Lançamento: História Concisa da Maçonaria – Robert F. Gould

Lançado no dia 27 de setembro na Amazon.com o Volume I da obra de Robert Freke Gould – HISTORIA CONCISA DA MAÇONARIA – A obra está disponível tanto em papel quanto em e-book.

O link é História Concisa da Maçonaria – Volume I

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Maçonaria na Literatura: “O Homem que queria ser Rei”, de Rudyard Kipling

Por Edgard Costa Freitas Neto

Resumo

O presente trabalho busca demonstrar a influência da filosofia e do simbolismo maçônico presentes no conto “O homem que queria ser Rei”, de Rudyard Kipling, ressaltando as lições maçônicas que se podem extrair daquela obra.

Introdução

A literatura, arte milenar, oferece ao autor múltiplas oportunidades de se fazer entender e ao leitor, múltiplas vias de entendimento. São exemplos dessas obras “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, “O Livro de Jó”, de William Blake, “Paraíso Perdido” de John Milton e a presente obra, o conto “O Homem que queria ser Rei”, de Rudyard Kipling.

Lei mais em: O Homem que queria ser rei

Maçonaria na Literatura: O “Ulisses” de James Joyce

José Filardo, M .´. I .´.

james joyce

James Joyce ( * 2/2/82 + 13/01/41)

Em Maçonaria, o ritual é o esqueleto, a simbologia é a carne e a fraternidade é a alma. Tudo isso para desfrutar a liberdade e promover a igualdade.

Respiramos simbologia, e o maçom precisa desenvolver a capacidade de interpretar o que lê ou visualiza em termos do código que aprendemos em nosso dia-a-dia nas lojas.

Aprendemos, desde o momento de nossa iniciação, que tudo à nossa volta está envolto pelo véu do simbolismo, que tudo tem um significado, que tudo é passível de interpretação. Pouco a pouco, o pesado véu vai sendo afastado e adentramos um mundo totalmente diferente daquela rotina a que estamos habituados.

Naturalmente, novos véus, mais diáfanos se apresentam diante de nós em nossa senda, mas, aparelhados com o ferramental adequado, progredimos e refinamos nossa capacidade de interpretação.

Temos que a interpretação da simbologia deve ser uma segunda natureza do maçom. E considerando a presença dos símbolos em todas as manifestações culturais e em seus “produtos”, realizamos um exercício de análise literária com enfoque maçônico.

Leia mais em: O “Ulisses” de James Joyce

Published in: on agosto 24, 2017 at 9:57 am  Comments (1)  
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Maçonaria na Literatura: “O Cemitério de Praga”

Umberto Eco

“Um dos problemas que enfrentamos foi como caracterizar o general Pike, o grão-mestre da Maçonaria Universal que, de Charleston, dirigia o destino do mundo. Porém, não existe nada mais inédito do que aquilo que já foi publicado.

Assim que iniciamos a publicação de Le Diable, saiu o esperado volume do monsenhor Meurin, arcebispo de Port-Louis – onde diabos ficava isso? – La Franc-Maçonnerie Synagogue de Satan; e o doutor Bataille, que mastigava o inglês, havia encontrado durante suas viagens The Secret Societies, um livro publicado em Chicago em 1873, de autoria do general John Phelps, inimigo declarado das lojas maçônicas.

Leia mais em: Cemitério de Praga

Maçonaria, uma crônica…

A Questão Religiosa

Por Machado de Assis

10 janeiro de 1884

Hão de ter paciência; mas, se cuidam que a bala hoje é de quem a assina, enganam-se. A bala é de um finado, e um velho finado, que é pior; é de Drummond, o diplomata. Se o leitor pode desviar os olhos das graves preocupações de momento para algumas coisas do passado, venha ler dois ou três pedaços da memória inédita que a Gazeta Literária está publicando. A memória, realmente, trata de coisas antediluvianas, coisas de 1822, mas, em suma, 1822 existiu como este ano de 1884 há de um dia ter existido; e se qualquer de nós fala de seu avó, que os outros não conheceram, falemos um pouco de Drummond, José Bonifácio, D. João VI e D. Pedro.

