MAÇONARIA DA GERAÇÃO Y: COMO AQUELES EM SEUS VINTE E TRINTA ANOS ESTÃO MUDANDO A MAÇONARIA

Tradução José Filardo

 

Publicado em 4/5/2016 na Revista Oficial da GLUI –  Freemasonry Today

 

CRUCIAL E FELIZMENTE OS MILENARES ESTÃO SE TORNANDO MAÇONS

Aqueles com menos de trinta anos constituem, atualmente, apenas dois por cento dos maçons britânicos. Isso pode parecer insignificante – a não ser quando você note que eles também são precisamente a única faixa etária na maçonaria cujos números estão crescendo.

A participação de pessoas com menos de trinta anos está atualmente em alta de 7,65 por cento. Compare isso com uma diminuição em todas as outras faixas etárias – pouco mais de dez por cento para as pessoas nos seus 40 anos, sete por cento das pessoas nos seus 50 anos, e pouco menos de dez por cento para as pessoas em seus 60 anos.

Este é um alívio significativo de um dobre de finados para todos nós. No Reino Unido, um pico do pós-guerra empurrou nossos números para mais de meio milhão de maçons.

Nos últimos anos, não somos nem metade disso – 228.000 em 2011, 214.000 em 2013.

E este não é só o caso da Maçonaria inglesa. As tendências têm sido amplamente paralelas através do Atlântico, onde 1959 testemunhou uma alta na filiação maçônica americana até quatro milhões, impulsionada por uma geração de candidatos leais que retornavam da guerra, despencando até a metade, pouco depois de 2000.

Se quisermos saber o que o futuro reserva para a Maçonaria, poderíamos fazer pior do que olhar para Maçonaria dos millennials. O que maçons em seus vinte e trinta anos dizem sobre o que eles procuram em sua experiência maçônica? O que eles dizem que gostariam de mudar na maçonaria?

Conversei com um grupo de maçons em seus vinte e tantos anos e início dos trinta, colocando-lhes estas duas perguntas. Entre eles, eles tínhamos um Companheiro, recém escolhido em seu primeiro mandato como Guarda Interno, dois Mestres atuais, e três ex-veneráveis, um dos quais é agora um Secretário de loja. Eles estão ingressando na maçonaria em alguns números – o que aparência eles, por sua vez, desejam que a Maçonaria tenha?

VOZES DOS MILENARES

John

John trabalha em TI e tem trinta e poucos anos. Um ex-venerável ativo de Londres, ele ganhou três caixas de fósforos de prata por cerimônias perfeitas de palavra, da Loja de Aperfeiçoamento de Emulação, e acaba de ser investido como Grande Mestre de Banquetes Metropolitano. Ele responde com quatro maneiras nas quais ele gostaria que a maçonaria mudasse:

  1. Início das sessões mais tarde. 16:00 é cedo demais para a maioria dos trabalhadores assalariados. Dias de folga são preciosos, e eu não gosto de reservar dias de folga ou meios dias de folga para maçonaria, a menos que seja estritamente necessário.
  2. Preservar o ritual. Ele é o cerne do que fazemos. É um pouco difícil fazer isso começando mais tarde, mas é possível. Eu não vou a reuniões para ouvir atas ou relatórios do Hospitaleiro (desculpe, Irmão Hospitaleiro – tente mandar por e-mail na próxima vez).
  3. Jantares mais baratos. Este é um ponto controverso, pois muitos jovens abastados estão à procura de algum jantar muito bom. Eu, infelizmente, descobri-me evitando tais jantares, pois acho difícil justificar com nossa querida esposa o pequeno aperto financeiro que estamos experimentando.
  4. Levá-la a sério. É bom dar risadas, mas se a sua loja ou unidade não leva essencialmente a sérioque eles estão fazendo, eu preferiria estar em outro lugar.

