Isaac Newton, o herege – Parte VI

Tradução José Antonio de Souza Filardo

PARTE VI

AJOELHANDO-SE NA CASA DE RIMOM: ESTRATÉGIAS DE OCULTAÇÃO

Depois de se tornar um herege no início dos anos 1670, Newton enfrentou uma crise de consciência: inscrever-se nos Trinta e Nove Artigos e tornar-se ordenado em uma Igreja apóstata até 1675 ou desistir de sua Bolsa. Há evidências de que Newton tentou garantir uma bolsa de doutorado em Direito em fevereiro de 1673. (115) Westfall acha isso plausível e usa-o como um terminus ad quem para a conversão de Newton ao antitrinitarianismo. Após esta tentativa frustrada, Newton escolheu os princípios e estava preparado para renunciar à sua Bolsa quando uma suspensão de última hora veio de Charles II, permitindo-lhe ficar em Cambridge sem se ordenar. (116) Newton havia se tornado um Nicodemita.

Nesta seção, eu uso uma reconstrução do Nicodemismo de Newton para avaliar suas manobras religiosas públicas. (117) No cerne do Nicodemismo está o que eu chamo de ‘estratégias de ocultação’. A ocultação assumiu duas formas: a simulação de conformidade e não conformidade dissimulada (ou oculta). Para usar uma articulação contemporânea por Richard Steele, ‘simulação é um fingimento de que não se é, e Dissimulação uma ocultação do que se é. (118) Por cerca de 55 anos, Newton simulou anglicanismo ortodoxo e heresia dissimulada. O termo latino Nicodemita foi usado pela primeira vez por Calvino para caracterizar cripto-protestantes nos territórios católicos que se conformavam publicamente com a idolatria de Roma (119) – uma situação não muito diferente da própria situação de Newton. Uma tradição de décadas de cripto-Socinianismo tinha existido entre a diáspora dos Irmãos Poloneses nos Países Baixos e também havia cripto-socinianos na Inglaterra. Em algum momento, Newton, cujo amigo Locke era ele próprio um tipo de cripto-Sociniano (120) teria tomado conhecimento de tais redes subterrâneas e estratégias Nicodemitas.

Na época de Newton, um repertório de textos bíblicos havia sido reunido para justificar a simulação e dissimulação. (121) O caso mais notável foi o epônimo de Nicodemismo, o discípulo de Jesus que vinha até ele à noite (João 3: 2). José de Arimatéia, assim como Nicodemos, era um seguidor de Jesus, ‘mas secretamente por medo dos judeus’ (João 19: 38). Exemplos do Antigo Testamento também poderiam ser invocados. “Depois de receber ordens de Deus para derrubar um altar ilícito de Baal, Gedeão realizou seu dever durante a noite, ‘porque ele temia a casa de seu pai e os homens da cidade” (Juízes 6: 27). Após converter-se ao Deus de Israel, Naamã, o sírio, insistiu com Eliseu para obter permissão para continuar a ajoelhar-se na casa de Rimom, enquanto participava do culto a este ídolo pagão (2 Reis 5). A resposta do profeta (‘ide em paz’) ​​foi tomada como um imprimatur divino da simulação. Que este último exemplo ainda era moeda corrente no século XVIII é mostrado por seu uso contra Whiston por ‘frequentar o serviço público da Igreja da Inglaterra’. (122)

Frequentar o serviço Igreja da Inglaterra, Newton certamente o fez. Em Cambridge, Newton comparecia fielmente ao culto de domingo na Igreja de Santa Maria Grande – embora sua participação durante a semana na capela fosse lenta o suficiente para que seu companheiro de quarto Humphrey Newton comentasse ‘ainda assim, ele mal conheceu a Casa de Oração’. (123) Se qualquer verdade pode ser vista no depoimento faccioso de Stukeley, não aconteceu tal retrocesso em seu período de Londres. Stukeley observou que o grande homem ‘não podia escusar-se da adoração solene semanal do Ser Supremo, tanto por princípio quanto por sua influência e exemplo, e ele era sensível ao fato de que muitas pessoas estavam atentas à sua conduta àquele respeito’. (124) Tal política seria coerente com seu desejo de parecer temente a Deus; Newton odiava que as pessoas pensassem que ele era um infiel. Um Certificado Sacramental sobrevivente dos Registros do Condado de Middlesex fornece prova legal da presença de Newton à comunhão na igreja paroquial de St. James em 05 de julho de 1702. (125) Finalmente, tanto sua duodécima bíblia “com capa suja”, juntamente com livro de orações bem gasto em sua oitava bíblia, prestam testemunho físico do culto habitual na Igreja idólatra. (126)

