O mundo secreto da Maçonaria Feminina

Publicado na BBC, este curto documentário sobre a maçonaria mostra que até mesmo nossos irmãos e IRMÃS ingleses conseguem viver em paz e civilizadamente desde 1908.

Vejam no link abaixo

O mundo Secreto da Maçonaria Feminina

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Published in: on novembro 9, 2017 at 8:51 am  Comments (2)  
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Os arquivos de vieram do frio

Tradução J. Filardo

 

porPierre Mollier

Aqueles não familiarizados com elas, muitas vezes pensam que as bibliotecas são lugares entediantes e empoeirados. Eles ignoram quanto a história de alguns livros ou manuscritos pode, às vezes, ser extraordinária. Assim, entre 1940 e 1945, os arquivos maçônicos franceses vão conhecer uma verdadeira epopeia. Uma epopeia que vai levar uma parte deles a atravessar a Europa no meio de bombas, e a desaparecer no turbilhão da história. Depois de serem considerado, por muito tempo, perdidos para sempre, meio século mais tarde, para a surpresa de arquivistas e historiadores, os redescobrimos conservados cuidadosamente em um edifício do antigo da KGB em Moscou. Depois de negociações arriscadas, eles finalmente voltariam para a França no início dos anos 2000. Hoje, depois de anos de investigação, conhece-se melhor a saga dos “Arquivos russos”.

Na véspera da II Guerra Mundial, tudo indica que os arquivos da Maçonaria desde o século XVIII estavam quase completos faltando apenas serem bem inventariados ou explorados. A derrota da França, que colocou o país sob o jugo nazista e permitiu aos seguidores de Maurras liquidar a República e tomar as rédeas do poder abre um período de perseguição à Maçonaria. Desde o Segundo Império e especialmente a partir dos anos 1880, a Maçonaria aparece aos olhos do público francês como “a igreja da República,” a ponta de lança da democracia e dos direitos humanos. Ela é considerada por todos os opositores do regime – esta extrema direita que assume o poder em Vichy – como o inimigo a ser derrotado. Da mesma forma, para Alfred Rosenberg e os teóricos do nacional-socialismo alemão, a Maçonaria é o poder oculto que dirige nos bastidores a vida política das democracias europeias.

 

leia mais em  Arquivos Russos

Published in: on novembro 8, 2017 at 12:21 pm  Deixe um comentário  
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Como doar seu corpo para a Ciência

O Homem Vitruviano de Leonardo

O ato da doação é considerado um gesto nobre. Há quem doe, por exemplo, roupas e alimentos para pessoas necessitadas ou brinquedos para crianças carentes. Mas você já considerou doar seu corpo para a Ciência? Não estamos nos referindo aqui a doações de órgãos, um gesto também reconhecidamente nobre e necessário para o bem de muitas pessoas que aguardam por um transplante. Doar o corpo é diferente. É manifestar, em vida, o seu desejo de contribuir para o avanço da ciência, de forma a beneficiar pesquisadores e alunos em seus estudos na área da saúde.

Embora a doação de corpos para pesquisa já ocorra no Brasil, com todos os procedimentos legais e necessários, a prática ainda é pouco expressiva quando comparada à de países como os Estados Unidos, onde quase todos os corpos usados para fins de estudos médicos em faculdades e universidades são provenientes da cultura de doação já estabelecida ao longo de décadas.

Os procedimentos para que a doação de corpo seja feita são mais simples do que se imagina, segundo a Dra. Mirna Duarte Barros, chefe do Departamento de Morfologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Aqueles que queiram manifestar sua vontade precisam elaborar um documento expressando o desejo de doar o seu corpo após a morte. “Com essa iniciativa, obtém-se o consentimento do doador para que seu corpo seja doado a uma instituição de ensino específica na área de saúde, indicada pela pessoa para fins de ensino e/ou pesquisa”, explica.

A doação, de acordo com a Dra. Mirna, pode ser feita por qualquer pessoa dentro das suas condições normais de saúde, que esteja apta a manifestar seu desejo e que tenha mais de 21 anos: “É necessário também assinar o documento e reconhecer firma”, acrescenta a Dra. Mirna. Além disso, recomenda-se que os familiares estejam cientes da decisão do doador. “Esses familiares precisam ter em mãos uma cópia desse documento. Após o falecimento, o velório pode ser realizado normalmente. O que muda é que ao invés de se dirigir para um cemitério ou crematório, o corpo vai para a instituição de ensino escolhida pelo doador”, conta a chefe do Departamento de Morfologia da FCMSCSP.