Niall

Niall, 27 anos, trabalha como gestor de investimentos e é secretário de uma loja de Londres, onde ele também é Ex-Venerável. Ele diz: “Uma coisa que continua aparecendo é o código de vestuário e o horário das reuniões. Eu acho isso, no mínimo, interessante. ”

Richard

Richard, 33 anos, é um gerente sênior em uma empresa de serviços profissionais. Ele ingressou na Maçonaria em setembro, é agora um Companheiro, e acaba de assumir seu primeiro cargo como Cobridor Interno. Ele cuidadosamente observa:

“Eu acho que um dos desafios com a geração do milênio é que eles podem ver a Maçonaria como eles vêem as organizações Jovens Agricultores ou Futuro Conservador. Ela é para um certo tipo de nerd rico educado em escola particular. Há uma abundância de geeks por aí que aproveitariam a Maçonaria, mas têm uma visão de mundo oposta, ou pelo menos diferentes da dos Jovens Agricultores ou Futuro Conservador. Então, há as reuniões festivas – socializar com pessoas fora da sua faixa etária é muitas vezes um desafio para os mais jovens. Isso sem mencionar as despesas com jantares.

“Para mim, acho que a Maçonaria oferece uma jornada de descoberta pessoal, algo que não consigo encontrar só na política ou na religião. Eu contei a meus dois amigos mais próximos e as suas respostas foram: 1) não é um pouco estranho todas aquelas vestimentas? e 2) Eu acho que será bom para a sua carreira, pois maçonaria é sobre homens subindo o pau de sebo. Então eu tive que explicar a fraternidade, caridade, etc.

Danny

Danny, na casa dos trinta, é um maçon de Leicestershire, trabalha como consultor, e está fortemente envolvido com as Fraternidades Acadêmicas. Ele pede mais Racionalização de Projeto (horário de sessão mais tarde, corte de partes desnecessárias, etc.) ao mesmo tempo que se mantém os princípios da Ordem.

Expandir as Fraternidades Acadêmicas e Clubes Azuis Leves por todo o país. Esquemas de orientação mais fortes para cuidar e reter membros. Maior abertura e sensibilização do público, inclusive nas celebrações do Tricentenário. Modernização em termos da uso de comunicações eletrônicas para manter os membros da loja atualizados em nível de loja, provincial e GLUI. Consciência mais profunda do que está acontecendo fora de sua própria loja. E um avanço no uso dos meios de comunicação social”.

Richie

Richie, na casa dos trinta, é um funcionário do governo local. Ele é um recente ex-venerável de uma Fraternidade Acadêmica, Loja Honor and Generosity No.165. Ele quer ver mais do Esquema de Fraternidades Acadêmicas, múltiplas cerimônias, múltiplos candidatos e levá-los rapidamente escada acima.

Tim

Tim, 34 anos, é um consultor em Oxford, onde terminou um doutorado cinco anos atrás. Atualmente, ele é o Venerável da Loja Apollo University No.357.

‘A chave da Maçonaria para os mais jovens é pensar nela como um curso de desenvolvimento pessoal social e beneficente. Para considerar os três relacionamentos, ela tenta nos encorajar a pensar sobre a nossa relação com o nosso Criador, uns com os outros e consigo mesmo. ”

RESUMO

Para resumir, os maçons entrevistados não estavam nela para jantar. Cada um deles, sem ser perguntado, sublinhou o ritual, desenvolvimento pessoal e moral e caridade.

Eles pediram uma maçonaria que seja adaptada às práticas de trabalho, como no caso de John e Niall; e uma que responda aos desejos de empreendedorismo de beneficência individual.

GERAÇÃO DO MILÊNIO

Os jovens maçons que quem falamos mostram muitas das características mais marcantes da geração do milênio – mais ou menos os nascidos de 1982 em diante.

