Maçons fundadores do Grande Oriente Brazílico, Rio de Janeiro, 1822. *

  1. Albino dos Santos Pereira, adotou o nome heroico de Aníbal, era Militar: Major e membro da loja União e Tranquilidade
  2. Alexandrino José Tinoco, era Militar: Coronel, e membro da loja Esperança de Niterói
  3. Antônio Correa Picanço, adotou o nome heroico de Picanço, era Militar: soldado e membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  4. Antônio dos Santos Cruz, adotou o nome heroico de Demétrio, era natural de Rio de Janeiro, era Negociante; Capitão de navios; Proprietário de terras em Cantagalo. Membro da loja União e Tranquilidade – Denunciado a Inquisição de Lisboa em 1799.
  5. Antônio José da Lança, adotou o nome heroico de Hipócrates, era Cirurgião, membro da loja Esperança de Niterói
  6. Antônio José de Souza, adotou o nome heroico de Ezio, era Ourives, ocupou o cargo de Tesoureiro da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro. membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  7. Antônio Marques Correia de Aguiar, membro da loja Esperança de Niterói
  8. Belarmino Ricardo de Siqueira, adotou o nome heroico de Aquiles, era natural de Saquarema, Rio de Janeiro, era Capitalista; Proprietário de Terras, membro da loja Esperança de Niterói
  9. Belchior Pinheiro de Oliveira, adotou o nome heroico de Sócrates, era Cônego, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  10. Carlos das Mercês Mícheit, adotou o nome heroico de Dédalo, era Padre, membro da loja Esperança de Niterói
  11. Cipriano Leríco, adotou o nome heroico de Caramuru, membro da loja União e Tranquilidade
  12. Domingos Alves Branco Muniz Barreto, adotou o nome heroico de Sólon, era natural da Bahia, era Militar, Brigadeiro do Exército, ocupou o cargo de Secretário Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  13. Domingos Alves Pinto, adotou o nome heroico de Catão II, ocupou o cargo de arquiteto das Lojas Metropolitanas. Membro da loja União e Tranquilidade
  14. Domingos José de Freitas, adotou o nome heroico de Cabral, era natural da Bahia, Estudou na Universidade de Coimbra: era Bacharel em Leis, membro da loja União e Tranquilidade
  15. Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto, adotou o nome heroico de Zimmermann, era natural de Recife, Pernambuco, era Doutor em Medicina pela Universidade de Paris. Medico da Imperial Câmara, ocupou o cargo de 2o. Vigilante da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  16. Eusébio José da Cunha, adotou o nome heroico de Arcádio, membro da loja União e Tranquilidade.
  17. Fernando José de Melo, adotou o nome heroico de Washington, Curso de Matemática na Real Academia de Marinha. Era Capitão de Fragata da Armada Nacional e Imperial. Membro da loja Esperança de Niterói
  18. Francisco Antônio Leite, adotou o nome heroico de Cícero, Frequentou as “Lições do primeiro Curso da Aula de Comércio desta Corte”, era Negociante, membro da loja Esperança de Niterói – Excluído da Maçonaria por traição.
  19. Francisco Antônio Rodrigues, adotou o nome heroico de Quaker, era Médico, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  20. Francisco Bibiano de Castro, adotou o nome heroico de Sila, era Chefe de Esquadra, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  21. Francisco da Silva Leite, adotou o nome heroico de Egas Muniz, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro- Excluído da Maçonaria por traição.
  22. Francisco das Chagas Ribeiro, adotou o nome heroico de Adamastor, era Alfaiate, ocupou o cargo de Grande Chanceler do GOB, membro da loja Esperança de Niterói
  23. Francisco de Paula Vasconcelos, adotou o nome heroico de Urtubie, era Tenente-Coronel, ocupou o cargo de Experto da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  24. Francisco de Santa Teresa de Jesus Sampaio, adotou o nome heroico de Pílades, era Padre, ocupou o cargo de Orador da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro – Testemunha na Devassa de 02/11/1822.
  25. Francisco José dos Reis Alpoini, adotou o nome heroico de Pelópidas, membro da loja União e Tranquilidade
