PROTESTOS CONTRA O GOLPE: ATÉ A MAÇONARIA ESTÁ REVENDO OPINIÕES.

1 de abril de 2016

Maçom progressista na Praça da Sé - São Paulo

Maçom progressista na Praça da Sé – São Paulo

 

Presença marcante em todos os atos ‘contra a corrupção’ puxados pela direita e nas manifestações a favor do impeachment, os maçons normalmente passam despercebidos.

Discretos e silenciosos, não vociferam ‘fora PT’, ‘fora Dilma’, ‘Lula na cadeia’, ou ‘vai pra Cuba’ em coro com a massa. Mas estão lá, sempre. Estiveram até mesmo na triste reedição da Marcha da Família com Deus pela Liberdade de 2014.

Curiosamente, ontem, 31 de março, aniversário de 52 anos do golpe militar de 1964, lá estavam os maçons na mesma Praça da Sé, onde a primeira Marcha da Família ocorreu em oposição ao governo João Goulart, contra o que temiam ser a ‘implantação de um regime comunista no Brasil’ e favorável ao golpe militar (que veio duas semanas depois).

Era um grupo muito pequeno, não mais que cinco pessoas, mas o banner que ostentavam chamou atenção: “Maçons em defesa da democracia.” Parecia pegadinha. O que estariam fazendo ali?

Lauro Fabiano, analista de sistemas e membro da loja ‘Fernando Pessoa’ de São Paulo (loja é como são chamados os locais de reunião maçonicas, termo derivado do latim que nada tem a ver com comércio), esclareceu ao DCM:

“Estamos aqui mostrando que, apesar da maioria da maçonaria brasileira ser conservadora, nós temos muitos maçons de esquerda. Com um pensamento progressista, socialista, comunista, várias correntes da esquerda. Estamos nos posicionando contra esse golpe que se pretende dar num governo legitimamente eleito.”

Maçons de esquerda?

“Temos maçons no PT, no PcdoB, no PCB, no PCO. Somos maçons que tentamos resgatar a maçonaria de origem francesa, que apoia os movimentos sociais. E não somos poucos.”

Quantos?

“O percentual é baixo, começamos há pouco tempo pela internet. Mas já temos um grupo de aproximadamente 150 membros espalhados pelo Brasil. Em relação ao número total de maçons no Brasil hoje, que deve estar na faixa de uns 300 mil, é um percentual baixo. Agora, tem também muitos despolitizados, que vão seguindo a maioria, e estes podem se interessar.”

Mas não há uma resistência ou censura por parte da maçonaria? Podem discutir isso abertamente?

“Não. A discussão ocorre mais pela internet, no mundo virtual. Porque ao vivo o pessoal não é bom de diálogo, já vem com aquela conversa “ah, você é comunista”, então dificilmente chega no nível partidário da discussão. E nas lojas é mais complicado de se debater porque, como a maçonaria brasileira é descendente da inglesa, os ingleses colocaram a regra de que não se discute política nos templos.”

Como se vê, quanto mais a luta se prolonga, há uma maior probabilidade de alguns setores da direita, notadamente os desinformados, começarem a acordar para o que está acontecendo. A forte adesão da classe artística demonstrada ontem foi igualmente importante. Ao ver atores da Globo repetirem “Não vai ter golpe!”, até aquela sua tia que assiste novelas pode repensar. Ou, no mínimo, parar para pensar.

Encontrar membros da maçonaria na Praça de Sé fez perceber que nem tudo está perdido.

Publicado aqui.

Published in: on abril 1, 2016 at 2:25 pm  Comments (48)  
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SABORES DE MAÇONARIA

Ir. J. Filardo, M. ‘. I.’.

 

A Escócia deu ao mundo mais do que bom uísque e música de gaitas de fole. Deu-nos a Maçonaria …

Já em 1250, a primeira Grande Loja de Franco Maçons foi criada em Köln, Alemanha. Mas estes eram os construtores, como empresas empregadas pela Igreja Católica e as cabeças coroadas da época.

Mas estamos, na verdade, falando sobre a instituição que hoje conhecemos como a Maçonaria.

Em última análise, tudo se resume a política e religião.

Leia mais em https://bibliot3ca.wordpress.com/sabores-de-maconaria/

A Letra G Maçônica, uma interpretação

Paul Foster Case

Tradução de S. K. Jerez

 

Introdução

Paul Foster Case (1884-1954), autor deste tratado, é conhecido por estudantes de ocultismo como uma proeminente autoridade de Tarot, Cabala, Alquimia e assuntos relacionados da Tradição Oculta Ocidental. Suas outras publicações, incluindo a Ordem Rosacruz Verdadeira e Invisível; Tarot, chave para a sabedoria dos tempos; O grande selo dos Estados Unidos, a linguagem mágica; O Livro de Tokens, testemunham a sua profunda visão e sua abordagem maravilhosamente compreensível para esses assuntos.