Talvez porque ele estava ciente de que muitos estavam atentos à sua conduta, Newton fazia questão de se envolver (ou deixar-se envolver) publicamente com a Igreja estabelecida. Quando servia no Parlamento como deputado pela Universidade de Cambridge em 1689, Newton foi nomeado para ocupar um lugar em uma comissão para liberar ministros Protestantes Franceses. (127) Por vinte dois anos, desde 1700 Newton era um dos nove encarregados do Golden Square Tabernacle, uma nova capela construída na paróquia de Londres. (128) Seus deveres envolviam a seleção de pregadores, como em 1718 quando ele e seis outros diretores (incluindo Clarke) nomearam Arthur Ashley Sykes para o sermão da tarde. (129) Além disso, Newton foi nomeado para a comissão para construir cinquenta novas igrejas em Londres e Westminster. (130) Ele também se tornou um comissário para o projeto de conclusão da catedral de São Paulo. (131) No final de 1705, o recém-nomeado cavaleiro Sir Isaac também podia ser encontrado jantando com os bispos no Palácio Lambeth. (132) Mas, o mais impressionante de tudo foi a nomeação de Newton em 15 de Maio 1689 (133) para uma comissão parlamentar para examinar a ‘Lei para Liberdade e Indulgência com Dissidentes Protestantes. Esta não era outro senão a lei Tolerância de 1689. Os membros da comissão, todos quais deveriam ter voz nas deliberações, deviam se reunir em 16 de Maio de 1689. Quando eles relataram ao Parlamento no dia seguinte, eles incluíram entre seus acréscimos recomendados a exigência de que os dissidentes ‘professassem a fé em Deus Pai e em Jesus Cristo, seu Filho eterno, o verdadeiro Deus, e no Espírito Santo, um Deus eternamente bendito’. (134) O que poderia Newton – a esta altura um antitrinitariano feroz – fazer nestas circunstâncias urgentes? Ele não se atreveu a levantar suspeitas por se manifestar contra a emenda. Talvez ele mantivesse um silêncio cauteloso. Teria sua implicação na Lei 1689 – dirigida como era, em parte, contra dissidentes não trinitários como ele próprio – pesado sobre ele e possivelmente até mesmo contribuir para o estresse psicológico que levou ao seu colapso nervoso em 1693? Ou será que ele justificou seu envolvimento, convencendo-se da distinção Hobbesiana entre a doutrina publicamente legislada e a fé que se pode praticar silenciosamente em particular? Também é possível que ele tenha visto a Lei como um avanço positivo para os dissidentes e um arauto de liberdades ainda maiores por vir. Nós nunca saberemos. (135) Por outro lado, o envolvimento (intencional ou não) em uma Lei que estendeu nenhuma tolerância à heresia serviria como a maior cobertura para um herege secreto. Embora o próprio Newton possa não ter visto essas diferentes ações como simulatórias, na prática elas eram (mesmo quando e se ele não procurasse ativamente as nomeações). (136) A impressão favorável que ele produzia sobre seus amigos ortodoxos é testemunho chocante de sua eficácia.

Os convertidos de Newton, Haynes e Whiston oferecem comparações úteis. Dizem-nos que Haynes tornou conhecida a sua oposição a aspectos da liturgia anglicana sentando-se em momentos adequados. (137) Whiston, a princípio contentou-se com a abster-se de repetir o Credo de Atanásio e em seguida progrediu sentando-se quando este Credo era lido, para mostrar a toda a Congregação [sua] discordância com aquilo. (138) Se Newton jamais seguiu tais práticas, é certo que teríamos sabido. É claro, Newton também tinha a vantagem do conluio com seu pároco: o companheiro herege Samuel Clarke.

Como Newton via a sociologia do Nicodemismo? Em seu tratado inicial sobre o Apocalipse, escrito na década de 1670 pouco depois de ele ter se tornado um herege, Newton faz alusão a líderes judeus como Nicodemos e José de Arimatéia e estabelece uma política firme anti-Nicodemita:

‘quando estás convencido, não tenha vergonha de professar a verdade, porque caso contrário poderás tornar-se uma pedra de tropeço para outros, e herdar a sorte daqueles Governantes dos judeus que acreditavam em Cristo, mas ainda estavam com medo de confessar, receosos de que fossem ser expulsos da sinagoga. Portanto, quando fores convencido não se envergonhe da verdade, mas professe-a abertamente’ (139)