  26. Francisco Júlio Xavier, adotou o nome heroico de Celso, era natural de Rio de Janeiro, era Doutor em Medicina pela Universidade de Paris. Cirurgião pela Academia Médico-Cirúrgica desta Corte. Médico e Cirurgião, ocupou o cargo de Membro da comissão de elaboração da Constituição Maçônica (ata da sessão n. 4). Mestre de Cerimônias da Loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  27. Francisco Mendes Ribeiro, adotou o nome heroico de Aristides, era Cirurgião-Mor, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  28. Francisco Xavier Ferreira, adotou o nome heroico de Henrique Dias, era natural de Lisboa, era Militar , membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  29. Guilherme Cipriano Ribeiro, adotou o nome heroico de Vasco da Gama, ocupou o cargo de Arquiteto das Lojas Metropolitanas. Experto da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  30. Guilherme Thompson, adotou o nome heroico de Wif, membro da loja Esperança de Niterói
  31. Hércules Octaviano Muzzi, adotou o nome heroico de Baudelocque, era natural de Rio de Janeiro, era Cirurgião, membro da loja Esperança de Niterói
  32. Ignácio Joaquim de Albuquerque, adotou o nome heroico de Nelson, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  33. Ignácio José de Araújo, adotou o nome heroico de Nino, era natural de Rio de Janeiro, Iniciou os estudos em Coimbra, mas os concluiu no Curso Jurídico de Bacharel, membro da loja Esperança de Niterói – Suspenso dos trabalhos maçônicos.
  34. Inocêncio de Acioli Vasconcelos, adotou o nome heroico de Homero, era natural de Alagoas, era Magistrado: Juiz de Fora na Vila de Ilha Grande e Magé (1813- 1817). Desembargador (1822) -Doutor em Direito pela Universidade de Coimbra, membro da loja Esperança de Niterói
  35. Januário da Cunha Barbosa, adotou o nome heroico de Kant, era natural de Rio de Janeiro, Ordenado presbítero secular em 1803, era Padre, ocupou o cargo de Grande Orador do GOB, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  36. João Antônio Maduro, adotou o nome heroico de Camões, Secretário da loja Esperança de Niterói., membro da loja Esperança de Niterói – Suspenso dos trabalhos maçônicos.
  37. João Antônio Pereira, adotou o nome heroico de Niterói, membro da loja União e Tranquilidade – Suspenso dos trabalhos maçônicos.
  38. João Bernardo de Oliveira Barcellos, adotou o nome heroico de Pompeu, membro da loja União e Tranquilidade – Suspenso dos trabalhos maçônicos.
  39. João da Costa Silva, adotou o nome heroico de Hércules, membro da loja União e Tranquilidade
  40. João da Silva Feijó, era Naturalista. Autor de livros. Tenente Coronel do Corpo de Engenheiros, membro da loja União e Tranquilidade
  41. João da Silva Lomba, adotou o nome heroico de Idomeneo, era Capitão, ocupou o cargo de Tesoureiro da loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  42. João Fernandes Tomás, adotou o nome heroico de Trajano, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro – Suspenso dos trabalhos maçônicos.
  43. João Francisco Nunes, adotou o nome heroico de Sepúlveda, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  44. João José Dias Camargo, adotou o nome heroico de Coriolano, ocupou o cargo de Mestre de Cerimônias da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  45. João José Rodrigues de Carvalho Colleta, adotou o nome heroico de Licurgo, era Padre, ocupou o cargo de Cobridor da Loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  46. João José Vahia, adotou o nome heroico de Apolônio Molon, era Professor de Retórica e Poética da Corte do Rio de Janeiro (1815). Advogado, ocupou o cargo de Comissão para redação da Constituição Maçônica. Orador da Loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  47. João Luís Ferreira Drummond, adotou o nome heroico de Catão I, membro da loja União e Tranquilidade
  48. João Mendes Viana, adotou o nome heroico de Graco, era Capitão. Primeiro Tenente do Corpo de Engenheiros (1821), Ocupava o cargo de venerável da loja Comércio e Artes, tendo sido o presidente da sessão magna e extraordinária para a eleição dos oficiais do GOB. 2o. Grande Vigilante do GOB, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  49. João Militao Henriques, adotou o nome heroico de Franklin, era Negociante, membro da loja União c Tranquilidade
