela uma visão sobre o que há de mais elevado.

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As Lojas Maçônicas: (Desafios e Entraves)

 

Contribuição do Ir.´. Marcos Piva M.´.I.´.

 

Durante muito tempo e até, pelo menos, as cinco primeiras décadas do século passado as Lojas Maçônicas no Brasil serviram como espaço de aglutinação de homens voltados para a discussão de problemas relativos ao desenvolvimento da sociedade onde conviviam. Em geral, as Lojas abrigavam em seu seio pessoas proeminentes da sociedade, que além do convívio salutar e fraternal, criavam uma enorme rede de contatos e facilitavam a troca de ideias e a absorção de novos conhecimentos.

As Lojas, através das suas Sessões semanais, na maioria das vezes, serviam como oportunidade de manter seus membros atualizados sobre o que estava acontecendo na comunidade, no país e no mundo. Temas de interesse histórico, político e filosófico sempre tiveram o maior enfoque nas Sessões Maçônicas.

O Maçom tinha então oportunidade de melhoria de sua profissão, da sua cultura em geral, do seu status, ganhando maior espaço e inserção na sociedade em que vivia.

No entanto, chegamos ao terceiro milênio com uma profusão estrondosa de tecnologia, velocidade e globalização da informação. Estamos vivendo uma época de grandes atrativos, pressa e utilitarismo. Um mundo cheio de atrações, como o cinema, a televisão, a internet, teatro, shows musicais, esportes e tantos outros. A velocidade como tudo se processa, faz com que todos hoje tenham pressa para tudo. Vivemos como se não houvesse mais tempo a perder. Segundo o filósofo Mario Sergio Cortella “uma norma principal ganha corpo: é bom tudo o que for útil, é adequado tudo o que for lucrativo, é moralmente confortável tudo o que for vantajoso”.

Podemos afirmar que essa norma não impera em nosso meio? O grande desafio que temos hoje, particularmente em nosso País, dentre outros, é o de fazer com que nossas Lojas Simbólicas voltem a ser verdadeiras escolas de conhecimento e formação, com Sessões atrativas, discutindo temas de interesse nacionais e internacionais, despertando em seus membros o interesse na participação intramuros e intramuros e diminuindo o percentual de evasão maçônica.

Por outro lado, a maioria das Lojas tem sido administrada, até aqui, de uma maneira geral, de forma empírica, sem o mínimo senso de administração, sem observância de critérios técnicos e com ênfase no improviso. Não se vê propriamente a aplicação de um planejamento administrativo. Urge, portanto, adequar a nossa estrutura organizacional às modernas técnicas e recursos de administração, inclusive, com a utilização de mais recursos tecnológicos e enfoque em conhecimentos de liderança.

A falta de estudos é o que mais prejudica as Lojas, impede seu crescimento qualitativo e muito contribui para a evasão maçônica. Estas perdem muito tempo com assuntos administrativos, quando esses assuntos deveriam passar antes pela respectiva Comissão, sendo devidamente enxugados. Esta é uma forma para que possa sobrar mais tempo destinado aos estudos em Loja. No entanto, o que leva à evasão maçônica não é apenas a falta de estudos, mas também uma seleção precipitada e corrida com vistas à iniciação de candidatos. Há que se aprimorar a indicação, seleção e admissão de candidatos à Ordem.

É prejudicial às Lojas, também, a ênfase dada pela maioria das administrações às pompas e circunstâncias inerentes às Sessões Magnas, em detrimento das atividades imprescindíveis à formação e aperfeiçoamento dos Irmãos.

Por último, é importante que seja desenvolvido um sistema de capacitação dos cargos em Loja, especialmente os que compõem a administração, evitando-se que estes sejam assumidos por Irmãos, quando muito, providos apenas de conhecimentos empíricos.

 

Postado pela Loja de Estudos e Pesquisas Maçônicas Sabedoria Triunfante nº 406.

As Quatro Borlas

Tradução: S.K.Jerez

As Quatro Borlas pendentes nos cantos da loja são símbolos operativos importantes raramente explicados adequadamente na maçonaria especulativa.

