Sir Christopher Wren, Arquiteto e Maçom

Tradução J. Filardo

de René Desagulier e Harold DORN & Robert MARK

Sir Christopher Wren

Se Isaac Newton é, sem dúvida, o mais famoso cientista da junção dos séculos XVII e XVIII, há um outro menos conhecido entre nós, mas que, no entanto, teve a honra de dois artigos na revista Renaissance tradicional, ele é Sir Christopher Wren.

Quem foi esse homem que o próprio Newton descrevia como “o maior geômetra do nosso tempo” e que Robert Hooke [i] colocava no mesmo nível de Arquimedes? Cientista de um lado, dissemos, pois era professor de astronomia e presidente da Royal Society [ii] e e geômetra, por outro, pois Arquiteto, e até mesmo: Arquiteto Geral da Inglaterra nomeado por Charles II. Ele faz parte dessa categoria de cientistas da segunda metade do século XVII que pensavam que a mecânica influenciava a arquitetura, e aos quais eram confiados grandes projetos que exigiam importante estrutura mecânica, uma lista onde encontramos entre outros Guarino Guarini [iii] na Itália, Claude Perrault [iv] na França e, é claro, Hooke, na Inglaterra.

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O GADU na Tradição Maçônica Francesa: Dificuldades e Incompreensões Históricas

Tradução José Filardo

Palestra proferida pelo Ir.’. Roger Dachez à The Cornerstone Society Northern Conference

Antes de mais nada, quero agradecer pelo convite especial para participar nesta reunião da Cornerstone Society, como um estudioso da maçonaria, pois parece que eu sou considerado assim com certa indulgência por algumas pessoas – e, então, como um estudioso de Maçonaria, conheço o interesse pelo trabalho dessa Sociedade.

E honestamente eu me sinto muito honrado por estar aqui hoje.

Vinte anos atrás, quando fui apresentado à pesquisa Maçônica por meu professor e Irmão René Guilly – um estudioso altamente respeitado sob o pseudônimo “Rene Desaguliers “- que me disse que sendo britânica a origem da maçonaria, não se podia entender algo sobre a Arte Real sem conhecimento suficiente da história e da cultura britânicas e também do caráter britânico – algo muito estranho para um francês!

Não me foi muito difícil aceitar este pré-requisito, porque minha avó sendo normanda, já muito pequeno estava convencido de que os meus antepassados ​​tinham tomado parte na batalha de Hastings!

Agora, falando sério:

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Published in: on junho 3, 2017 at 4:35 pm  Comments (2)  
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