Oito Pecados Horríveis da Igreja Católica

Tradução José Filardo

Se as propinas referentes à pedofilia já não fossem suficientes para convencê-lo de que a liderança católica é tudo menos moral, dê uma olhada em alguns dos seus outros pecados.

 Valerie Tarico  11 de junho de 2012  |

Será que os bispos católicos estremeceram na semana passada quando seu líder, o anticontracepção Cardeal Timothy Dolan,  foi exposto  por pagar pedófilos para desaparecer?  Só se pode esperar. Afinal, estes são homens que dizem falar por Deus. Eles têm acesso direto à Casa Branca, onde regularmente dão sua opinião sobre questões que vão desde a política militar até a bioética, e eles esperam que todos nós ouçamos – não por causa de conhecimentos especializados ou posições eleitas, mas devido à sua autoridade moral.

Aha!

Se os pagamentos a pedófilos não foram suficientes para convencê-lo que esta autoridade “moral” é tudo menos moral, dê uma olhada em alguns dos seus outros pecados contra a compaixão e decência básica.

1. Excomungar médicos e freiras por salvar vidas.  Em 2009, uma mãe de 27 anos de idade, grávida de seu quinto filho foi levada às pressas para um hospital de Phoenix, o St. Josephs, onde seus médicos disseram que ela quase certamente morreria, a menos que sua gravidez fosse interrompida imediatamente. A freira responsável aprovou o procedimento de emergência, e a mulher sobreviveu. O bispo local prontamente excomungou a freira. “Há algumas situações em que a mãe pode, de fato, morrer junto com seu filho. Mas – e esta é a perspectiva católica – você não pode fazer o mal para trazer o bem. O fim não justifica os meios “, disse o Rev. John Ehrich, diretor de ética médica da Diocese de Phoenix.

Até que ponto as autoridades da Igreja estão dispostas a assumir essa lógica “moral”? No Brasil, no ano passado, com o apoio do Vaticano, a Igreja excomungou uma mãe e o médico por salvar a vida de uma vítima de estupro de 9 anos de idade, que estava grávida de gêmeos. (Grávida de quatro meses, a menina  pesava  40 quilos.) O cardeal Giovanni Batista Re, que preside a Comissão Pontifícia para a América Latina,  disse  “a vida deve sempre ser protegida.” Talvez o Sr. Batista Re possa explicar tradição Vaticana de 1.500 anos de “guerra justa”.

2. Proteger até mesmo criminosos sexuais não católicos contra vítimas crianças.  Conforme vimos, as prioridades morais dos bispos são colocadas nuas quando eles decidem quem excomungar e quem não. O médico e a mãe da grávida de 9 anos de idade levaram um chute na bunda por aprovar um aborto, mas não o padrasto que tinha agredido sexualmente a criança, provavelmente durante anos. Um contraste semelhante pode ser observado entre o caso da freira de Phoenix e centenas de padres pedófilos que foram autorizados a permanecer católicos, mesmo depois de eles finalmente terem sido identificados e removidos das folhas de pagamento da Igreja.

E  fica pior ainda . Em Nova York, um projeto de lei que daria às vítimas de abuso sexual infantil mais tempo para apresentar queixas foi  bloqueado sete vezes  pela hierarquia católica liderada por ninguém menos que o cardeal Dolan. Por quê?  “Nós sentimos que este é terrivelmente injusto; nós sentimos que discrimina a igreja, e que seria devastador para a vida da igreja.” Em outras palavras, independentemente se o abuso realmente aconteceu ou  quais foram as consequências para as vítimas, o que importa é quantas ações adicionais podem custar para a Igreja.  Não é que os fins justificam os meios?

3. Usar as igrejas a organizar homófobos.  Quando a Assembleia Legislativa do Estado de Washington aprovou a igualdade no casamento na Primavera deste ano, os cristãos fundamentalistas em todo o estado se organizaram para reverter a legislação. Apesar de  três quartos  dos católicos norte americanos pensar que o casamento gay ou a união civil deve ser legal, o Arcebispo Peter Sartain saltou à frente da alcateia, decretando que as paróquias de Washington Ocidental sob a sua “autoridade moral” deviam reunir assinaturas para uma iniciativa anti-igualdade. Para seu crédito, certo número de sacerdotes  recusou-se , e um grupo chamado Católicos para a Igualdade de Casamento está arrecadando dinheiro para anúncios. Em contraste com a Liga Católica, que utilizou  o argumento degradante que o sexo entre padres e meninos adolescentes é homossexualidade consensual, os leigos católicos parecem saber a diferença.