O presente trabalho deixa claro que seus conhecimentos incluiam um domínio profundo da tradição maçônica. Nele, ele desenvolve a ligação inconfundível que existe entre os graus e rituais maçônicos e a tradição cabalística. Mostra que a Maçonaria não pode ser plenamente apreciada ou compreendida sem o conhecimento da Árvore da Vida cabalística e sua visão sobre a verdadeira natureza do homem e do cosmos. Um dos notáveis conceitos que ele explora é a relação entre a geometria, na qual o edifício e o simbolismo arquitetônico da Maçonaria estão baseados, e a Gematria dos cabalistas, que é um sistema de correspondências numéricas para palavras e frases que revela os significados subjacentes aos números, medidas e proporções geométricas que ocorrem tanto no Antigo como no Novo Testamento.

As contribuições de Paul Case para os estudantes da espiritualidade vai além das obras mencionadas acima. Ele fundou a Builders of the Adytum[1], uma organização religiosa sem fins lucrativos, que divulga um sistema de formação espiritual com base em suas obras, sob a forma de lições graduais por correspondência. É um sistema que permite aos aspirantes sinceros dos dias de hoje receberem treinamentos que em épocas passadas estavam disponíveis apenas para os poucos que podiam entrar em uma escola de mistério e se retirar, pelo menos temporariamente, da sociedade e das preocupações do mundo exterior.

Um Mestre da Escola Oculta deu a Paul Case a incumbência de preservar, ampliar e atualizar a Sabedoria Antiga que existe desde o início do mundo. Sua notável contribuição é ter-nos deixado um sistema claro e gradual para desenvolvimento espiritual, que nos permite manter totalmente nossas relações e responsabilidades no mundo moderno, enquanto gradativamente nos revela uma visão sobre o que há de mais elevado.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/a-letra-g-maconica/

As Quatro Borlas

Tradução: S.K.Jerez

As Quatro Borlas pendentes nos cantos da loja são símbolos operativos importantes raramente explicados adequadamente na maçonaria especulativa.

Um antigo símbolo operativo

Os Quatro Borlas, que são mencionadas perto do final da instrução sobre o painel do primeiro grau em vários rituais, são ornamentos importantes do loja. Eles são de grande antiguidade e seu simbolismo merece mais explicações. Na verdade, o simbolismo das Quatro Borlas, que tem suas origens na maçonaria operativa, é de grande importância e sua omissão de muitos rituais, ou apenas uma breve referência a ele em outros rituais, é surpreendente. Em épocas anteriores, freqüentemente eram dadas explicações sobre a origem e o significado simbólico profundo dos Quatro Borlas, mas hoje em dia elas são mencionadas tão raramente que muitos maçons, se não a maioria, não têm conhecimento de seu significado.

 

 

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/as-quatro-borlas/

Por que a Maçonaria nada faz?

Por José Filardo, Mestre Maçom

Invariavelmente, um irmão pede a palavra durante a sessão para dizer que as coisas estão indo cada vez pior e que “alguém precisa fazer alguma coisa”, implicando que a maçonaria precisa fazer alguma coisa. Essa manifestação, contudo, revela o desconhecimento dos irmãos sobre a instituição a que pertencemos, a Maçonaria.

Seu nascimento, em 1717, respondeu a uma necessidade de fundo político, é verdade, mas não havia proposta de intervenção direta na sociedade.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/por-que-a-maconaria-nada-faz/

«Qual é a origem do lema Liberdade – Igualdade – Fraternidade ?»

PERGUNTA: «Qual é a origem do lema Liberdade – Igualdade – Fraternidade ?»

Tradução José Filardo

A Maçonaria teve, historicamente, por lema Liberdade, Igualdade, Fraternidade Esta mentira … deve ser “contraditada” de uma vez por todas. Não! Maçonaria francesa, bem entendido, não impôs esse lema; ela pediu emprestado à República. Vamos explicar os detalhes.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/consultorio-maconico-qual-e-a-origem-do-lema-liberdade-igualdade-fraternidade/

SIMBOLOGIA MAÇÔNICA

O TRIÂNGULO DE SABEDORIA

Tradução José Filardo

O tema genérico do triângulo já foi tratado em profundidade por muitos autores que agregaram elementos históricos, geométricos, de arquitetura e esotéricos. Às vezes, esse triângulo tem uma função ocultas ou secretas e diante das muitas perguntas sobre os detalhes específicos dessas formas triangulares, é útil resumir sua presença nos símbolos que permeiam todos os Ritos “maçônicos” ou correntes exotéricas e ocultas referindo-se a outras “Vias Iniciáticas”… Esse lembrete, publicado sobre a evolução do triângulo não pretende ser exaustivo, pelo contrário, é simplesmente um olhar sobre algumas maneiras de abordar o “Triângulo” para que ele seja ativo…

