A verdadeira identidade do Irmão Ancião de Rudolf Steiner Revelada

Descobrindo o segredo de “M”, o Adepto por trás da Tradição Ocidental

Tradução J. Filardo


Por Richard Cloud

Muitas especulações foram gastas para descobrir a verdadeira identidade de M de Steiner De acordo com uma Ordem Rosacruz na Alemanha, eles conhecem a identidade deste “Mestre” desconhecido.

Por que isso é tão significativo? De acordo com os ensinamentos de Steiner, “o M” deve ter sido a atual encarnação de Christian Rosenkreutz durante aquela época. Aqui eu revelo o nome dessa pessoa e compartilho a jornada do que encontrei. Essas descobertas foram surpreendentes para dizer o mínimo.

Rudolf Steiner

Em primeiro lugar, deve ser dito que recorreremos a materiais publicados para avaliar essa alegação. Qualquer um pode cruzar referências a estas declarações e observar os fatos. Como estudante de Rudolf Steiner, sempre fui fascinado pela identidade de quem era o Mestre e queria saber mais. Minha pesquisa aqui, de forma alguma, tenta diminuir o trabalho do Dr. Steiner. Pelo contrário, é meu amor por este grande professor de humanidade que me levou a realizar essa tentativa de esclarecimento.

Em 1907, Rudolf Steiner escreveu um breve esboço autobiográfico conhecido como “Documento Barr”. Neste famoso documento, Steiner menciona seu primeiro encontro com “o M”. Desde então, a especulação girou em torno da identidade desse indivíduo, o que não é de se admirar. Ao contrário de outros fundadores rosacruzes como Harvey Spencer Lewis ou Max Heindel, que fizeram alegações de herdar a tradição Rosicruciana, os seguidores da Antroposofia realmente acreditam que Steiner encontrou C.R.C. face a face!

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Os Cátaros no Santo Graal – A construção de um mito moderno

 Tradução José Filardo

por Jean-Moise Braitberg

Sete séculos depois de combater os cátaros nas condições que conhecemos, a Igreja Católica acaba de pedir perdão. Além da ideia muitas vezes mitificada e tingida de esoterismo que temos dessa heresia medieval atualmente, este ato de arrependimento reflete a permanência do sentimento de que, todas as identidades, incluindo aquela que se atribuem os maçons repousa sobre a ideia de que o inferno é sempre o outro.

Foi em 16 de outubro na igreja da vila de Ariege, Montségur, muito pequena para acomodar as centenas de pessoas, a maioria nunca indo à missa, que chegaram para participar de um evento que em outros séculos revolucionaria a cristandade. Mas neste dia de outono, este ato solene de “arrependimento” passava apenas pelo que era: uma cerimônia folclórica destinada a acomodar um “occitanismo” que criara raízes no solo fértil de uma identidade religiosa “cátara” construída na era moderna. No entanto, o catarismo tocou igualmente o norte da França e foi lá também tão cruelmente reprimido quanto no Languedoc (ver caixa).

Evento de âmbito folclórico, portanto, vez que limitado aos católicos da região de Ariége. Não era, de fato, a Igreja universal, quem pedia perdão, mas, como foi dito durante a cerimônia, os representantes dos católicos de Ariége: “Nós, os fiéis católicos que estamos em Ariège pedimos perdão de nosso Senhor, mas também a todos aqueles que perseguimos (…)” palavras emocionantes! Compreende-se mal, no entanto, o significado de um perdão formulado por uma igreja cuja legitimidade contemporânea é baseada em uma história que ela renega. Ainda mais que não se pode entender como, sete séculos mais tarde, o ato de arrependimento da igreja de Ariège pode aliviar o sofrimento daqueles que ela perseguiu. A menos, é claro, que se acredite em fantasmas e fantasmas que através do culto da lembrança e do dever de lembrar, parecem assombrar muito mais a consciência dos povos que a necessidade de fraternidade entre os vivos. “Este perdão, eu apoio, mas é uma história interna dos católicos. Isso lhes dá prazer, para que se sintam melhor por ter perpetrado um massacre” devia declarar no final da cerimônia em 16 de outubro, Eric Delmas, secretário da associação “Cultura e Estudos Cátaros”, apresentando-se ele mesmo como um cátaro do século XXI.

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