4. Mentir sobre contraceptivos a africanos pobres.  De todos os pecados mortais cometidos pelos homens de batina, o mais devastadoramente letal nos últimos 30 anos tem sido oposição declarada da hierarquia católica ao uso de preservativos na África. Em 2003, o presidente do Conselho Pontifício do Vaticano para a Família   mentiu  publicamente sobre a eficácia dos preservativos na prevenção da gravidez e do HIV: “O vírus da AIDS é cerca de 450 vezes menor que o espermatozoide. O espermatozoide pode passar facilmente através da ‘rede’ que é formada pelo preservativo.” O arcebispo de Nairóbi  disse às pessoas  que os preservativos estavam espalhando HIV.  Alguns padres disseram a paroquianos que os preservativos eram impregnados com o vírus.

A motivação para tais falsidades flagrantes?  A Igreja tem praticado prónatalismo competitivo durante séculos, mas ultimamente os éditos anticontraceptivos têm sido ignorados por católicos europeus e americanos mais educados, e a Itália tem a segunda mais baixa taxa de natalidade no mundo ocidental, de  1,3  por mulher. Os bispos  veem isso  como uma “catástrofe” e estão olhando para a África como “um reservatório de vida para a Igreja“. Eles embalam sua oposição à contracepção em linguagem moral elevada como aquela oferecida pelo Papa João Paulo II:  Parece profundamente prejudiciais à dignidade do ser humano, e por esta razão moralmente ilícita, apoiar a prevenção da AIDS que se baseia no recurso a meios e remédios que violam um sentido autenticamente humano da sexualidade.  Ainda em 2009, sucessor de João Paulo II, Benedito, continuou a dizer aos pobres católicos africanos que os preservativos eram “ errados ” e até sugeriu que eles estavam tornando a epidemia pior. Com só-deus-sabe-quantas vidas perdidas e crianças órfãs, ele  finalmente  suavizou sua posição em 2010.

5. Obstruir o acesso de pacientes a informações precisas e serviços em hospitais seculares.  Na zona rural do Arizona, perto da fronteira com o México,   foram recusadas  laqueaduras a mulheres submetidas a partos por cesariana porque o hospital independente estava negociando uma fusão com uma rede de assistência de saúde administrada por católicos. Pior ainda, quando uma mulher chegou  ao mesmo hospital  no meio de um aborto espontâneo e precisou de um aborto cirúrgico para concluir o processo, ela foi forçada a viajar de ambulância para Tucson, a 100 quilômetros de distância, arriscando uma hemorragia no caminho. Em todos os Estados Unidos, sistemas de assistência médica seculares e administrados por católicos estão se fundindo, e os pacientes estão silenciosamente perdendo o direito de tomar decisões médicas com base na melhor informação científica disponível e nos ditames da própria consciência.

Mesmo quando o hospital católico é uma pequena parte da fusão, os administradores insistem que as diretivas católicas se aplicam ao sistema como um todo. Estas diretivas proíbem não apenas o aborto, mas também contraceptivos, vasectomias e laqueaduras, alguns tipos de tratamento de fertilidade, e conformidade com as diretivas de final de vida do paciente. A gravidez ectópica não pode ser tratada de acordo com o padrão de cuidados médicos. À medida que as biotecnologias e tratamentos relevantes para o início e o fim da vida avançam, podemos esperar que a lista cresça ainda mais. Os pacientes não podem confiar que lhes vão ser informadas outras opções disponíveis em outros lugares.

Uma das ironias amargas aqui é que mesmo hospitais e instituições de caridade totalmente “católicos” são formadas principalmente por pessoal não católico e presta serviços amplamente a pessoas de outras religiões ou de nenhuma religião, pagos com dinheiro de impostos. Em atendimento médico a maior parte do dinheiro flui do Medicare e Medicaid. Em 2010, filiados não médicos de Instituições de Caridade Católicas  receberam 62 por cento da receita anual dos contribuintes – cerca de US$ 2,9 bilhões. Apenas  3 por cento  vieram de doações da igreja, sendo o restante proveniente de investimentos, honorários de programa, doações da comunidade e contribuições em espécie. E, no entanto, todos esses dólares são direcionados de acordo com os ditames da consciência do bispo ao invés de consciência individual.

 6. Repreender freiras.  Instituições de caridade e hospitais católicos têm alguma vantagem competitiva, em parte devido a freiras trabalhadoras, muitas das quais têm habilidades e responsabilidades que superam sua remuneração. Os bispos representam um por cento da Igreja Católica; as freiras são os gestores e trabalhadores de serviços – e muitas têm tomado o tipo de voto de pobreza que 1 por cento da América está a tentar impor ao resto. Porque muitas freiras vivem no mundo real, onde o sofrimento e a moralidade são complexos, elas muitas vezes tomam decisões baseadas em cuidados e assumem posições matizadas sobre questões morais que o Conselho de Bispos resolve apelando ao dogma e à autoridade.