Apesar de ser um procedimento bastante simples, a professora esclarece que muitas vezes pela falta de conhecimento ou até por uma questão cultural, grande parte das universidades da área de saúde do Brasil ainda utiliza cadáveres sem identificação ou não reclamados para a realização de estudos, seguindo, claro, os procedimentos legais para esses casos.

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo possui um processo já estabelecido para que as doações de corpos sejam realizadas. “Existe uma legislação, que é seguida pela Instituição, e temos um protocolo. Ao recebermos a documentação necessária do doador, o processo é levado para um cartório, onde o juiz dá ciência que o corpo daquele indivíduo está depositado aqui na FCMSCSP e para um determinado fim: de ensino e/ou pesquisa. Assim, tudo fica muito bem documentado e a responsabilidade de uso e guarda passa a ser da Instituição que responde legalmente”, complementa a Dra. Mirna Barros.

Para formalizar a doação, é necessário baixar os dois modelos de Declaração de Doação de Corpo a seguir:

• Modelo 1
• Modelo 2

Em caso de dúvidas, entre em contato com André Augusto pelo e-mail andre.augusto@fcmsantacasasp.edu.br ou pelo telefone (11) 3367-7818.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 88, em 17/5/2016. Assine nossa newsletter: www.fcmsantacasasp.edu.br.

Published in: on novembro 6, 2017 at 8:34 am  Comments (1)  
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5 dos lugares mais sujos a serem evitados em aviões

Tradução José Filardo

Por: Julia Zorthian

7 Agosto 2017

Revista TIME 

Para mais, visite TIME Health.

 

Quando se trata de voar, nada relacionado com a proximidade com estranhos e banheiros durante horas a fio parece particularmente limpo. E, embora você não possa tornar o voo mais curto ou os assentos maiores, você pode tornar sua experiência mais sanitária, evitando alguns dos lugares mais sujos dos aviões.

Vale a pena notar que algumas pessoas podem ser mais suscetíveis a ficar doente em aviões, porque a umidade do ar da cabine é inferior a 20%, enquanto a umidade em casa geralmente é superior a 30%, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. A exposição ao ar seco afeta o muco, a linha de defesa do sistema imunológico, deixando as pessoas marginalmente mais vulneráveis ​​a ficar doente. Um estudo de 2004 no Journal of Environmental Health Research descobriu ser muito mais provável  ​​- 113 vezes mais, por uma das medidas do estudo – que as pessoas  pegar um resfriado comum durante um voo, do que a transmissão terrestre normal.

Tirando a umidade, há um punhado de locais especialmente sujos, de acordo com pesquisas e avisos de médicos de viagem. Veja como evitá-los.

Mesinhas de bandeja do avião 

O lugar potencialmente mais sujo em um avião se desdobra diretamente no seu colo.

De maneira alarmante, um estudo de 2015 pela TravelMath que testou amostras  de superfícies duras em aviões descobriu que as superfícies da mesinhas da bandeja tinham mais de oito vezes a quantidade de bactérias por polegada quadrada do que os botões de descarga do lavatório. As bandejas tinham 2.155 unidades formadoras de colônias de bactérias por polegada quadrada, em comparação com as 127 ufc / sq. in., que é o que a National Science Foundation diz ser padrão para um assento de banheiro em casa.

O Dr. Charles Gerba, microbiologista da Universidade do Arizona, diz a TIME que as bandejas que ele testou através da pesquisa tinham vírus de resfriado, vírus de gripe humana, norovírus (que pode causar diarreia e vômitos) e a superbactéria MRSA, que causa infecções  na pele.

A grande quantidade de bactérias provavelmente está ligada às equipes de limpeza de avião que não têm tempo suficiente entre os voos para limpar as mesinhas da bandeja, informa o Wall Street Journal. E quando elas ficam limpos, estas companhias aéreas podem estar usando produtos de limpeza em geral em vez de desinfetantes.