  50. João Pedro de Araújo Saldanha, adotou o nome heroico de Júpiter, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro – Excluído da Maçonaria por traição.
  51. João Ribeiro de Castro Braga, adotou o nome heroico de Cook, membro da loja Esperança de Niterói
  52. Joaquim de Oliveira Álvares, era Militar, ocupou o cargo de Delegado do Grão- Mestre
  53. Joaquim Ferreira Franco, adotou o nome heroico de Heitor, era membro da loja Comércio e Artes na idade de Ouro – Excluído da Maçonaria por traição.
  54. Joaquim Gonçalves Ledo, adotou o nome heroico de Diderot, era natural de Rio de Janeiro, era Escriturário da Contadoria do Arsenal Real do Exército (1818), ocupou o cargo de lo. Grande Vigilante do GOB, membro da loja União e Tranquilidade
  55. Joaquim José Ribeiro de Barros, Graduado, era Tenente Coronel, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  56. Joaquim Nunes de Carvalho, adotou o nome heroico de Confúcio, ocupou o cargo de Mestre de Cerimônias da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  57. Joaquim Vatério Tavares, adotou o nome heroico de Adelaid, era natural de Lisboa, era Oficial da Secretaria do Tribunal da Mesa de Consciência e Ordens, ocupou o cargo de 2o. Vigilante da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  58. José Bonifácio de Andrada e Silva, adotou o nome heroico de Pitágoras, era natural de Santos (São Paulo), era Bacharel em Leis e Filosofia pela Universidade de Coimbra. Empregado Público; Professor da Universidade de Coimbra, ocupou o cargo de Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil (1822, 1831- 1838). G:. M:. Adjunto do Grande Oriente do Brasil (1822), membro da loja Esperança de Niterói
  59. José Cardoso Neto, adotou o nome heroico de Napoleão, ocupou o cargo de Tesoureiro da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  60. José Clemente Pereira, adotou o nome heroico de Camarão, era natural de Portugal, era Bacharel em Direito Canônico pela Universidade de Coimbra. Magistrado: Juiz de Fora da Vila Real da Praia Grande (1820). Juiz de Fora da cidade do Rio de Janeiro (1821), ocupou o cargo de Orador da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  61. José da Cruz Ferreira, Magistrado: Desembargador, Membro da loja Esperança de Niterói
  62. José da Cunha Santos, adotou o nome heroico de Virgílio, Membro da loja Esperança de Niterói
  63. José de Almeida Saldanha, adotou o nome heroico de Ícaro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  64. José de Souza Teixeira, adotou o nome heroico de Telêmaco, membro da loja União e Tranquilidade
  65. José Domingos de Ataíde Moncorvo, adotou o nome heroico de Alcebíades, era Capitão de Mar e Guerra, ocupou o cargo de Secretário da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  66. José Ewbanck, adotou o nome heroico de Artaxerxes, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  67. José Ignácio Albernaz, adotou o nome heroico de Ulisses, membro da loja União e Tranquilidade – Excluído da Maçonaria por traição.
  68. José Joaquim de Gouveia, adotou o nome heroico de Esdras, era natural do Rio de Janeiro, era Escrivão da Correição do Crime da Corte e Casa, ocupou o cargo de 1o. Vigilante da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União e Tranquilidade
  69. José Joaquim dos Santos, adotou o nome heroico de Viriato, era Marceneiro, membro da loja União e Tranquilidade
  70. José Joaquim dos Santos Lobo, adotou o nome heroico de Tito, membro da loja União e Tranquilidade
  71. José Maria da Silva Bittencourt, adotou o nome heroico de Fócion, era Militar: Capitão (1820), Major (1822), ocupou o cargo de 2o. Vigilante da Loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  72. José Rodrigues Gonçalves Valle, adotou o nome heroico de Sertório, membro da loja Esperança de Niterói
  73. Luís Círíaco, adotou o nome heroico de Albuquerque, membro da loja União e Tranquilidade
