Yakin e Boaz – Luzes na Árvore da Vida

Tradução J. Filardo

Por Solange Sudarskis

 

 

O texto conta que havia uma árvore de vida onde os nossos primeiros antepassados ​​se tornaram humanos. Tornando-se demasiado humanos e muito gananciosos, eles tiveram que deixar o que parecia ser um paraíso; e devia ser o final de março, quando eles foram expulsos. Guardas sem carne foram contratados para negar-lhes acesso; vamos chamá-los Gabriel e Rafael. Depois de uma investigação, descobrimos essas duas personagens, escondidas sob o nome de Yakin e Boaz [i] as duas colunas na entrada de um edifício, o Templo de Salomão, um outro tipo de paraíso, mais conhecido sob o nome de “pardes”, ou jardim. Ali, os sábios em misticismo consideraram por meio de elaborações espirituais que se poderia conceituar que havia ali uma outra árvore da vida, a árvore das Sephiroth.

Posando como uma constante fundamental, tanto em rituais quanto em lojas, embora muitas vezes tratados em papelão, Yakin e Boaz nos interrogam sobre a sua relação com essa metáfora de árvore. Justificadamente, temos o direito de buscar sua conivência especulativa, porque a famosa árvore da Cabala, a árvore das Sephiroth, se apresenta, de fato, também sob a forma de pilares de onde a comparação com nossas duas colunas, aliás nossos dois pilares, pode parecer evidente para muitos. Por contágio semântico que representa cada um desses dois lados?

Leia mais em: Yakin e Boaz – Luzes na Árvore da Vida

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Três estrelas sobre três candelabros iluminam a loja

Tradução J. Filardo

por Magali Aime

Os jovens iniciados não tiveram a oportunidade de conhecer as lojas iluminadas por velas belíssimas e muito simbólicas. Estas velas deviam ser feitas de cera de abelha pura, evocando o Trabalho, Atividade, Esperança. Se hoje a fada da eletricidade substituiu as velas, o simbolismo permanece muito presente.

Você disse Luz?

Uma primeira observação de aprendiz feita depois de receber a Luz: “nenhuma janela, nenhuma abertura para o exterior. No entanto, sobre o tapete da loja podemos ver janelas. Eu entendi através do meu segundo vigilante que a loja não é iluminada pela luz externa, simplesmente porque a Luz Universal só é visível a partir de dentro “, diz Valery.

O uso de cera e velas é facilmente compreensível. O venerável vai “dar, transmitir” a luz, àquele que conduz o iniciado no caminho da verdade e do conhecimento. A luz é simbolicamente onipresente nas lojas.

Leia mais em:  As três Luzes da Loja

Published in: on novembro 11, 2017 at 12:55 pm  Deixe um comentário  
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O que é a palavra perdida?

Tradução J. Filardo
Contribuição do Ir.’. J.M. Batalla

Por Solange Sudarskis

 

A expressão palavra perdida aparece nos rituais do Terceiro grau, onde também se fala da perda dos verdadeiros segredos do mestre maçom. No entanto, parece que as duas expressões são relativamente intercambiáveis; assim o documento Prichard de 1743 e a instrução do Terceiro grau no Rito Escocês escocês da Loja-Mãe Escocesa do Oriente de Avignon de 1774 o dizem:

P: Por que fizeram você viajar?
R: para encontrar o que foi perdido.

P: o que foi perdido?
R: a palavra do Mestre.

P: Como foi perdida a palavra?
R: pela morte de nosso respeitável mestre Hiram.

Um homem morre, recusando-se a entregar uma senha trivial para receber o salário, conhecida por todos os mestres, e um segredo que ele detinha, também desaparece. O segredo não é, portanto, a senha. Então, é um conhecimento que só ele possui? É uma parte de uma palavra a ser pronunciada com outras para torná-la completa e eficiente? A palavra de Hiram seria outra coisa diferente daquela de um só homem? O que pode ser esta palavra para o maçom de hoje? Não nos esqueçamos que a palavra Hiram traz, em si mesma, mistérios e entre suas muitas traduções do hebraico, ela também pode ser lida como HaReM que significa a coisa escondida.

 

Leia mais em A PALAVRA PERDIDA

O mundo secreto da Maçonaria Feminina

Publicado na BBC, este curto documentário sobre a maçonaria mostra que até mesmo nossos irmãos e IRMÃS ingleses conseguem viver em paz e civilizadamente desde 1908.

Vejam no link abaixo

O mundo Secreto da Maçonaria Feminina

Published in: on novembro 9, 2017 at 8:51 am  Comments (2)  
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Os arquivos de vieram do frio

Tradução J. Filardo

 

porPierre Mollier

Aqueles não familiarizados com elas, muitas vezes pensam que as bibliotecas são lugares entediantes e empoeirados. Eles ignoram quanto a história de alguns livros ou manuscritos pode, às vezes, ser extraordinária. Assim, entre 1940 e 1945, os arquivos maçônicos franceses vão conhecer uma verdadeira epopeia. Uma epopeia que vai levar uma parte deles a atravessar a Europa no meio de bombas, e a desaparecer no turbilhão da história. Depois de serem considerado, por muito tempo, perdidos para sempre, meio século mais tarde, para a surpresa de arquivistas e historiadores, os redescobrimos conservados cuidadosamente em um edifício do antigo da KGB em Moscou. Depois de negociações arriscadas, eles finalmente voltariam para a França no início dos anos 2000. Hoje, depois de anos de investigação, conhece-se melhor a saga dos “Arquivos russos”.