DO PONTO AO TRIÂNGULO

Nesse local: “Você pode ver ali a construção do Triângulo de nossa Sabedoria antiga! Muitas longas tarefas esperam por você para fazer nascer a luz em você, a luz que você está procurando!…”

Tendo recebido esse símbolo nos primeiros momentos da cerimônia de Iniciação, o questionamento é particularmente mais vivo em descobrir que essa forma representa a figura geométrica primitiva sucedendo ao ponto isolado e uma linha reta traçada; as duas primeiras expressões desenhadas sobre uma superfície plana. Assim, esse triângulo tem suas origens nos primeiros estágios da humanidade e se torna rapidamente a base de vários traçados, planos, principalmente transpostos para edifícios que foram projetados pelos construtores dessas civilizações distantes. Já na Mesopotâmia desenhos de triângulos são visíveis sobre cerâmica perto de 7.000 anos a.C. Em seguida, os sumérios usaram com frequência triângulos que faziam parte de seus costumes.

O auge da devoção aos triângulos floresceu no Egito, onde representa praticamente a seção vertical da construção das pirâmides, assim como de suas faces. Esse traçado é então elevado ao grau de divindade e sua forma responde a dimensões precisa. A importância desse símbolo contribuiu para carregar significados divinos até lhe impor o valor de “criação do mundo.”

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ALBION E PARIS, duas visões da mesma realidade.

Por José Filardo, M.´. I.´.

Não é fácil admitir, mas a Maçonaria é uma instituição retrógrada, reacionária e conservadora. A própria motivação para a sua invenção é uma prova dessa natureza. Diante de uma crise moral e política, em face da mudança, um grupo olha para o passado para resgatar e recuperar valores que representavam estabilidade. Essa tentativa de trazer os “velhos tempos” ao presente é, caracteristicamente, reacionária e conservadora.

No entanto, a invenção da Maçonaria em 1717 foi uma contradição em termos. Era, ao mesmo tempo, a manifestação daquele espírito reacionário, mas continha posições revolucionárias dentro da mesma construção.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/albion-e-paris-duas-visoes-da-mesma-realidade/

Vale do Araguaia Maçônico

DIÁRIO DA MANHÃ
BARBOSA NUNES

Vale é uma depressão alongada mais ou menos larga, cavada por um rio. Planície entre montes ou no sopé de um monte. Várzea ou planície a beira de um rio. Figuradamente, vale de lágrimas. Definindo o mundo como lugar de sofrimento. Vale de Josafá, sÍtio onde os mortos, segundo as escrituras, hão de ressuscitar no dia do Juízo Final.
Neste vale sobre o qual inicio o artigo deste sábado corre um rio que tem maravilhas e belezas, um por do sol das mais belas imagens da natureza. É o Rio Araguaia, – Rio das Araras Vermelhas. Serenamente vai deslizando entre Goiás e Mato Grosso, guardando segredos, enigmático, nessa sina de ser rio – fronteira, seguindo adiante e marcando também os limites entre os Estados do Tocantins e Pará. Após percorrer dois mil cento e quinze quilômetros desagua no irmão, Rio Tocantins.
Chego então ao Vale do Araguaia, região compreendida entre os Estados de Goiás e Mato Grosso, uma das principais bacias hidrográficas do País, conhecida por suas belezas naturais, voltada para atividade pecuária com rebanho bovino superior a seis milhões e uma população com aproximadamente quinhentos mil habitantes.
Agora sim, chego ao título “Vale do Araguaia Maçônico”. Nesta região está plantada uma Maçonaria ativa, representativa e em caso único no Brasil, realiza o “Encontro das Lojas Maçônicas do Vale do Araguaia”, desde 1983. Sem interrupção em um ano sequer, todo mês de agosto ocorre o evento. Neste ano, em 18 de agosto a cidade de São Luis de Montes Belos sediou o trigésimo primeiro, já definido o trigésimo segundo em 2014 em Fazenda Nova.
São realizados com planejamento, pauta antecipadamente definida sobre assuntos locais estaduais e nacionais, além do foco no cidadão, família, juventude e especialmente temas sociais.
Recebi do coordenador regional Maçônico do Vale do Araguaia, Albertino Luiz Ferreira, uma coletânea das teses apresentadas, discutidas e aprovadas. Pontuo, um por um, alguns parágrafos.