Em abril, o Vaticano decidiu lembrar as freiras que está por cima. Roma emitiu uma avaliação de 8 páginas acusando a Conferência de Lideranças de Mulheres Religiosas de discordar dos bispos e de “feminismo radical”. Parece que os seus trabalhos em nome dos pobres, pessoas vulneráveis as tinha distraído de uma prioridade mais cristã: controlar a vida sexual de outras pessoas – oh! e levantar-se contra a ordenação de mulheres. O arcebispo designado  pelo Vaticano para conter as freiras rebeldes americanas é ninguém menos que Peter Sartain de Seattle, a mesma autoridade moral que declarou uma cruzada santa contra o casamento gay.

7.  Intimidar Bandeirantes.  Diferentemente dos escoteiros, que recentemente ganharam  atenção da mídia e do público por expulsar uma chefe gay, as bandeirantes têm sido teimosamente inclusivas e focadas em preparar as meninas para a liderança. Por exemplo, no ano passado uma tropa do Colorado incluiu uma transexual de sete anos de idade. Isso é um problema para os Bispos, e uma vez que até  um quarto  das Bandeirantes Americanas são crianças católicas com tropas alojadas em igrejas, eles veem isso como o seu problema. Para piorar a situação, as Bandeirantes americanas se recusaram a deixar o seu guarda-chuva internacional, a Associação Mundial de Bandeirantes e Guias, que  declarou  que mulheres jovens “precisam de um ambiente onde possam discutir livre e abertamente questões de sexo e sexualidade.” A Associação Mundial parece acreditar nos dados de que as meninas que não conseguem gerir a sua sexualidade e fertilidade  mais provavelmente  acabarão na pobreza do que em posições de liderança.

Então uma vez mais, talvez seja atrás disso que a hierarquia da igreja esteja. De acordo com um  artigo  no mês passado no Huffington Post, “O novo inquérito será conduzido pela Comissão Episcopal para a Vida Leigos, Matrimônio, Família e Juventude. Ela examinará “possíveis relações problemáticas dos escoteiros com outras organizações” e diversos materiais de programas “problemáticos”, de acordo com uma carta enviada pelo presidente da comissão, bispo Kevin Rhoades de Fort Wayne, Indiana, a seus colegas bispos.” Estamos falando de uma organização dirigida por mulheres para meninas que enfrentam uma inquisição totalmente machista. Na igreja católica de hoje, a liderança ainda exige um cromossomo y.

8. Purgar construtores de pontes inter-religiosas populares e eruditos. Antes que algum leitor afirme que os pecados dos Bispos são todos uma consequência de repressão sexual – alguma busca contorcida da pureza sexual que degrada tanto o sexo quanto a compaixão –  é importante observar que o grupo atual de autoridades da Igreja está tão obcecado com a pureza doutrinária quanto com a pureza sexual. Isso me tomaria muitos parágrafos para descrever a sua busca incansável pela pureza, assim como bispo anglicano aposentado, John Shelby Spong faz em  uma:

Hans Kung, provavelmente o teólogo mais lido do século 20, foi removido de sua posição como teólogo católico em  Tubingen , porque sua mente não podia ser distorcida nos conceitos medievais exigidos pela sua igreja. Essa ação foi realizada pelo cardeal Joseph  Ratzinger  , que na época sob o Papa João Paulo II exercia o cargo que em outro tempo nos deu a Inquisição. Matthew Fox, um dos mais populares líderes de retiros e meditação e um ativista ambiental, foi então silenciada pelo mesmo  Cardeal  Ratzinger  . O Professor Charles Curran, um dos éticos mais conhecidos da América foi removido de seu cargo de professor titular na Universidade Católica de Washington, DC, também pelo mesmo cardeal  Ratzinger . O Padre Leonardo Boff, o mais conhecido teólogo da libertação latino-americana foi forçado a renunciar à sua ordenação, a fim de continuar seu trabalho pela justiça entre os pobres da América Latina pelo mesmo cardeal Ratzinger. Em seguida, ficamos sabendo que o Vaticano, agora liderado pelo cardeal  Ratzinger  sob seu novo nome do Papa Benedito XVI ordenou a remoção de um livro de todas as escolas e universidades católicas escrito por uma teóloga popular na Fordham University, a Irmã Elizabeth A. Johnson. Agora, as freiras devem ser investigadas. A conformidade  triunfa sobre a verdade em todas as direções.

A tradição católica define como pecados mortais ou “cardinais”  aqueles dos quais derivam todos os outros pecados. Além da luxúria, gula, ira, preguiça e inveja, os sete tradicionais incluem o orgulho e a cobiça, que, a meu ver, motivam a maior parte do terrível comportamento nesta lista. Se uma tentativa de afirmar o controle autocrático sobre a vida espiritual e física de pessoas leigas não é orgulho, eu não sei o que é. E se uma vontade de silenciar as crianças vítimas para proteger os ativos da igreja não é a ganância, eu não sei o que é a ganância. A revelação da BBC no mês passado de  lavagem de dinheiro  no Banco do Vaticano empalidece em comparação.