Enquanto isso, para evitar comer o jantar diretamente de uma bandeja onde alguém empilhou lenços de papel usado e fraldas de bebê sujas poucas horas antes, limpe-o com um daqueles lenços desinfetantes, disse o Dr. Michael Zimring, diretor de medicina de viagem no Centro Médico Mercy de Baltimore, à TIME. Mas se você não sentir vontade nem de tocar a mesinha (Gerba faz isso, mas Zimring diz que não se incomoda), evite comer comida diretamente da superfície dela.

“Minha comida ficará em um prato de papel ou embalagem”, acrescenta Zimring.

Ventiladores de ar e fivelas do cinto de segurança 

Dois recursos de avião com uso frequente (que podem não receber uma limpeza regular) também estão na lista.

As aberturas de ventilação acima de cada assento são ótimas para circulação de ar ventilado para cada passageiro, mas o teste da TravelMath encontrou 285 CFUs / sq. in. em seus botões – mais bactérias do que nos botões de descarga do banheiro do avião.

As fivelas do cinto de segurança também tinham 230 FCU / sq. in., o que não é surpreendente porque cada passageiro toca sua fivela pelo menos duas vezes durante o voo.

Gerba recomenda trazer consigo um vidro pequeno ou bisnaga de gel desinfetante para as mãos no avião e usá-lo periodicamente.

Banheiros

Os banheiros de avião são higienizados regularmente – a United Airlines, Delta e American Airlines, informaram ao Journal que eles são desinfetados durante a noite e entre voos longos.

Mas Gerba ressalta que com cerca de 50 pessoas para cada banheiro, eles ainda são uma maneira fácil de pegar uma infecção.  Ele encontrou  coliformes fecais E. coli em algumas das pias, alças de descarga e assentos de banheiro que testou. TravelMath descobriu que os botões de descarga tinham 265 CFU / sq. in. (mas nenhuma bactéria coliforme fecal).

“É difícil vencer o banheiro”, diz Gerba, em termos de contaminação, “porque a água desliga, e as pessoas não conseguem completar a lavagem das mãos”. As pias são tão pequenas, ele acrescenta, que as pessoas com mãos grandes não podem nem encaixa-las completamente debaixo das torneiras.

Zimring recomenda o uso de uma toalha de papel no trinco da porta, ao sair e diz que é a única precaução que ele nunca deixa de tomar.

Bolso do assento

Os passageiros costumam tratar o bolso no banco em frente a eles como uma lixeira, enfiando lixo, lenços sujos, fraldas usadas e outras coisas no bolso.

Em aviões com ciclos rápidos em terra, as equipes de limpeza podem não ter nem mesmo a chance de esvaziar os bolsos dos assentos, e muito menos desinfetar o tecido. E um estudo da Auburn University no Alabama descobriu que os germes de MRSA sobrevivem por até 7 dias no tecido do bolso do assento – o mais longo que ele sobrevive em qualquer uma das superfícies duras e macias que os pesquisadores testaram.

A Escola de Medicina da Universidade Drexel apenas recomenda uma forma para evitar germes no bolso do encosto: “Simplesmente, não usar. Não vale a pena o risco “.

Assentos no corredor

Escolher o assento do corredor permite que você se levante sempre que sentir vontade, mas essa liberdade vem com um risco um pouco maior.

O topo dos assentos do corredor provavelmente abriga germes de todas as pessoas que caminham por eles e se apoiam, de acordo com Zimring – e muitas dessas pessoas acabaram de sair do banheiro. Portanto, tenha cuidado ao tocar a área ao lado do encosto de cabeça do corredor, e provavelmente é melhor não descansar seu rosto lá enquanto você adormece.

Sentar perto do corredor coloca os passageiros na linha de fogo de qualquer vírus transmissível que possa contaminar o avião.

Um estudo publicado em Doenças Infecciosas Clínicas analisou um voo de Boston para LA que fez um pouso de emergência devido a um surto de vômitos e diarreia. Os pesquisadores descobriram que as pessoas sentadas no corredor eram muito mais propensas a contrair norovírus, mas não houve ligação entre contrair o vírus e usar o banheiro.

“Se você se sentar junto ao assento da janela, terá menos probabilidade de ficar doente”, confirma Gerba.

 

Publicado em http://www.time.com

 

Published in: on outubro 23, 2017 at 8:37 am  Comments (1)  
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O Brazil e a Invasão Clerical

Capturar

As Vidas Secretas de Leonardo da Vinci

 Tradução José Filardo

Por Claudia Roth Pierpont

A biografia de Walter Isaacson retrata um homem obcecado com o conhecimento e quase impossível de conhecer.

