O Rito Escocês Antigo e brasonado …

Tradução José Filardo

por Pierre Mollier

Brasão do grau de “Príncipe do Tabernáculo,” grau 24 do REAA, por Jean-Nicolas Bouilly, 1837 al. SC-GCREAA-GODF PM Foto P.M.

Da Idade Média até o século XIX, a heráldica – a “ciência das armas” – é um forte ramo da iconografia europeia. Além disso, ela não está alheia à questão do símbolo. Portanto, não é surpreendente encontrá-la muito presente na história da Maçonaria. No século XVIII, as lojas tomam as armas como emblemas distintivos e certos sistemas maçônicos, por exemplo, o Rito Escocês Retificado, dotam os titulares dos seus altos graus com brasões. No século XIX, o romantismo e seu gosto “trovador” suscitam a criação de uma heráldica maçônica neo-gótica das mais surpreendentes.

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História da criação do RITO BRASILEIRO

Irm Hercule Spoladore *

Fala-se que o Rito Brasileiro teria tido uma origem aparentemente romântica em Pernambuco, quando comerciante e maçom José Firmo Xavier, pertencente à Grande Loja Provincial de Pernambuco provavelmente pertencente ao Grande Oriente do Passeio, no século XVIII segundo alguns autores em 1878 e segundo outros em data muito anterior ou seja, mais ou menos em 1848, o qual com um contingente além dele e mais 837 maçons, elaboraram uma Constituição Especial do Rito Brasileiro, colocando o mesmo sob a tutela de D. Pedro II e do Papa. Existem depositados na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, dois documentos que pertenceram a D. Pedro II que nos dão informações sobre esta entidade e que tem o seguinte enunciado:

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Published in: on novembro 18, 2016 at 9:24 am  Comments (2)  
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O Real Segredo na América antes de 1801

por Brent Morris, 33°, Grã-Cruz
Tradução: S.K.Jerez

Trinta e um de maio de 1801 é a data mais significativa na história dos altos graus da Maçonaria nos Estados Unidos. Naquele dia, o Supremo Conselho Mãe do Mundo foi aberto por John Mitchell e Frederick Dalcho em Charleston, Carolina do Sul, e no decorrer do ano “todo o número de Grandes Inspetores Gerais foi completado agradavelmente com as Grandes Constituições”. Por este ato, a Ordem do Real Segredo, de vinte e cinco graus (muitas vezes chamado de Rito de Perfeição) foi transformada no Rito Escocês Antigo e Aceito, de trinta e três graus.

Antes da criação do Supremo Conselho Mãe, os altos graus foram espalhados por meio de um sistema inconsistente de inspetores, cada um dos quais poderia nomear também um número ilimitado de inspetores, com autoridade ilimitada. Os registros são escassos, mas dois inspetores parecem ter vindo trabalhar no hemisfério ocidental antes de 1761: “Lamolere de Feuillas, feito adjunto antes de 1750, na França, e Bertrand Berthomieu, feito adjunto por Feuillas, em 1753, nas Índias Ocidentais.” Não se sabe se Feuillas ou Berthomieu nomearam novos inspetores.

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Published in: on outubro 8, 2016 at 9:38 am  Deixe um comentário  
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Egrégora – Visão Esotérica (Resposta ao autor do “falso culto”)

 Alfredo Roberto Netto M.'. M.'.

A palavra Egrégora: Esta palavra traz em seu bojo uma peculiar representação plenamente compreendida e assimilada por diferentes linhas esotéricas e/ou espiritualista, inclusive pela Maç.’.

Observa-se, no entanto, alguns IIr\ a questionar a origem desta nomina, refutando sua existência apenas por não a encontrarem nos dicionários de referência da língua portuguesa.

Motivados pela celeuma, optamos por pesquisa mais acurada trazendo para a prancha o resultado deste estudo.

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Published in: on novembro 7, 2015 at 8:44 am  Comments (4)  
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Uma Breve História dos Rituais Maçônicos “egípcios” (1)

Tradução José Filardo

Por Roger Dachez

Os rituais dos graus egípcios têm diferentes fontes, de modo que poderiam ser os conhecimentos de múltiplos fundadores ou refundadores da própria maçonaria egípcia. Sua aparição tardia porém obrigou os autores a incluir, incorporar e reconhecer os numerosos graus que a tradição maçônica já havia produzido durante todo o século XVIII, para lhes adicionar novos, causando um aumento piramidal inexorável até alturas vertiginosas de 90 ou 95 graus.

  1. Os textos fundadores

Se nos ativermos aos três primeiros graus, dois textos são referência: um manuscrito de 1820 para o Rito de Mizraim [1] e o ritual publicado por Marconis de Nègre em Paris em 1839, no O Hierofante, desenvolvimento completo dos mistérios maçônicos para o Rito de Memphis.

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SABORES DE MAÇONARIA

Ir. J. Filardo, M. ‘. I.’.

 

A Escócia deu ao mundo mais do que bom uísque e música de gaitas de fole. Deu-nos a Maçonaria …

Já em 1250, a primeira Grande Loja de Franco Maçons foi criada em Köln, Alemanha. Mas estes eram os construtores, como empresas empregadas pela Igreja Católica e as cabeças coroadas da época.

Mas estamos, na verdade, falando sobre a instituição que hoje conhecemos como a Maçonaria.

Em última análise, tudo se resume a política e religião.

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A Letra G Maçônica, uma interpretação

Paul Foster Case

Tradução de S. K. Jerez

 

Introdução

Paul Foster Case (1884-1954), autor deste tratado, é conhecido por estudantes de ocultismo como uma proeminente autoridade de Tarot, Cabala, Alquimia e assuntos relacionados da Tradição Oculta Ocidental. Suas outras publicações, incluindo a Ordem Rosacruz Verdadeira e Invisível; Tarot, chave para a sabedoria dos tempos; O grande selo dos Estados Unidos, a linguagem mágica; O Livro de Tokens, testemunham a sua profunda visão e sua abordagem maravilhosamente compreensível para esses assuntos.

