O GADU na Tradição Maçônica Francesa: Dificuldades e Incompreensões Históricas

Tradução José Filardo

Palestra proferida pelo Ir.’. Roger Dachez à The Cornerstone Society Northern Conference

Antes de mais nada, quero agradecer pelo convite especial para participar nesta reunião da Cornerstone Society, como um estudioso da maçonaria, pois parece que eu sou considerado assim com certa indulgência por algumas pessoas – e, então, como um estudioso de Maçonaria, conheço o interesse pelo trabalho dessa Sociedade.

E honestamente eu me sinto muito honrado por estar aqui hoje.

Vinte anos atrás, quando fui apresentado à pesquisa Maçônica por meu professor e Irmão René Guilly – um estudioso altamente respeitado sob o pseudônimo “Rene Desaguliers “- que me disse que sendo britânica a origem da maçonaria, não se podia entender algo sobre a Arte Real sem conhecimento suficiente da história e da cultura britânicas e também do caráter britânico – algo muito estranho para um francês!

Não me foi muito difícil aceitar este pré-requisito, porque minha avó sendo normanda, já muito pequeno estava convencido de que os meus antepassados ​​tinham tomado parte na batalha de Hastings!

Agora, falando sério:

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Published in: on junho 3, 2017 at 4:35 pm  Comments (2)  
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Mas quem é o Grande Arquiteto do Universo?

Tradução José Filardo

por Ronan Loaëc

The Ancient Days – William Blake

A moderna maçonaria “especulativa” nascida na Grã-Bretanha não inventou o Grande Arquiteto, mas ela o institucionalizou como o menor denominador comum da crença em um Deus revelado para permitir que seus membros acabassem, em loja, com os conflitos religiosos que rasgavam a sociedade Inglesa no final do século XVII e início do XVIII. O projeto em geral teria fracassado diante da exigência crescente de liberdade de consciência? Hoje, o GADU divide o universo discreto da Ordem como um bisturi, revelando profundas divisões dogmáticas enquanto ele ambicionava apenas “reunir o que está esparso”! No entanto, assistimos a um momento decisivo: de uma e outra parte o diálogo parece se renovar e pontes são novamente estabelecidas.

O Grande Arquiteto que nos vem de longe…
O conceito de Grande Arquiteto é muito anterior à maçonaria especulativa que só o pediu emprestado. A ideia geral que encontramos em muitos escritores, de Cícero a Rousseau, de Descartes a Voltaire, é a de uma ordem mundial de tal complexidade que não pode ser concebida sem um pensamento externo e criativo estruturado, o de um “arquiteto” ou “relojoeiro” que ajusta finamente o funcionamento do universo e lhe dá o impulso necessário para seu movimento eterno e infinito. É a visão dos defensores da Religião Natural. Esta ideia pode parecer estranha ao pensamento científico contemporâneo formado por que o acaso faria perfeitamente funcionar desde que lhe seja dado o tempo: 14 bilhões de anos, quase uma eternidade, e uma realidade desconhecida no século XVIII (a Bíblia é, então, a única medida do universo e o tempo da criação não excede 6000 anos). Graças ao longo tempo, ela acontece plano: ela não tem nenhum plano, nenhum arquiteto e nenhuma necessidade de transcendência. Assim, o ateísmo é representado no Século do Iluminismo por um punhado de filósofos “radicais”, tais como Meslier (um… abade!), La Mettrie, Maupertuis, Helvétius, D’Holbach, Sade … e nem sequer aparece no espírito da Enciclopédia onde o artigo ateísmo, muito focado, é elaborado pelo abade Yvon (1).

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Convergências e diferenças entre religiões e a Maçonaria

Tradução José Filardo

Fabien Leone – Publicado em 25/04/2014

Em Lyon teve lugar a terceira edição do Salão do Livro da Maçonaria em 11 de abril. Conferências foram realizadas, principalmente sobre a espiritualidade maçônica e sua relação com as religiões. Entre pontes e fossos, a relação entre o percurso iniciático e a fé cristã pode variar de uma Igreja para outra.

 

© Corbis

Jean-François Var, arcipreste da Igreja Ortodoxa da Europa e Capelão do Grão Priorado dos Gauleses por 20 anos, divide a Maçonaria em quatro tipos:

– A maçonaria ateia, agnóstica e muitas vezes anticlerical,

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