Ele passa a declarar: ‘alegra-te, se tu és considerado digno de sofrer na tua reputação ou de qualquer outra forma em nome do Evangelho’. (140) Aqui, certamente, está um exemplo em que os ideais de Newton não correspondem às suas ações. Curiosamente, Newton usa o verbo ‘dissimular’ três vezes em suas ‘perguntas paradoxais’. (141) Sobre a questão se o Conselho da Igreja de Sardica era Ariano apesar das aparências, ele escreveu:

Se você disser que eles dissimularam e eram Arianos em seus corações enquanto eles eram ortodoxos em sua linguagem, devo perguntar-lhe como você ou alguém mais sabe pode saber [que] porque uma acusação sem conhecimento é aquela que o mundo chama de calúnia de clamor e malícia. Nós não temos outros meios de saber a fé dos homens, a não ser por profissão & comunhão aberta e modo de culto. (142)

Newton, mais tarde, ele mesmo uma vítima da calúnia, não tinha dificuldade em ver as implicações contemporâneas:

[Se] qualquer corpo de homens e igreja de nossa época fizer qualquer acusação [heresia] sobre qualquer corpo de homens de sua própria comunhão, a única resposta que, não obstante a sua profissão e prática de comunhão eles eram hereges em seus corações e somente tal procedimento devia justamente ser considerado por homens sóbrios como malicioso e bárbaro e mais como qualquer outra sobre o que já ouvimos”. (143)

Parece extraordinário que Newton pudesse escrever tais coisas em um documento privado. Claramente, ele sabia por experiência própria que conformidade externa não era garantia da ortodoxia interior. É possível que ele esteja argumentando que observadores somente têm o direito de comentar sobre ações externas, preservando assim a esfera privada como a jurisdição do indivíduo e Deus dele ou dela. Este raciocínio também pode ter sido preparatório para uma defesa caso ele viesse a ser exposto. Em outro manuscrito, escrevendo sobre os terríveis excessos do poder de perseguição Trinitário no século IV, Newton é particularmente sensível aos efeitos de tal opressão sobre a minoria não trinitária, escrevendo que ‘se eles foram privados de suas Igrejas fosse a única coisa que os afligisse, o que você acha que era sua dor depois, quando o seu culto, mesmo em casas particulares foi interditado [?]’. (144) Newton compartilhava seu horror diante da imposição forçada de idolatria e estava enfurecido com a impiedade bruta de legislar um fim ao culto privado dos dissidentes. Como ele bem sabia, a esfera doméstica era sagrada como o único domínio não policiado onde ele mesmo podia exercitar a heresia em paz e sem oposição.

Newton tinha que policiar suas palavras diariamente; um deslize ocasional ou uma mudança indiscreta da frase poderia ter soletrado desastre. Dois incidentes lançam luz sobre a dissimulação de Newton. Stukeley foi testemunha de um incidente revelador que ocorreu quando Godfrey Kneller estava pintando seu retrato de Newton em 1720. Notando que era o temperamento de Sir Isaac falar pouco eu estava encantado ao observar Sir Godfry, que não era famoso por sentimentos de religião, peneirado Sir Isaac para descobrir suas noções naquela cabeça, que lhe respondeu com sua modéstia habitual e cautela”. (145) Gaetana Debi, a primeira esposa de Antonio Cocchi (ele próprio conhecido por sua não-ortodoxia), tem a fama de ter pedido a Newton sua opinião sobre a imortalidade da alma – um teste de papel tornassol de ortodoxia. Newton respondeu: “Senhora, eu sou um filósofo experimental”. (146) “Dado o que sabemos agora das suas inclinações mortalistas, esta resposta pode ser visto como uma hábil evasão Nicodemita: nenhuma mentira é contada e a questão incriminadora fica sem resposta. (147)