Ilustração de Tamara Shopsin; Gravura de Hulton Archive / Getty

Na Florença renascentista, várias caixas identificadas colocadas por toda a cidade permitiam que os cidadãos fizessem denúncias anônimas de vários crimes morais – em 1461, por exemplo, o monge artista, Filippo Lippi, foi acusado de ter um filho com uma freira. Mas o crime que o governo estava realmente tentando controlar era a sodomia, tão notoriamente prevalecente que a gíria alemã contemporânea para um homossexual era Florenzer. A natureza comum da infração não apagava a ameaça de graves consequências. Em 1476, Leonardo da Vinci, à beira de seu vigésimo quarto aniversário, foi nomeado como um dos quatro homens que haviam praticado “tal maldade” com o aprendiz de dezessete anos de um ourives local. Resta pouca dúvida de que Leonardo tenha sido preso. Embora qualquer tempo que ele tenha passado na prisão tenha sido breve, e o caso foi encerrado dois meses depois, por falta de testemunhas corroborantes, ele teve muito tempo para refletir sobre as possíveis penas legais: uma grande multa, humilhação pública, exílio, suplício na fogueira. É impossível saber se essa experiência afetou o hábito do artista, mais tarde citado como uma marca de seu caráter, de comprar pássaros engaiolados do mercado apenas para libertá-los. Mas parece estar relacionado com os desenhos que ele fez, nos anos seguintes, de duas invenções fantásticas: uma máquina que ele explicou significar “abrir uma prisão de dentro para fora” e outra para romper barras de janelas.

Leia mais em: As Vidas Secretas de Leonardo da Vinci

Published in: on outubro 13, 2017 at 12:57 pm  Deixe um comentário  
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**12 MANDAMENTOS PARA O BOM USO DA INTERNET POR MAÇONS**

A internet é uma ferramenta poderosíssima e devemos saber usá-la em nosso favor, de maneira saudável e RESPONSÁVEL. Também encaramos a realidade de que nossa Ordem está presente na web. Isso não é nocivo quando feito de maneira responsável e madura. Para reconhecermos até onde podemos ir, aqui seguem algumas dicas bacanas para o uso responsável das mídias sociais para nós Maçons:

