Maçonaria na Literatura: O “Ulisses” de James Joyce

José Filardo, M .´. I .´.

james joyce

James Joyce ( * 2/2/82 + 13/01/41)

Em Maçonaria, o ritual é o esqueleto, a simbologia é a carne e a fraternidade é a alma. Tudo isso para desfrutar a liberdade e promover a igualdade.

Respiramos simbologia, e o maçom precisa desenvolver a capacidade de interpretar o que lê ou visualiza em termos do código que aprendemos em nosso dia-a-dia nas lojas.

Aprendemos, desde o momento de nossa iniciação, que tudo à nossa volta está envolto pelo véu do simbolismo, que tudo tem um significado, que tudo é passível de interpretação. Pouco a pouco, o pesado véu vai sendo afastado e adentramos um mundo totalmente diferente daquela rotina a que estamos habituados.

Naturalmente, novos véus, mais diáfanos se apresentam diante de nós em nossa senda, mas, aparelhados com o ferramental adequado, progredimos e refinamos nossa capacidade de interpretação.

Temos que a interpretação da simbologia deve ser uma segunda natureza do maçom. E considerando a presença dos símbolos em todas as manifestações culturais e em seus “produtos”, realizamos um exercício de análise literária com enfoque maçônico.

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Published in: on agosto 24, 2017 at 9:57 am  Comments (1)  
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Por que James Joyce teve que sair de Dublin para se encontrar

Tradução J. Filardo

Por Ian Walker

James Joyce (1882-1941)

Ulysses é a história de um lugar – Dublin – tanto quanto qualquer outra coisa. Então, por que James Joyce teve que sair da cidade para escrever sua obra-prima?

Em 10 de junho de 1904, James Joyce, enquanto caminhava pela rua Nassau em Dublin, viu uma jovem chamada Nora Barnacle. Ele se apaixonou instantaneamente. Ele era um escritor talentoso, mas empobrecido que apesar da falta de sucesso publicado, fazia parte da vida cultural e artística da cidade. Ela era uma jovem camareira de Galway. Eles eram um casal improvável.

No início, Barnacle ignorou os avanços de Joyce, mas ele persistiu e, quase uma semana depois, eles saíram juntos para a praia em Sandymount, nos arredores de Dublin. Uma vez lá, as coisas ficaram um pouco íntimas, o que não foi realmente uma grande coisa para ninguém além dos dois jovens amantes – mas foi uma grande coisa para Joyce que escolheu essa data, 16 de junho de 1904, como o dia em que os eventos em sua novela modernista Ulisses ocorreram.

Ao longo daquele dia, a novela segue seus dois principais protagonistas, Leopold Bloom e Stephen Dedalus, enquanto percorrem Dublin resolvendo seus negócios do dia-a-dia.

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Livro fundamental para os leitores de Finnegans Wake de James Joyce

Escaneei o livro OUR EXAGMINATION ROUND HIS FACTIFICATION FOR INCAMINATION OF WORK IN PROGRESS  que é um tomo compilando trabalhos sobre o livro de James Joyce “Finnegans Wake”,  antes que este fosse terminado, quando era publicado em capítulos na revista Transitions.

Este é o livro mais importante a ser lido por interessados na obra de Joyce.  Além de escanear, eu estou convertendo em texto editável e pesquisável.  Quem sabe, até me atreva a traduzi-lo, who knows…

Contém os ensaios:

Dante…Bruno, Vico.. Joyce  por Samuel Beckett

The Idea of Time in the Work of James Joyce,  por Marcel Brion

James Joyce’s Work in Progress and Old Norse Poetry  por Frank Budgen

Prolegomena To Work in Progress, por Stuart Gilbert

The Revolution of Language and James Joyce, por Eugene Jolas

I dont know what to call it but its mighty unlike prose, por Victor Llona

Mr. Joyce directs and Irish Word Ballet,  por Robert McAlmon

The Catholic Element in Work in Progress, por Thomas McGreevy

Mr. Joyce Treatment of Plot, por Elliot Paul

Joyce and his Dynamic, por  John Rodker

Before Ulisses – and After por Rober Sage

A Point for American Criticism por Willian Carlos Williams

Writes a Common Reader por G.V.L.Slingsby

A Litter to Mr. James Joyce, por Vladimir Dixon

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