Whiston não hesitou em rotular a cautela aparente nas ações de Newton como medo e desconfiança. (148) Permitindo o viés de Whiston, outros relatórios confirmam a posição boca fechada de Newton. John Flamsteed escreveu sobre `o temperamento de Newton como ‘suspeito e muito fácil de ser perseguido por calúnias’. (149) Em julho de 1727 Wodrow ouviu que Newton `tinha ciúmes de si mesmo, e quando inquirido, ou em conversas, ele optava por ficar em silêncio, a menos que ele dominasse perfeitamente o assunto, ou tivesse certeza de que tinha a dizer’. (150) Hearne registrou um depoimento em que Newton `era cheio de pensamento, e falava muito pouco quando em grupos, de modo que sua conversa não era agradável’. (151) Da mesma forma, Benjamin Smith (meio-sobrinho que morava com Newton a partir de 1718) atesta que seu tio `era, em geral silencioso e reservado’. (152) Inquilino de Newton em Woolsthorpe disse que Newton `era um homem de poucas palavras, mas que quando ele falava ia direto ao ponto’.(153) Mas o testemunho mais relevante vem de Wodrow, que em 1729 registrou a observação de Colin MacLaurin, que alegava que Newton ‘era extremamente cuidados em seu discurso sobre assuntos religiosos.’ (154) Embora esses relatos possam dever algo a expectativas comuns do recluso filosófico, dada a variedade das fontes, elas, no entanto devem refletir uma característica manifesta para aqueles que o conheciam bem. Amplas evidências apresentadas acima revelam a necessidade prática de discrição de Newton – particularmente na discussão teológica. No entanto, também deve ser dito que o que era para Whiston um sinal evidente de fraqueza e de fracasso foi uma marca digna de conduta sábia para um membro do remanescente que havia razões para manter uma posição Nicodemita. Isso não significa, no entanto, que Newton nunca sussurrou uma palavra, enquanto derrubava os altares de Baal à noite.

Continua

NOTAS

(115) Gentleman’s Magazine (1799), 69, 1186.

(116) Westfall, op.cit.(1), 331-3; Newton, op.cit.(15), vii, 387. A disposição de Newton a demitir-se oferece novas provas que corroboram que ele tinha fortes desacordos com os trinta e nove artigos.

(117) On Nicodemism, see Perez Zagorin, Ways of Lying: Dissimulation, Persecution, and Conformity in Early Modern Europe, Cambridge, MA, 1990 and Carlo Ginzburg, Il Nicodemismo: simulazione e dissimulazione nell’Europa dell ‘500, Turin, 1970. Zagorin, 327-8, dá Newton e Locke como exemplos tardios de Nicodemitas.

(118) R. Steele, Tatler No. 213 (1710).

(119) Zagorin, op. cit. (117), 12.

(120) John Marshall, John Locke: Resistance, Religion and Responsibility, Cambridge, 1994, 342-50, 415-27.

(121) Zagorin, op. cit. (117), 15-37.

(122) Whiston, Memoirs, op. cit. (47), i. 327.

(123) Keynes MS 135; cf. Stukeley, op. cit. (5), 60.

(124) Stukeley,op.cit.(5),69. Newton escreveu particularmente sobre o dever religioso de ‘reunir-se semanalmente para cultuar Deus em conjunto através de preces e elogios e em nossas assembléias comemorar a morte de Cristo partindo o pão e bebendo vinho, os simbolos de seu corpor e sangue’, Keynes MS 9, f. 1r; cf. ff. Ar, Br.

(125) Este documento é reproduzido como uma placa no JC Jeaffreson (ed.), Middlesex County Records, Londres, 1975, iv, 350-1. O ministro presente era William Wake. Newton e John Garner fizeram juramentos como testemunhas. Uma vez que o certificado estava destinado a atestar a aceitação de uma pessoa da comunhão anglicana ao assumir um cargo público (em conformidade com a Lei de Teste de 1685), e porque, neste caso, a pessoa era Sir John Stanley (que sucedeu a Newton como Vigilante da Casa da Moeda em Dezembro 1699), é possível que Newton, também tivesse dado provas semelhantes quando sucedeu neste mesmo cargo, apesar de sua aversão a tais testes religiosos. Comparar com Newton, CUL MS Add. 4005, f. 15v, onde ele escreve: `Eu não conheço abuso maior da religião que [juramentos de posse] eles sendo mais difíceis de serem mantido que a lei judaica”.

(126) Harrison, op. cit. (11), item 189; Trinity College, Adv.d.1.10.

(127) Entry for 18 April 1689, Journals of the House of Commons, [London, 1742], 10, 93.

(128) Algumas narrativas do Tabernáculo na caligrafia de Newton datados de 1701, juntamente com os convites para reuniões em 15 de março de 1717 e 19 de dezembro de 1721, ainda existem. Public Record Office, London, Mint Papers (doravante Mint Papers), 19}2, ff. 642-3; CUL MS Add. 3965 (18), f. 678; New College Oxford MS 361.2, f. 54; Newton, op. cit. (15), iv, 377-80, vi, 381, vii, 182.

(129) John Disney, Memoirs of the Life and Writings of Arthur Ashley Sykes, London, 1785, 82-3.