1 – NINGUÉM É PORTA-VOZ OFICIAL DA MAÇONARIA COMO UM TODO! Nenhum Maçom, grupo físico ou virtual, tampouco página de internet tem o direito de falar em nome da Maçonaria inteira. Apenas os Grão-Mestres tem autoridade para representar, e mesmo assim apenas as Potências que governam. Mas nunca toda a Maçonaria universal. Ao expressarmos nossas opiniões políticas, religiosas e sociais, deixemos claro que ali estão NOSSAS opiniões, e não as da Ordem;
2 – Só por estar na internet não significa ser verdadeiro! Antes de divulgar qualquer matéria, “correntes”, denúncias ou algo do tipo, verifique a autenticidade e a confiabilidade da fonte, ou você será um propagador de mentiras. Todos são responsáveis por denunciar conteúdos impróprios encontrados na net;
3 – Procure não marcar em suas postagens ninguém que não haja lhe autorizado previamente. As pessoas têm seu direito à privacidade, e não são todos que gostam de ter sua imagem divulgada;
4 – Não use abreviações Maçônicas, palavras costumeiras entre os membros da Ordem ou nada do tipo. Você não precisa, metaforicamente falando, sair “gritando” por aí que é Maçom. Seja discreto. Quem precisar saber saberá, sem a necessidade de nenhuma propaganda pessoal. O mesmo vale para adesivos de carros, roupas, acessórios. Ao usar, mantenha-se atento às suas atitudes, pois naquele adesivo, anel ou boné estamos todos representados;
5 – Cuidado com vídeos e fotos que compartilhar! Violência, discurso de ódio, preconceito e sectarismo não acrescentam nada no dia de ninguém. Seja uma fonte de amor e harmonia na web. Seja um agregador afável com todos;
6 – Ao publicar textos, dê créditos aos reais autores, por mais que seja uma síntese de vários. Publique a fonte de tudo que escreveu. Sem isso, além de ser uma demonstração de vaidade, você estará levando louros pelo suor de outros, o que caracteriza plágio, mentira. Saiba também medir até onde você pode divulgar. Qualquer divulgação de conteúdo Ritualístico e Simbólico é terminantemente proibido por motivos óbvios. Lembre-se que se a palavra é prata, o silêncio é ouro;
7 – Grupos de WhatsApp geralmente tem um fim específico (muitas vezes esclarecido já no próprio nome do grupo). Evite então colocar conteúdo inapropriado, em desarmonia com a proposta do grupo. Também evite correntes. 99,99% delas são falsas ou apenas inúteis. Utilize sites seguros sempre que possível, por exemplo, aqueles que possuem “https”, porque as informações enviadas para estes sites são criptografaras. Também não ponha absolutamente nada Ritualístico. Infelizmente, no mundo violento que vivemos, o celular de um Irmão corre o risco de ser roubado e tudo cair na internet. Tente limitar-se a assuntos administrativos;
8 – Se postar fotos ou vídeos paramentado, saiba que automaticamente tornará-se um representante da Ordem. Portanto, haja nas redes sociais como um Maçom digno, pois você será cobrado por isso pela sociedade. Seja pacífico, harmonioso, imparcial, discreto, tolerante e justo. Defenda o amor e a Fraternidade entre as pessoas, independentemente de visão política, religiosa ou social. Ninguém é melhor que ninguém;
9 – Antes de postar algo pergunte-se: “isso que vou postar é verdade?”, “É útil?”, “É necessário?” “É permitido?” Se passar pelos filtros, pense mais um pouco, depois decida o que fará;
10 – Lembre-se que as relações estabelecidas na internet merecem os mesmos cuidados tomados no contato pessoal. Portanto, não revele a estranhos informações pessoais;
11 – Se tiver algo de íntimo para dizer a alguém e queira guardar segredo, use o telefone ou fale pessoalmente;
12 – Durante as Reuniões, se não souber desligar ou colocar seu aparelho no modo silencioso, pergunte para um Irmão. Com certeza ele terá um prazer imenso em lhe ajudar e os Trabalhos correrão de maneira harmônica e ordeira.

Seguindo estes simples 12 passos a internet será uma aliada muito valorosa e indispensável. É fácil, simples e responsável.

Fonte: G14 M∴M∴ Peças de Arq∴

Publicado no Grupo Whatsapp “MAÇONS PROGRESSISTAS” pelo ir.’. ciroslima

Published in: on outubro 9, 2017 at 9:02 am  Comments (7)  
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Gambito de Franklin: Como (Não) Tomar uma decisão como Benjamin Franklin

Tradução José Filardo

Por Charles Chu

 

Em 1772, quase 4 anos antes da Declaração de Independência dos Estados Unidos, Benjamin Franklin escreveu uma Carta a Joseph Priestley com conselhos sobre como tomar uma decisão difícil:

Gráfico Pró-Con de William Patton (1835-1889)

“Quando esses casos difíceis ocorrem, eles são difíceis principalmente porque, enquanto os examinamos, todos os motivos pró e contra não estão presentes na mente ao mesmo tempo; mas às vezes um conjunto se apresenta, e em outros momentos outro, o primeiro ficando fora da vista. Daí os vários propósitos ou inclinações que prevalecem alternadamente, e a incerteza que nos deixa perplexos.

Gráfico Prós-Contras de William Patton (1835-1889)

“Para superar isso, minha maneira é dividir uma folha de papel na metade por uma linha em duas colunas; escrevendo no topo de uma coluna Pró e na outra Contra. Então, durante uma análise de três ou quatro dias, coloco sob os diferentes cabeçalhos pistas resumidas dos diferentes motivos, que em diferentes momentos me ocorreram, a favor ou contra a medida. Quando eu assim as tenho completamente em uma única visão, eu me esforço para estimar seus respectivos pesos; e onde eu acho dois, um de cada lado, que pareçam iguais, eu os risco. Se eu julgar que duas razões contra correspondem a de três razões a favor, eu risco as cinco; e, assim, procedendo, encontro onde está o equilíbrio; e se depois de um dia ou dois de mais consideração, nada de novo que seja importante me ocorre em ambos os lados, eu chego a uma conclusão adequada”.

Essencialmente, Franklin recomenda que elaboremos um gráfico pré e contra: (1) anote os prós e os contras, (2) risque resultados opostos que se equilibram mutuamente e (3) escolha o lado que vencer.