Na véspera da II Guerra Mundial, tudo indica que os arquivos da Maçonaria desde o século XVIII estavam quase completos faltando apenas serem bem inventariados ou explorados. A derrota da França, que colocou o país sob o jugo nazista e permitiu aos seguidores de Maurras liquidar a República e tomar as rédeas do poder abre um período de perseguição à Maçonaria. Desde o Segundo Império e especialmente a partir dos anos 1880, a Maçonaria aparece aos olhos do público francês como “a igreja da República,” a ponta de lança da democracia e dos direitos humanos. Ela é considerada por todos os opositores do regime – esta extrema direita que assume o poder em Vichy – como o inimigo a ser derrotado. Da mesma forma, para Alfred Rosenberg e os teóricos do nacional-socialismo alemão, a Maçonaria é o poder oculto que dirige nos bastidores a vida política das democracias europeias.

 

leia mais em  Arquivos Russos

Published in: on novembro 8, 2017 at 12:21 pm  Deixe um comentário  
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O Graal, busca cristã e templária, o Enigma a decifrar


Tradução José Filardo

 

Publicado 31 de outubro de 2017-porJean Poyard

 

Poucos símbolos tiveram tanto apelo sobre o homem quanto o Santo Graal que não cessou de solicitar as melhores mentes durante séculos. E ainda hoje ele interroga o homem do nosso tempo. Isso se explica na medida em que ele se refere a uma realidade espiritual que constitui o fundamento do universo e do homem e que pode ser rastreada em todas as tradições. Assim, o Graal é uma palavra conhecida de todos. Mas a palavra não é a coisa. Até onde ela é realmente conhecida?

 

O Graal, um tesouro a descobrir

Textos que nos falam do Graal e da espiritualidade templária existem em número considerável. No entanto, uma impressão estranha permanece, de que nem tudo foi dito sobre estas duas questões que constituem os dois lados de uma mesma moeda. É em torno desta palavra templária do Graal a ser decifrada que dedicamos um livro, não para esgotar o assunto, mas para nos aproximar de sua realidade secreta de uma perspectiva cristã e templária que relatamos neste artigo.

Pela própria natureza das coisas, as representações simbólicas em que se baseia o Graal são múltiplas e sempre significativas, quer se tratando de um cálice, de uma pedra preciosa de extrema pureza, ou ainda de um livro. As virtudes atribuídas ao Graal são frequentemente aquelas atribuídas à Pedra Filosofal. O Graal é alimento para o corpo e a alma, força de regeneração e de metamorfose através da palavra, enfim, experiência iluminadora. Descobri-la é uma façanha. Em todo caso, trata-se de um tesouro que se descobre em um local reservado, ao final de uma pesquisa exigente e que se diz perigosa, depois de um processo de auto-transformação. Entendamos como uma iniciação.

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/o-graal-busca-crista-e-templaria-o-enigma-a-decifrar/

A Royal Society, antecâmara da Maçonaria

Tradução José Filardo

Por Cécile Révauger

Em muitos aspectos, a Royal Society e a Maçonaria britânica podem ser consideradas como irmãs gêmeas, filhas do Iluminismo, embora, naturalmente, suas produções fossem…. Se ambas reivindicam origens várias décadas antes, elas tomam seu crescimento no século XVIII e ainda estão vivas em nossos dias.

Francis Bacon em Nova Atlantis, tanto em Oxford e Londres. A sociedade de Londres se reunia no Gresham College, nome sob o qual ficou logo conhecida. Sir Christopher Wren, o arquiteto que reconstruiu Londres depois do grande incêndio de 1666, foi nomeado professor de astronomia no Gresham College em 1657. Sir Robert Moray, um cientista perto escocês próximo de Charles II também participa de reuniões do Gresham College. Embora seja fantasioso considerar o inglês Sir Christopher Wren como o primeiro Grão-Mestre, como foi reivindicado às vezes, quando ele era apenas o arquiteto de Londres, parece igualmente inegável que o escocês Sir Robert Moray foi iniciado em uma loja provisória de Newcastle sob a égide da loja St. Mary’s Chapel em 20 de maio de 1641. Ambos trabalham para formalizar os trabalhos do Gresham College: em 15 de julho de 1662, uma Carta Régia é concedida, dando origem à Royal Society, uma instituição que visa incentivar as descobertas científicas e se estabelece em nossos dias ainda em Londres e Edimburgo (a Royal Society of Edinburgh, no entanto, data de 1783). A partir de 1695, a Royal Society publica suas atas, as Philosophical Transactions, que refletem os trabalhos e experimentos: na tradição empírica de John Locke, todo o conhecimento deve ser testado para ser validado.

Ler mais: A Royal Society, antecâmara da Maçonaria

Published in: on outubro 21, 2017 at 5:30 pm  Comments (3)  
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Para quem lê em Francês

Esta é uma revista sensacional para maçons.  Artigos excelentes.

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Ela pode ser assinada em: Assinar a Revista FM

Published in: on outubro 20, 2017 at 10:23 am  Deixe um comentário  
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O Brazil e a Invasão Clerical

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História Concisa da Maçonaria – Robert Freke Gould

A partir de hoje, todos os três volumes da obra HISTÓRIA CONCISA DA MAÇONARIA, de Robert Freke Gould, estarão à venda na Amazon.com tanto em formato de livro físico quanto em formato eletrônico – E-Book Kindle.

Para o livro físico, acesse www.amazon.com  (site americano)

Para o livro eletrônico, acesse www.amazon.com.br (site brasileiro)

 

 

Published in: on outubro 12, 2017 at 4:27 pm  Deixe um comentário  
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