Esta geração foi assim chamada primeiro pelos historiadores William Strauss e Neil Howe nos Estados Unidos – para registrar um marco demográfico por volta de 1980 a 1990, à medida que os “Baby Boomers” nascidos depois da Segunda Guerra Mundial produziram seus próprios filhos. E o nome captura o fato de que eles atingiriam a maturidade a partir de 2000 em diante, neste bravo milênio.

Se eles estão ingressando na maçonaria, ainda não é outro segmento dentro do tecido do establishment, e não é – em flagrante diferença dos parcos “ingressantes” que retornaram do Somme e Normandia para buscar experiências comuns em casa após a sua desmobilização – porque eles gostam muito de ingressar em coisas.

Na verdade, é provavelmente bem o contrário. Segundo a pesquisa Atitudes Sociais Britânicas, é menos provável que a geração do milênio se considere parte de uma denominação religiosa particular, é menos propensa a aderir a um partido político ou a um sindicato, e é menos propensa a ter uma visão especialmente alta das forças. Embora o interesse em assuntos atuais seja bastante forte (em dois terços, quando perguntados pela Sociedade Hansard em um estudo de engajamento político de 2013,) a política partidária deixa a geração do milênio fria (com um terço confessando algum interesse).

Eles são ferozmente individualistas. Pesquisa da YouGov os mostra mais propensos que os mais velhos a considerar o enfrentamento dos problemas sociais uma responsabilidade dos indivíduos, em vez de o governo. A geração do milênio britânica em especial, comparada aos seus vizinhos europeus da mesma geração, é relaxada sobre questões sociais – casamento do mesmo sexo, por exemplo, ou o consumo de álcool, tabaco ou maconha, de acordo com um estudo do Eurobarômetro.

Também é muito mais provável que eles criem o seu próprio negócio que suas contrapartidas em qualquer outro país europeu. Parte disso tem a ver com a Grã-Bretanha – um país com alta frequência universitária, que se correlaciona com liberalismo social, com um mercado de trabalho flexível e competitivo, tendendo para a competitividade e individualismo, e cujos cidadãos (de acordo com a Economist) “organizam suas vidas em mídias sociais com mais zelo que a maioria”.

“Isolados de instituições e em rede com amigos” é como o Pew Research Center descreve a geração do milênio em um estudo de março de 2014. O mundo da geração do milênio é digital, com 41% admitindo que preferem se comunicar eletronicamente do que pessoalmente ou por telefone. A afinidade dessa geração com o mundo digital, enquanto nativos digitais, permeia o que eles procuram de organizações – flexibilidade, experiências variadas e interessantes, feedback regular, uma oportunidade de continuar aprendendo.

Desconfortáveis com estruturas organizacionais rígidas, seu empregador paradigmático é o Google ou a Apple, ou ainda melhor, uma nova empresa de tecnologia. Eles valorizam mentores de gerações mais velhas, mas há indícios de um possível conflito de gerações latente – 38% dizem que no local de trabalho, a administração mais idosa não se relaciona com eles, 34% dizem que sua motivação pessoal intimida as gerações mais velhas, e metade achava que seus gestores nem sempre entendem as formas como usaram a tecnologia.

Um relatório da Price Waterhouse Cooper sobre a Geração do Milênio no trabalho diz que a crise econômica global foi a sua experiência de vida , tornando-os desconexos, com medo profundo do desemprego (72 por sentimento cento teve que abrir mão de alguma coisa para conseguir um emprego), mas com a aprendizagem e desenvolvimento pessoal sendo ainda a coisa mais importante que eles esperam dos empregadores – horários de trabalho flexíveis vêm em segundo lugar, com bônus em dinheiro em um surpreendente terceiro lugar.

Eles não gostam especialmente de ingressar em instituições, mas estão ingressando nesta. Por quê? Sem dúvida, o engajamento profundamente pessoal com o desenvolvimento moral incentivado pela Maçonaria – que o ritual está lá, extremamente sugestivo, mas como você o interpreta e se envolver com ele é totalmente com você – atrai a geração do milêncio que tem uma desilusão com a instituição da autoridade. Assim como o faz a exclusão de religião e política do espaço maçônica, ambos discursos desacreditados para a geração Y.