A técnica tem sido tremendamente popular, com blogues notáveis ​​como A arte da masculinidade “melhorando” a técnica, adicionando pesos numéricos, probabilidades, etc.

Há apenas um problema aqui.

Não é assim que nós realmente tomamos decisões.

 

Gambito de Franklin

Em Obliquidade: Por que nossos objetivos são melhor alcançados indiretamente O economista e consultor John Kay nos conta sobre a década que passou em uma consultoria econômica, vendendo modelos matemáticos caros a grandes corporações.

O que Kay descobriu foi que, em muitos casos, os modelos não estavam sendo utilizados para tomar decisões:

“Um dia, fiz-me uma pergunta: se esses modelos eram úteis, por que não construímos modelos semelhantes para nossa própria tomada de decisão? A resposta, percebi, era que nossos clientes também não usaram realmente esses modelos para a tomada de decisão. Eles os usaram interna ou externamente para justificar decisões que eles já haviam tomado “.

Muitos de nós, especialmente aqueles com diplomas extravagantes, acreditamos que pensamos racionalmente e depois tomamos decisões. Mas o que muitas vezes fazemos é tomar uma decisão (de forma complexa, que não entendemos bem) e depois racionalizar.

Isto é o que Kay chama Gambito de Franklin,citando uma linha daAutobiografia de Franklin:

“… uma coisa tão conveniente é ser uma criatura razoável, uma vez que isso permite encontrar ou fazer uma razão para tudo o que se tem a fazer”.

Seres humanos abominam a incerteza e, em um mundo muito complexo e impossível para qualquer um de nós compreender plenamente, muitos de nós nos agarramos a explicações simples (ideologias) ou tentamos nos proteger com a falsa segurança de números em uma planilha.

Embora as recomendações de Franklin tenham sido tomadas fora do contexto (quem realmente acha que se pode ensinar a tomada de decisões com uma única postagem de blogue?), Kay argumenta que Franklin entendeu bem os limites de seu conselho:

“Franklin também sabia que a álgebra moral era geralmente uma racionalização para uma decisão tomada de forma mais oblíqua. … O relatório da entrevista, a proposta de empréstimo, a avaliação de impacto, a avaliação de risco geralmente são exemplos do Gambito de Franklin … Eles são escritos para racionalizar a decisão que já foi tomada “.

Na verdade, vemos um tom cautelar no último parágrafo da carta de Franklin, alertando contra a excessiva dependência de quantificação:

E embora o peso de motivos não possa ser tomado com a precisão de quantidades algébricas, ainda assim, quando cada um é considerado de forma separada e comparativa, e o todo está diante de mim, acho que posso julgar melhor e tenho menos chances de dar um passo precipitado; e, na verdade, encontrei grande vantagem nesse tipo de equação, no que pode ser chamado de álgebra moral ou prudencial “.

Qualquer um que tenha estado em um relacionamento romântico sabe o quão difícil é listar os prós e contras de qualquer decisão difícil.

Como podemos saber se ainda amaremos alguém quarenta anos no futuro, ou se nossa escolha de se casar ou não se casar era a correta? Qualquer caminho que escolhermos pode nos deixar profundamente arrependidos, e nunca saberemos se a alternativa era melhor.

Então, como nós realmente tomamos decisões? Devemos simplesmente escolher irracionalmente qualquer coisa que nossas emoções nos dizem e esperar pelo melhor?

 

Icaro

Se todos os modelos estiverem errados - se todas as tentativas de entender o mundo serão necessariamente insuficientes, alguns de nós podem fazer uma pausa e dizer: “Bem, então, para que tentar? Por que não rolar os dados, tomar decisões ao acaso e viver com o que vier?”

Este pensamento é infundado. Embora nunca possamos tomar uma decisão perfeita, isso não nos impede de tomar decisões melhores. Em vez de descartar o pensamento crítico e a racionalidade, o que devemos fazer é continuar a melhorar nossos métodos:

“Certamente, devemos fazer o nosso melhor em álgebra moral. Devemos aprender tanto quanto pudermos sobre a estrutura das relações entre objetivos, estados e ações, mesmo que não possamos descrever todas as opções possíveis. Nosso conhecimento do mundo pode ser limitado, mas devemos reunir todas as informações disponíveis e fazer estimativas dos fatores que não conhecemos. Devemos usar os computadores e recursos analíticos mais poderosos para lidar com a complexidade. Devemos definir nossos objetivos, nos concentrar neles e nos recompensarmos e aos outros pelo progresso em relação a eles “.