Um antigo símbolo operativo

Os Quatro Borlas, que são mencionadas perto do final da instrução sobre o painel do primeiro grau em vários rituais, são ornamentos importantes do loja. Eles são de grande antiguidade e seu simbolismo merece mais explicações. Na verdade, o simbolismo das Quatro Borlas, que tem suas origens na maçonaria operativa, é de grande importância e sua omissão de muitos rituais, ou apenas uma breve referência a ele em outros rituais, é surpreendente. Em épocas anteriores, freqüentemente eram dadas explicações sobre a origem e o significado simbólico profundo dos Quatro Borlas, mas hoje em dia elas são mencionadas tão raramente que muitos maçons, se não a maioria, não têm conhecimento de seu significado.

 

 

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Por que a Maçonaria nada faz?

Por José Filardo, Mestre Maçom

Invariavelmente, um irmão pede a palavra durante a sessão para dizer que as coisas estão indo cada vez pior e que “alguém precisa fazer alguma coisa”, implicando que a maçonaria precisa fazer alguma coisa. Essa manifestação, contudo, revela o desconhecimento dos irmãos sobre a instituição a que pertencemos, a Maçonaria.

Seu nascimento, em 1717, respondeu a uma necessidade de fundo político, é verdade, mas não havia proposta de intervenção direta na sociedade.

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«Qual é a origem do lema Liberdade – Igualdade – Fraternidade ?»

PERGUNTA: «Qual é a origem do lema Liberdade – Igualdade – Fraternidade ?»

Tradução José Filardo

A Maçonaria teve, historicamente, por lema Liberdade, Igualdade, Fraternidade Esta mentira … deve ser “contraditada” de uma vez por todas. Não! Maçonaria francesa, bem entendido, não impôs esse lema; ela pediu emprestado à República. Vamos explicar os detalhes.

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SIMBOLOGIA MAÇÔNICA

O TRIÂNGULO DE SABEDORIA

Tradução José Filardo

O tema genérico do triângulo já foi tratado em profundidade por muitos autores que agregaram elementos históricos, geométricos, de arquitetura e esotéricos. Às vezes, esse triângulo tem uma função ocultas ou secretas e diante das muitas perguntas sobre os detalhes específicos dessas formas triangulares, é útil resumir sua presença nos símbolos que permeiam todos os Ritos “maçônicos” ou correntes exotéricas e ocultas referindo-se a outras “Vias Iniciáticas”… Esse lembrete, publicado sobre a evolução do triângulo não pretende ser exaustivo, pelo contrário, é simplesmente um olhar sobre algumas maneiras de abordar o “Triângulo” para que ele seja ativo…

DO PONTO AO TRIÂNGULO

Nesse local: “Você pode ver ali a construção do Triângulo de nossa Sabedoria antiga! Muitas longas tarefas esperam por você para fazer nascer a luz em você, a luz que você está procurando!…”

Tendo recebido esse símbolo nos primeiros momentos da cerimônia de Iniciação, o questionamento é particularmente mais vivo em descobrir que essa forma representa a figura geométrica primitiva sucedendo ao ponto isolado e uma linha reta traçada; as duas primeiras expressões desenhadas sobre uma superfície plana. Assim, esse triângulo tem suas origens nos primeiros estágios da humanidade e se torna rapidamente a base de vários traçados, planos, principalmente transpostos para edifícios que foram projetados pelos construtores dessas civilizações distantes. Já na Mesopotâmia desenhos de triângulos são visíveis sobre cerâmica perto de 7.000 anos a.C. Em seguida, os sumérios usaram com frequência triângulos que faziam parte de seus costumes.

O auge da devoção aos triângulos floresceu no Egito, onde representa praticamente a seção vertical da construção das pirâmides, assim como de suas faces. Esse traçado é então elevado ao grau de divindade e sua forma responde a dimensões precisa. A importância desse símbolo contribuiu para carregar significados divinos até lhe impor o valor de “criação do mundo.”

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