Jesuítas Bretões na fonte da Maçonaria Francesa?

Tradução José Filardo
por Francis Moray

Um dos “quadros de missão” jesuítas usados no final do século XVII – Antes do advento da Maçonaria Moderna

Jesuíta! Maçom! Dois termos raramente associados – exceto pelos adeptos das fantasias de teoria da conspiração ou um Umberto Eco no Cemitério de Praga. Duas palavras raramente associadas, certamente, mas a quantidade de elementos que sugerem que seria preciso – e até provável – desenterrar a questão das ligações – reais ou imaginárias – entre a Maçonaria e Companhia de Jesus.

Com frequência, nos recantos mais obscuros da Maçonaria – obscuros porque menos explorados – não é incomum ver a sombra dos jesuítas. Jesuítas que, antes de serem rebatizados com esse nome, chamavam-se entre si de “companheiros” …

Certamente, a eventualidade de conexões reais entre jesuítas e maçons seria suficiente para irritar ambos os lados, que em parte esse site de busca quase deixa abandonada e esta história ainda está largamente por escrever. Deste ponto de vista, o estudo particular do eventual impacto que puderam ter os missionários da Companhia na Grã-Bretanha, nos séculos XVII e XVIII sobre a futura maçonaria em gestação, principalmente sobre a metodologia dos painéis de loja que não deixa de ressoar com nosso assunto.

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Jesuítas e maçons – Os bastidores de um relacionamento conturbado

Tradução José Filardo

por John Moses Braitberg

A eleição em 2013 do cardeal jesuíta argentino Berdoglio e posições aparentemente “progressistas” que ele assumiu como Papa Francisco reavivaram o velho fantasma de uma conspiração maçônica dentro da igreja. Esquecem-se de que a mesma acusação de infiltração foi feita no passado pelos maçons contra os jesuítas. Se for para fazer, hoje, tábula rasa dessas acusações, a história mostra que as relações entre a Companhia de Jesus e a corrente espiritualista da Maçonaria estão imbuídas de um fascínio mútuo.

“Não seria uma surpresa descobrir que Francisco é maçom, pois suas crenças – que se manifestaram por suas obras e ações – são maçônicas.” Trata-se, entre outras coisas, de uma das acusações que os fanáticos americanos do Mosteiro da Sagrada Família (1) fazem contra o primeiro papa jesuíta na história da igreja. Na França, essas acusações são retransmitidas pelo site conspiracionista lelibrepenseur.org – infelizmente muito visitado – que apresenta uma foto legendada “Papa Francisco, Grão-Mestre da Loja do Vaticano”.

Para compreender as verdadeiras razões para esta suposta “apostasia” do Papa Francisco, é preciso visitar o site de Michelle d’Astier de la Vigerie, ex-jornalista e empresária. Transformada em guru evangelista liderando uma cruzada ao mesmo tempo anticatólica, antimuçulmana e antimaçônica, esta antiga colaboradora da ex-primeiro-ministro socialista Edith Cresson afirma em seu site que o Papa Francisco é o instrumento de uma grande conspiração.

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