  74. Luís Manuel de Azevedo, adotou o nome heroico de Epaminondas, era natural do Rio de Janeiro, Escriturário da Tesouraria Mor do Tesouro Público, membro da loja União e Tranquilidade
  75. Luís Manuel Pinto Lobato, adotou o nome heroico de Avelino, era Militar, membro da loja Esperança de Niterói
  76. Luís Pereira da Nóbrega, adotou o nome heroico de Turenne, era natural do Rio de Janeiro, Militar, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  77. Luís Pereira da Silva Manuel, adotou o nome heroico de Epicuro, era Proprietário de Terras, membro da loja Esperança de Niterói
  78. Manuel Carneiro de Campos, adotou o nome heroico de Pizarro, era natural de Santana do Sacramento, Bahia, era Intendente do Arsenal do Exército do Rio de Janeiro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  79. Manuel da Fonseca Lima e Silva, adotou o nome heroico de Amílcar, era natural do Rio de Janeiro, Militar, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  80. Manuel dos Santos Portugal, adotou o nome heroico de Brutus, era Tenente-Coronel, ocupou o cargo de Venerável da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  81. Manuel Gaspar Moreira, adotou o nome heroico de Palinuro, membro da loja Esperança de Niterói
  82. Manuel Inocêncio Pires Camargo, adotou o nome heroico de Apolonides, era natural de Minas Gerais, Oficial da Secretaria da Justiça, ocupou o cargo de Experto da Loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  83. Manuel Joaquim Correia da Silva, adotou o nome heroico de Mitridates, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  84. Manuel Joaquim de Menezes, adotou o nome heroico de Penn, era Cirurgião, ocupou o cargo de Cobridor da Loja União e Tranquilidade, membro da loja União c Tranquilidade
  85. Manuel José da Silva Souza, adotou o nome heroico de Pólux, membro da loja Esperança de Niterói – Suspenso dos trabalhos maçônicos.
  86. Manuel José de Oliveira, adotou o nome heroico de Bolívar, era Militar, ocupou o cargo de 1o. Grande Secretário do GOB, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  87. Manuel Pinto Ribeiro Pereira de Sampaio, adotou o nome heroico de Dario, era natural do Espírito Santo, era Bacharel pela Universidade de Coimbra; Magistrado: Juiz de Fora na Vila do Rio Grande de São Pedro (1816). Desembargador da Relação da Bahia (1824), membro da loja União e Tranquilidade
  88. Manuel Telles Ferreira Pita, adotou o nome heroico de Orestes, era Padre, membro da loja União e Tranquilidade
  89. Miguel de Macedo, adotou o nome heroico de Magalhães, Na sessão magna para a eleição dos oficiais do Grande Oriente ocupou o cargo de 1. Vigilante e secretário, membro da loja União e Tranquilidade
  90. Pedro José da Costa Barros, adotou o nome heroico de Demócrito, era natural de Aracati, Ceará, era Militar, ocupou o cargo de Venerável da Loja Esperança de Niterói, membro da loja Esperança de Niterói
  91. Pedro Orsini Grimaldi, adotou o nome heroico de Castor, ocupou o cargo de Cobridor da Loja Comércio e Artes na idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  92. Ricardo Alves Vilela, adotou o nome heroico de Rômulo, era Escriturário da Contadoria da Marinha (1820), membro da loja Esperança de Niterói
  93. Ruy Gerniack Possolo, adotou o nome heroico de Curius, era natural de Lisboa, Era Escriturário da contadoria do Real Erário (1811). 2° Comissário da Tesouraria Geral das Tropas, membro da loja Esperança de Niterói
  94. Samuel Wook, adotou o nome heroico de Rousseau, membro da loja União e Tranquilidade
  95. Tomás José Tinoco de Almeida, adotou o nome heroico de Adriano, era natural do Rio de Janeiro, era Oficial da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça, ocupou o cargo de Venerável Interino da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro. Io. Vigilante da Loja Comércio e Artes na Idade de Ouro, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
  96. Tomás Soares de Andrade [Araújo], adotou o nome heroico de Segismundo, membro da loja Comércio e Artes na Idade de Ouro
Publicado on setembro 8, 2013 at 10:08 am  Comments (6)  