(130) convites ainda existem para reuniões em 4 de Março de 1717, 10 de agosto de 1717 e 06 de julho de 1720. Mint Papers 19}2, f. 317r; Yahuda MS 7.3o, ff. 6r, 7r; Newton, op. cit. (15), vi, 406-7, vii, 484. A Comissão foi formada em 1711. Newton também possuía uma cópia dos Atos do Parlamento relativos à construção de cinquenta novas igrejas em ao redor das cidades de Londres e Westminster, Londres, 1721, citado em Harrison, op. cit. (11), item 1260; Trinity College NQ.9.22.

(131) Existe um convite para uma reunião em 13 fr Outubro de 1719 (New College Oxford MS 361.2, f. 77v; Newton, op. cit. (15), vii, 484) e há registros do comparecimento de Newton a doze reuniões desta Comissão, entre os anos 1715 e 1721. Ver `Minute Book’, The Wren Society (1939), 16, 116-18, 130, 132-6. Mas há limites para a disposição de Newton em se comprometer com a idolatria e ele saiu desta Comissão, após se opor ao apoio do Arcebispo Wake para montar quadros na Catedral (Keynes MS 130,7, f. 1v). Newton via o uso de imagens como idolatria. Yahuda MSS 7.1j, ff.11r, 12r; 7.2j, ff.102r, 110R, 7.3A, ff.9r 10r; 7.3c, f.13r; Keynes MS 5, ff. 116r, 128r; Bodmer MS 2, f. 21r; cf. Clark MS f. 48v.

(132) Richard Bentley também esteve presente. Entrada para 10 de novembro de 1705 em Clyve Jones e Geoffrey Holmes (eds.), O Diário de Londres de William Nicolson bispo de Carlisle 1702-1718, Oxford, 1985, 301.

(133) Entrada para 15 de maio de 1689, Commons, op. cit. (27), 10, 133.

(134) Entrada para 17 de Maio de 1689, Commons, op. cit. (27), 10, 137.

(135) Tudo isso supõe que Newton realmente compareceu no dia em que a comissão se reuniu. Infelizmente, o registro é omisso quanto a este detalhe. É certo, no entanto, que Newton foi chamado e esperava-se que comparecesse.

(136) Cf. Westfall, op. cit. (1), 594, 815, 828.

(137) DNB.

(138) Whiston, Memoirs, op. cit. (47), i, 327-8.

(139) Yahuda MS 1.1a, f. 6r. Newton está parafraseando João 12: 42.

(140) Yahuda MS 1.1a, ff. 6r-7r.

(141) Clark MS, ff. 12r, 13r, 13v, 53r. Um segundo projeto deste tratado também inclui estes três exemplos. Keynes MS 10, ff. 7r, 8r (bis), 28r. O quarto exemplo em ambos os manuscritos estão em uma citação de Atanásio.

(142) Clark MS, f. 12r. Veja a outras utilizações desta palavra em Keynes MS 5, ff. 60r, 137r, 137v; Yahuda MSS 7.1e, f. 30r; 7.1j, f. 9r (bis); 7.1k, f. 2r; 7.1n, f. 26r; 7.1o, f. 14r; 7.2j, f. 121v.

(143) Clark MS, ff. 12r-13r; Keynes MS 10, f. 7v.

(144) Yahuda MS 1.4, f. 58r.

(145) Stukeley, op. cit. (5), 12-13.

(146) Joseph Spence, Observations, Anecdotes, and Characters of Books and Men collected from Conversation (ed. James M. Osborn), 2 vols., Oxford, 1966, ii, 561. Cocchi viveu na Inglaterra de 1723-1726.

(147) Como muitos associados do empirismo de Locke e, portanto, experimentalismo com mortalismo, a resposta de Newton pode conter uma outra camada de significado.

(148) Whiston, Authentick Records, op. cit. (47), ii, 1071, 1077; cf. Whiston, Memoirs, op. cit. (46), i, 251.

(149) Flamsteed to John Lowthorp, 10 May 1710, The Correspondence of John Flamsteed (ed. Eric G. Forbes et al.), Bristol, de 1997, ii, 818.

(150) Wodrow, op. cit. (84), iii, 432.

(151) T. Hearne, Remarks and Collections of Thomas Hearne (ed. C. E. Doble), 11 vols., Oxford, 1885-1921, ix, 293.

(152) J. Nichols, Illustrations of the Literary History of the Eighteenth Century, 8 vols., London, 1817-58, iv, 2.

(153) Spence, op. cit. (146), i, 351.

(154) Wodrow, op. cit. (84), iv, 59.

Publicado on agosto 5, 2011 at 9:11 am  Deixe um comentário  

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