Para mim, em última instância, os pecados dos bispos católicos são “pecados mortais”, pois matam pessoas, sejam mães grávidas ou adolescentes gays deprimidos ou famílias africanas, ou simplesmente pessoas desesperadas que são forçadas em maior desespero por prioridades “morais” que se desviam das verdadeiras questões de bem-estar e prejudicam.

O que os bispos terão de prestar conta quando encontrarem o seu criador, nenhum de nós pode dizer. Para alguns católicos americanos, o processo de responsabilizá-los já começou. As Mulheres Religiosas reagiram contra a “avaliação” condescendente emitida pelo Vaticano. Pequenos grupos de leigos católicos têm-se  mobilizado  em apoio a elas. Piqueteiros se reúnem mensalmente fora da catedral de Sartain para protestar contra sua postura contra a igualdade. Os irmãos franciscanos emitiram uma  declaração  de solidariedade com as freiras, muitas das quais permaneceram  solidamente centradas  na justiça econômica, em vez de transgressões sexuais.

Dada a  crueldade arrogante dos líderes da Igreja, a crítica até hoje tem sido notavelmente temperadas. À medida que os Bispos exibem sua autoridade moral na Casa Branca e nos meios de comunicação e púlpitos, vestidos de vestes brancas e envolto em carmesim, eles devem estar felizes que não estejam olho no olho com o próprio Jesus. Como o escritor de Mateus conta, ele chamou os líderes religiosos corruptos do seus dias, em termos inequívocos:  Ai de vós, doutores da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados, bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e todo tipo de imundice.

Valerie Tarico é uma psicóloga e escritora, em Seattle, Washington e fundadora de Wisdom Commons . Ela é a autora de “Trusting Doubt: A Former Evangelical Looks at Old Beliefs in a New Light” e “Deas and Other Imaginings.” Seus artigos podem ser encontrados em Awaypoint.Wordpress.com.

Publicado on junho 20, 2012 at 4:33 pm  Comments (5)  

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5 ComentáriosDeixe um comentário

  1. nossa precisa refazer este documentario. vaticano uau

  2. Infelizmente se levantam bandeiras de movimentos que esperam aprovados na igreja católica. Estes movimentos não São e nunca serão representados por católicos. Não entendo o porque uma sociedade liberalismo quer tanto a aprovação da igreja católica. Nunca serão católicos… Sigam seu caminho e deixe a igreja te suas convicções e vivências, temos a liberdade de nos posicionar, nos posicionados para os católicos.

  3. Falam tanto da Igreja Católica, na qual a pedofilia é punida, e esquecem do islamismo, que se intitula religião, no qual a pedofilia é legalizada, por que? Sem dúvida os pedófilos muçulmanos estão por trás dessas difamações. A verdade é que onde os muçulmanos se infiltram, seja no Continente Africano, Asiático, Americano ou Europeu, inclusive na Oceania, a pedofilia aumenta, assim como aumentou no Brasil. Islamismo não é uma religião, como alegam, mas uma Seita Pedófílica e política, na qual a pedofilia é legalizada por lei do ISLÃ. Aiatolá Khomeini, o líder “religioso” dos islâmicos, antes de morrer, abaixou a idade, para o “casamento” das meninas de 9 (nove) anos, para 8 (oito) anos de idade. Assim, qualquer muçulmano jovem ou velho, pode se deliciar em orgias pedofílicas, sem ser punido. Acordem para a realidade, e se informem ! E, viva a NOVA ORDEM DOS TEMPLÁRIOS, que varrerá do planeta Terra, a chaga denominada islamismo, e suas aberrações sexuais: a pedofilia

    • Não importa a religião, pedofilia é crime. Ou pecado. O problema é que o “pecado”, dentro da doutrina religiosa, pode ser pago com uma graninha aqui, e outra acolá e a absolvição resolve o resto, com a impunidade do crime. Os islamitas fundamentalistas cometem um monte de crimes e “pecados”, porém tal fato não isenta setores do catolicismo de seus crimes. Tapar o sol com a peneira mostrando as nuvens dos demais não vai apagar a safardeza, ou semvergonhice. Porque a pedofilia tem que ser crime só para determinados monstros e não ser punível para os montros de batina? O problema é quando fanáticos tentam “tapar o sol”….Ora!Ora! Cristo deve estar desesperado! Não foi para isso quando “Ele” disse “vinde a mim as criancinhas” Os pedófilos de batina, babando, perverteram a frase. Se liguem! Ó pá!!!…

  4. realmente, é isso que podemos esperar dessa religião nascida contra a
    s verdades biblícas.


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