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6 ComentáriosDeixe um comentário

  1. Gostaria de obter mais informações sobre o número 3 da sua lista “Antônio Correia Picanço”. Acredito que ele é um ascendente direto meu.

    Grato.

    Leonard Martins

    • Trata-se de Antônio Correia Picanço de Faria, nasc. por volta de 1806,
      em Lisboa, e fal. antes de 1838], Guarda Roupa de S.M.I. Fidalgo Cavaleiro [Alv. de 18.04.1821.
      Livro 65.º das Mercês, fl. 170v]. Filho do Desembargador, Conselheiro e Fidalgo Cavaleiro, Dr.
      Antônio Correia Picanço e de Mariana Justina de Faria. Estabeleceu-se no Rio de Janeiro (Brasil),
      onde deixou geração de seu cas., em 1831, no Rio, com Maria Luiza Xavier [c.1811, RJ – ?], filha
      do Sarg.-Mor José Antônio dos Santos Xavier, patriarca de uma das famílias Xavier, do Rio de
      Janeiro.

      Antonio Correia Picanço era desembargador no Rio de Janeiro e filho de

      JOSÉ CORREIA PICANÇO

      Veja também http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=511:correia-picanco&catid=38:letra-c

  2. “Só se foram os fundadores do Grande Oriente Brazílico, porque o Grande Oriente do Brasil, não foi fundado em 1822!” Já está na hora da Maçonaria brasileira parar de mentir informações infundadas aos incautos. É sabido que o Grande Oriente do Brasil, fundado em 1831, absorveu o Grande Oriente Brazílico (de carís Carbonário), muitos anos depois e açambarcou a data de fundação deste, como sua. Isso é um descalabro da velha e trambiqueira maçonaria brasileira. Walmir Battu33.´.

    • Tens toda razão. E na realidade o GOB foi fundado em 1829. Não vejo trambique algum nisso. Pelo contrário, é o prosseguimento da tradição da maçonaria brasileira.

      O que não se fala é que ela desapareceu em 1927 graças ao Renegado mario behring, e nunca mais se recuperou.

      • Agradeço a acolhída de meu comentário, ao Ir.´. Zehfiraldo.. Lamentavelmente, a maçonaria brasileira e nas demais partes do mundo, vivem as turras brigando por territórios e regularidades, eivada de preconceito e discriminação, cedendo lugares aos dissidentes e rachas intestinos, que cada vez mais está desmoralizada e enfraquecida, de tal maneira que lota o Congresso Nacional de políticos corruptos e venais, saídos de suas ostes, salvo raríssimas exceções. Pode ser que o dileto Ir.´,. tenha razão quanto ao Mario Behring, Como Carbonário, odeio traidores e os que promovem cisões por vaidade e ou ambições, não gozam de meu apreço, muito menos aqueles que no passado foram o viés da discórdia na maçonaria.
        Receba meu fraternal abraço.
        Walmir Battu33.´.


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