Loja Maçônica Alvorada de Aragarças: abordou Maçonaria Contra as Drogas e Prevenção pelo Esporte assim se pronunciando: “Segundo o professor de Educação Física Augusto Cesar Carneiro Borges, a prática esportiva combate a depressão e o vício, liberando neurotransmissores que respondem pelo prazer e pelo bom humor.”
Loja Maçônica Aprendizes do Bem (Piranhas), assim se posicionou: “Nos últimos dias temos acompanhado através dos meios de comunicação as manifestações em todo território nacional, em que os manifestantes procuram serem ouvidos pelos políticos que insistem em ignorar os movimentos que visam acabar com a corrupção.”
Da Loja Aurora de Caiapônia ouviu se a afirmativa: “Colocando em outras palavras, é imperioso conhecer o obstáculo, para ultrapassando-o, atingir o bem – o progresso. Conhecer-se para progredir é algo que permeia a filosofia maçônica, o aperfeiçoamento e investigação constante da verdade.”
Loja Dimas Nasser (Bom Jardim de Goiás): “Observe neste instante e veja a imensidão que o rodeia. Veja cada objeto, peça e acessório em uso e o ambiente em que se encontra e tente imaginar quantos trabalhadores estiveram envolvidos no processo de produção desses utensílios, que significam o trabalho que dignifica o homem.”
Loja Estrela Montebelense (São Luis de Montes Belos), Expôs e discutiu o texto maçônico: “Não deveis combater somente as vossas paixões, mas ainda há outros inimigos da humanidade, como sejam, os hipócritas que a enganam, os pérfidos que a defraudam, os fanáticos, que a oprimem, os ambiciosos, que a usurpam e os corruptos e sem princípios que abusam da confiança do povo.”
Loja Planalto do Bem (Firminópolis), sobre a falta do amor: “Dia a dia estamos presenciando o distanciamento das pessoas causado principalmente pela ganância e pelo materialismo, pois nos encontramos na era das máquinas, era da morte pela violência desenfreada e a era dos problemas e dos conflitos.”
Loja Plenitude do Sigilo (Jussara),fez pronunciamento sobre a lealdade que no dicionário maçônico é atributo virtuoso exigido pelos participantes de um grupo em Loja, despertando-os para um universo de bons propósitos.
Loja Segredo e Vigilância (Paraúna), descreveu “a corrupção no Brasil e sua repercussão social, afirmando que o brasileiro está cansado e se manifestou e precisa continuar lutando em favor de uma mudança no quadro politico brasileiro.”
Loja União de Iporá (Iporá), levou ao plenário o tema Cooperação pela Água, conclamando: “A conservação das nascentes e matas ciliares existentes e a recuperação daquelas degradas é algo inevitável para melhorar e aumentar a disposição dos recursos hídricos, imprescindíveis à manutenção de toda forma de vida no planeta.”
Loja União e Sigilo (Fazenda Nova), cantou, sensibilizou pelosignificado da palavra irmão, apresentando o poema já musicado e de sucesso: “Não preciso nem dizer/ Tudo isso que eu lhe digo/ Mas é muito bom saber que eu tenho um grande irmão.”
Loja Vale do Rio Claro (Montes Claros de Goiás), concluiu as abordagens com a página “cultive o amor”. Em um dos parágrafos: “Não descuide do amor ele é poderoso medicamento na cura das dores da alma. Ninguém pode suprir a ânsia do coração a não ser com o amor. Não lute contra o coração. Siga as suas leis. Valorizar o amor é aprender a viver.”

A Maçonaria do Vale do Araguaia tem capilaridade, está presente, muito representativa e atenta com os problemas da região e tem extensão social e política no Grão-Mestre Estadual Luis Carlos de Castro Coelho, na coordenação regional de Albertino Luis Ferreira e nos Veneráveis Mestres das onze Lojas do Vale do Araguaia, Cleber Victor de Oliveira, João Pereira Goulart, João Bosco Carneiro Vilela, Cloves da Silva, Rubens Gonçalves Ramos,José Lici Lourenço de Oliveira, José Rubens de Mendonça, Marcos Fernando Braga, João Batista Alves, Valtoir Benedito de Oliveira e José Geraldo do Nascimento.

Pelo Vale do Araguaia corre permanentemente uma maçonaria comprometida com participação social e respeitada pelo seu interesse humano e comunitário.

(Barbosa Nunes, advogado; ex-radialista; membro da AGI; delegado de Polícia aposentado; professor; maçom do Grande Oriente do Brasil)

Interessante. Novos ventos?

GOB0

29 de Agosto de 2013

Conforme previsto no artigo 231 do RGF

“ Em todas as Lojas do Grande Oriente do Brasil é obrigatória a realização de uma Sessão Magna, interna ou pública, na Semana da Pátria, em homenagem à Proclamação da Independência”.

Sugerimos as Lojas Juridicionadas a apresentação nas Sessões Públicas o Audiovisual do Projeto “Eleições Limpas”.

Clique no vídeo abaixo e veja como apoiar o Projeto.

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Caso prefira baixar o os vídeos Clique aqui.

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Clique aqui e conheça o Projeto.

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Published in: on agosto 30, 2013 at 7:55 am  Deixe um comentário  
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