Conforme Richard notou acima, eles dificilmente ingressaram na Maçonaria porque, já tendo se juntado aos Jovens Conservadores e Jovens Agricultores, eles desejam mais do mesmo – voltando talvez em um círculo maravilhosamente completo às origens iluministas da organização, motivados pela tolerância, livre pensamento e ceticismo.

A natureza contracultural da Maçonaria em 2016 pode até mesmo atrair. Teorias conspiratórias têm menos tração entre os Milenares, igualmente ao lado de todos os outros pontos de vista recebidos.

FUTURO DA MAÇONARIA

A Maçonaria Milenar até agora incentivou suas próprias instituições. O Connaught Club, fundado em 2007 para maçons da área de Londres com idade abaixo de 35 anos, é uma delas – para membros de lojas que abrangem a mistura de idades, é uma filiação nova que congrega membros de diferentes lojas e está ligada a uma geração. O esquema de Fraternidades Acadêmicas é outro, criado em 2005, com a missão de “estabelecer e aperfeiçoar arranjos e oportunidades para alunos de graduação e outros membros da universidade para desfrutar a Maçonaria”.

A Maçonaria em universidades tem seu próprio sabor – cerimônias com múltiplos candidatos, e em muitos casos mais de um grau trabalhado em uma mesma noite são a norma, assim como uma progressão rápida nos cargos – em ambos os casos, a fim de conduzir novos maçons através de tanto de seus percursos maçônicos quanto possível dentro do contexto de um curto período de tempo na universidade.

Embora os nossos números estejam felizmente se estabilizando, a aquisição de novos membros desde o boom do pós-guerra significará que há um ligeiro excesso de unidades, sendo permitido a muitas das lojas do século XX e capítulos devolver suas cartas constitutivas, para permitir um número ligeiramente menor de unidades saudáveis, em vez de um número muito maior de unidades com apenas sete ou oito membros. Curiosamente, diz Mike Baker, o Diretor de Comunicações da GLUI em uma entrevista a esta revista, em comparação com o estado da Maçonaria na consagração do atual Freemasons Hall em Great Queen Street, os números agora e, então,’ não são radicalmente diferentes, mas o número de lojas é incrivelmente numeroso agora’.

Outra tendência é o reaproveitamento de outras unidades em decadência – especialmente as lojas do século 19 que são a nossa prata da casa Vitoriana, detentores de Jóias Hallstone e passados um pouco mais longos. Muitas vezes, isso acontece em lojas de classe unindo pessoas ao redor de interesses particulares compartilhados. Eu devo uma confissão pessoal que, no ano passado eu contribuí para precisamente tal travessura, ao refundar uma loja Hallstone agonizante como uma Loja de Clube do Livro em Londres chamada Tivoli Libris Lodge No. 2150, cujas reuniões festivas são todas abertos a convidados (incluindo não-membros e mulheres) e que discute um livro diferente em cada ocasião em torno de pudim e Porto. A abertura, nós descobrimos, nos desmistifica um pouco, mostra a maçonaria como algo carinhosamente erudito, peculiar e acolhedor, e nós ja tivemos iniciados que saíram dos convidados de cada reunião até agora.

Na mesma linha, junho testemunhou a consagração de uma loja de futebol em Hampshire e Isle of White – que já havia consagrado uma loja de ciclismo, uma loja de rugby com o nome robusto de Rugby Bastion. West Kent também está se movimentando para formar uma loja de ciclistas.