O presente trabalho deixa claro que seus conhecimentos incluiam um domínio profundo da tradição maçônica. Nele, ele desenvolve a ligação inconfundível que existe entre os graus e rituais maçônicos e a tradição cabalística. Mostra que a Maçonaria não pode ser plenamente apreciada ou compreendida sem o conhecimento da Árvore da Vida cabalística e sua visão sobre a verdadeira natureza do homem e do cosmos. Um dos notáveis conceitos que ele explora é a relação entre a geometria, na qual o edifício e o simbolismo arquitetônico da Maçonaria estão baseados, e a Gematria dos cabalistas, que é um sistema de correspondências numéricas para palavras e frases que revela os significados subjacentes aos números, medidas e proporções geométricas que ocorrem tanto no Antigo como no Novo Testamento.

As contribuições de Paul Case para os estudantes da espiritualidade vai além das obras mencionadas acima. Ele fundou a Builders of the Adytum[1], uma organização religiosa sem fins lucrativos, que divulga um sistema de formação espiritual com base em suas obras, sob a forma de lições graduais por correspondência. É um sistema que permite aos aspirantes sinceros dos dias de hoje receberem treinamentos que em épocas passadas estavam disponíveis apenas para os poucos que podiam entrar em uma escola de mistério e se retirar, pelo menos temporariamente, da sociedade e das preocupações do mundo exterior.

Um Mestre da Escola Oculta deu a Paul Case a incumbência de preservar, ampliar e atualizar a Sabedoria Antiga que existe desde o início do mundo. Sua notável contribuição é ter-nos deixado um sistema claro e gradual para desenvolvimento espiritual, que nos permite manter totalmente nossas relações e responsabilidades no mundo moderno, enquanto gradativamente nos revela uma visão sobre o que há de mais elevado.

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As Quatro Borlas

Tradução: S.K.Jerez

As Quatro Borlas pendentes nos cantos da loja são símbolos operativos importantes raramente explicados adequadamente na maçonaria especulativa.

Um antigo símbolo operativo

Os Quatro Borlas, que são mencionadas perto do final da instrução sobre o painel do primeiro grau em vários rituais, são ornamentos importantes do loja. Eles são de grande antiguidade e seu simbolismo merece mais explicações. Na verdade, o simbolismo das Quatro Borlas, que tem suas origens na maçonaria operativa, é de grande importância e sua omissão de muitos rituais, ou apenas uma breve referência a ele em outros rituais, é surpreendente. Em épocas anteriores, freqüentemente eram dadas explicações sobre a origem e o significado simbólico profundo dos Quatro Borlas, mas hoje em dia elas são mencionadas tão raramente que muitos maçons, se não a maioria, não têm conhecimento de seu significado.

 

 

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Por que a Maçonaria nada faz?

Por José Filardo, Mestre Maçom

Invariavelmente, um irmão pede a palavra durante a sessão para dizer que as coisas estão indo cada vez pior e que “alguém precisa fazer alguma coisa”, implicando que a maçonaria precisa fazer alguma coisa. Essa manifestação, contudo, revela o desconhecimento dos irmãos sobre a instituição a que pertencemos, a Maçonaria.

Seu nascimento, em 1717, respondeu a uma necessidade de fundo político, é verdade, mas não havia proposta de intervenção direta na sociedade.

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SIMBOLOGIA MAÇÔNICA

O TRIÂNGULO DE SABEDORIA

Tradução José Filardo

O tema genérico do triângulo já foi tratado em profundidade por muitos autores que agregaram elementos históricos, geométricos, de arquitetura e esotéricos. Às vezes, esse triângulo tem uma função ocultas ou secretas e diante das muitas perguntas sobre os detalhes específicos dessas formas triangulares, é útil resumir sua presença nos símbolos que permeiam todos os Ritos “maçônicos” ou correntes exotéricas e ocultas referindo-se a outras “Vias Iniciáticas”… Esse lembrete, publicado sobre a evolução do triângulo não pretende ser exaustivo, pelo contrário, é simplesmente um olhar sobre algumas maneiras de abordar o “Triângulo” para que ele seja ativo…

DO PONTO AO TRIÂNGULO

Nesse local: “Você pode ver ali a construção do Triângulo de nossa Sabedoria antiga! Muitas longas tarefas esperam por você para fazer nascer a luz em você, a luz que você está procurando!…”

Tendo recebido esse símbolo nos primeiros momentos da cerimônia de Iniciação, o questionamento é particularmente mais vivo em descobrir que essa forma representa a figura geométrica primitiva sucedendo ao ponto isolado e uma linha reta traçada; as duas primeiras expressões desenhadas sobre uma superfície plana. Assim, esse triângulo tem suas origens nos primeiros estágios da humanidade e se torna rapidamente a base de vários traçados, planos, principalmente transpostos para edifícios que foram projetados pelos construtores dessas civilizações distantes. Já na Mesopotâmia desenhos de triângulos são visíveis sobre cerâmica perto de 7.000 anos a.C. Em seguida, os sumérios usaram com frequência triângulos que faziam parte de seus costumes.

O auge da devoção aos triângulos floresceu no Egito, onde representa praticamente a seção vertical da construção das pirâmides, assim como de suas faces. Esse traçado é então elevado ao grau de divindade e sua forma responde a dimensões precisa. A importância desse símbolo contribuiu para carregar significados divinos até lhe impor o valor de “criação do mundo.”

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