Mas não podemos melhorar nossos métodos sem primeiro admitir para nós mesmos que os que usamos agora são defeituosos. O ego é o inimigo.

Devemos reconhecer que muitas vezes estamos jogando o Gambito de Franklin, que os seres humanos são criaturas fracas que navegam a modernidade com máquinas evolutivas mal construídas e que muitas vezes somos propensos a um excesso de confiança - em outras palavras, o que precisamos é de humildade.

A Queda de Ícaro – Rubens

Lembro-me de Ícaro a quem, na mitologia grega, foi concedida uma poderosa ferramenta por seu pai - asas de penas e cera. Com essas asas, um Ícaro excessivamente confiante voou até muito perto do sol. As asas derreteram, e Ícaro caiu do céu até sua morte.

Num momento em que as fronteiras entre países e povos estão menos definidas do que nunca, meu grande medo é que todos voemos e caiamos juntos.

 

Publicado em: https://betterhumans.coach.me/franklins-gambit-how-to-not-make-a-decision-like-benjamin-franklin-21dcdf181f71

 

Published in: on outubro 4, 2017 at 3:57 pm  Comments (1)  
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Mozart, Maçonaria e Viena

Por Vitor Manuel Adrião

PARAMENTOS MAÇÓNICOS DE MOZART

Na Rua Domgasse, n.º 5, encontra-se a casa em Viena de Mozart, a única que se conserva da dezena que possuiu nesta cidade austríaca. Esta casa (Mozarthaus) onde o compositor residiu com a sua família de 1784 a 1787, consta de seis salas, sendo na terceira que se podem ver objectos maçónicos comprovando a ligação profunda de Mozart à Maçonaria.

Vê-se exposta uma bonita faixa de fundo azul decorada com fios de ouro onde se bordou um triângulo com o Nome de Deus em hebraico, como seja, Yod – He – Vau – Heth = Jehovah, o Grande Arquitecto do Universo. Da faixa pende uma jóia constituída de um pelicano alimentando os seus sete filhotes. São as insígnias do Grau 18 de Cavaleiro do Pelicano ou Príncipe Rosacruz na Maçonaria Escocesa, sendo que o pelicano é a representação simbólica do sacrifício piedoso a favor do próximo em Humanidade, o que confere com a natureza mística deste Grau maçónico de característica essencialmente cristã, onde a mesma ave também aparece na simbologia eclesiástica como indicativa da Paixão de Cristo e da Eucaristia. É, em suma, o símbolo heráldico da piedade. Sob a faixa paramental aparece o avental maçónico do Grau Rosacruz de Mozart, obra bordada à mão com grande mestria onde se vê a Rosa no centro da Cruz, esta expressiva da personalidade e da matéria abrilhantada, iluminada pela flor da individualidade e do Espírito, conferindo a Paz corporal e espiritual que é o que representam os ramos de oliva em volta.

Continuar a ler em : Mozart, Maçonaria e Viena

Published in: on outubro 1, 2017 at 9:57 am  Comments (2)  
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Hyram, de Fernando Pessoa

João Marcos dos Santos Varella

“As Associações Secretas — Análise Serena e Minuciosa a um Projeto de Lei apresentado ao Parlamento” é um texto de Fernando Pessoa sobre a Maçonaria, publicado em 4/02/35. Esse texto tem recebido diversas divulgações recentes, quer através de livros, artigos ou também através da Internet [i]. Nesse artigo Fernando faz a defesa da liberdade de pensamento, de expressão e de livre reunião. Destaca a perseguição à Maçonaria na Alemanha nazista, na Itália e na Espanha sob as ditaduras fascistas e combate o projeto de lei que objetiva fazer o mesmo em Portugal

O nosso objetivo é trazer algumas informações sobre as interessantes circunstâncias em que esse artigo foi escrito, sobre suas posteriores edições, assim como as reações causadas.

Vamos ao contexto histórico [ii]

Os principais fatos que antecederam o artigo de 1935:

Continue a ler em: Hyram, de Fernando Pessoa

Published in: on setembro 25, 2017 at 10:24 am  Deixe um comentário  
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