Outro ponto de referência conveniente pode ser o  Relatório sobre o Futuro da Maçonaria, que a UGLE encomendou em 2012. O documento foi em grande parte um exercício de avaliação com o tricentenário da UGLE – e da moderna maçonaria – começando a ser vislumbrado no próximo ano, em 2017. Na página 29, o relatório – preparado pelo Centro de Pesquisas de Questões Sociais em Oxford – conclui que, “mesmo na vanguarda de tecnologias de comunicação do século XXI, nossa necessidade de intercâmbios simbólicos que reforçam laços sociais permanece tão evidente quanto nunca.”

Ele prossegue observando que, à semelhança dos Milenares acima, “talvez surpreendentemente, foram os maçons mais jovens quem colocam a maior ênfase nos rituais, vendo-os como um atrativo distinto da Maçonaria desde o início”, tudo “à medida que os rituais mais formais da vida britânica decaem”. Isso tem um apelo forte para membros mais jovens, na forma como ele combina aspectos agradáveis e divertidos com outros mais sérios envolvendo a ‘transmissão de códigos morais pela reflexão sobre as experiências dramatúrgicas e frases antigas.

Há uma excelente citação lá, de um maçom que ocupa um cargo em uma loja universitário, que diz: ‘O ritual é uma coisa estranha e sedutora. Como um estranho você se maravilharia com isso. Como um homem inteligente você diria: “Isto é extraordinário.” E ainda assim eu vejo esses [estudantes universitários] vira para a maçonaria e eles a adoram.

“E eles competem uns com os outros em uma espécie de jogo sério. Eles inserem “cacos” no ritual para pegar uns aos outros. ”

CONCLUSÃO

O que isso significa para maçonaria deles? Coisas alegres, eu acho. A Maçonaria está adquirindo, de forma rápida e em alguns números, uma geração que não mostram sinais de considerar importante a hierarquia, cuja predileção de ver alvenaria como um clube de jantares (embora reconhecidamente, o melhor clube de jantar) é fraca, guiada por um senso de seriedade moral e insatisfação com as respostas para as grandes questões, em oferta quer da religião organizada ou dos partidos políticos – questões para as quais a sua forte disposição é responder eles mesmos, educados, e com beneficência empresariais.

Mais especulativamente, outros têm levantado a questão de saber se a Maçonaria dos Milenares pode produzir uma relação funcional diferente e mais íntima entre a GLUI e duas grandes lojas de mulheres.

Para uma perspectiva mais nacional, eu fui a Manchester recentemente e compartilhei muitos disso em uma conferência Provincial que incluía tanto maçons jovens quanto mais velhos, assim como o Grão-Mestre Provincial. Um velho maçom chegou a sugerir que, se os maçons mais jovens eram menos atraídos por jantares, talvez os centros maçônicos devessem examinar a possibilidade de converter algumas de suas salas de jantar em academias, com acesso livre para maçons. Reter jovens membros que ingressaram através da Fraternidades Acadêmicas pareceu ser um desafio fundamental, também – as relações com lojas “receptoras” de Londres estão bem estabelecidas para as lojas ligadas às Universidades mais antigas no Sudeste, mas menos, digamos, para os graduados do Norte que se mudam para a capital.

Em todo caso, e em quase todos os aspectos, a inclinação da geração Y será de deslocar-nos de volta até onde começamos – uma instituição menos pesada, um refúgio de tolerância em um mundo partidário e raivoso. E uma Maçonaria cujos esforços de beneficência compartilhem um pouco mais em comum com a cultura de novas empresas do setor de tecnologia, e mostre um pouco menos do que Mike Baker chama de “pornografia maçônica”, o que um Milenário citado acima chama de “grip’n grin”- velhos, segurando um grande cheque.

 

Pádraig Belton é jornalista e secretário da loja de clube do livro de Londres, Tivoli Libris Lodge No. 2.150. Seus jantares de livro são muito abertos a todos, e levantam tostões para instituições de caridade de alfabetização de Londres, britânicas, e no exterior.

 

Publicado on junho 4, 2016 at 6:58 pm  Comments (2)  

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