Diabo! Mas, pelos modos, não é uma bala de estalo, é uma bala de artilharia! Não, não; tudo o que há mais bala de estalo. Eu só extraio de Memória aquilo que o velho Drummond escreveu prevendo a Gazeta de Notícias e os autores desta nossa confeitaria diária. Não é que a Memória não seja toda curtíssima de anedotas do tempo…

Leia mais em : A Questão Religiosa por Machado de Assis

Maçonaria, um conto…

por Jorge Medauar

” Diziam que lá dentro havia uma mesa grande, coberta de pano preto, com um caixão de defunto em cima. Espadas cruzadas nas paredes, caveiras. As cortinas das portas e janelas eram roxas. Também havia um bode solto, de cavanhaque pontudo, que rondava pela casa: era o diabo disfarçado de bode. De noite, corujas ficavam empoleiradas pelos vãos do telhado. Pelo lado de dentro, os morcegos voavam cegos, para chupar o sangue do morto estendido em cima da mesa. Uma casa misteriosa, mal-assombrada. Só entravam ali homens que tinham costeletas compridas, sobrancelhas grossas, olhos brilhantes. Corcundas, velhos de capote preto. Os meninos passavam longe, tinham medo de se aproximar até mesmo do muro.

Leia mais em Maçonaria, um conto…

Jorge Medauar (Uruçuca, 15 de abril de 1918 – São Paulo, 3 de junho de 2003) foi um poeta e contista brasileiro. Nasceu em Água Preta do Mocambo, sede do então distrito de Ilhéus, hoje cidade e município de Uruçuca. Descende de pais sírio-libaneses. É da chamada “Geração de 45”. Em 1959 foi galardoado com o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro na categoria “Contos/crônicas/novelas”, mesmo ano que Jorge Amado ganho na categoria romance. Foi diretor geral da sucursal paulista de “O Globo” e, no Rio, secretário da revista Literatura. Era membro da Academia de Letras de Ilhéus e da Academia de Letras do Brasil, com sede em Brasília. O presente conto faz parte da coletânea “Histórias de Menino”, publicada em 1961.

Published in: on agosto 22, 2017 at 9:35 am  Deixe um comentário  
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A Natureza da Maçonaria

esq comp

José A. Filardo M.´. I.´.

Em nossa série de artigos e pesquisas publicadas na Revista, procuramos esclarecer as influências e antecedentes da formação da Instituição que conhecemos hoje como Maçonaria.

Primeiro, em https://bibliot3ca.wordpress.com/a-verdadeira-primeira-grande-loja/ procuramos mostrar o que era a Maçonaria Operativa na Europa, como o principal elemento que informa nossa estrutura e simbologia.

Depois, mostramos o que eram as Guildas inglesashttps://bibliot3ca.wordpress.com/607-2/ também chamadas Companhias de Libré.

Depois, particularizamos uma das guildas – A guilda dos Stonemasonshttps://bibliot3ca.wordpress.com/o-dna-da-maconaria-a-companhia-dos-macons/ vez que tudo indica ter sido nela que nossos fundadores se basearam para estruturar a nova instituição.

Em nossas pesquisas, entretanto, topamos com uma informação crucial sobre o ambiente político da época que pode ter determinado a constituição da primeira grande loja e sua difusão a partir dai – O Riot Act de 1715. https://bibliot3ca.wordpress.com/dna-da-maconaria-por-que/

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A Natureza da Maçonaria

Capítulos de História Maçônica – H.L. Haywood

Tradução J.Filardo

Este trabalho destina-se a cobrir, capítulo por capítulo, os períodos mais importantes e características da história maçônica. Condensei e simplifiquei até o limite da minha capacidade, mas mesmo assim, sei que os novatos podem achar difíceis algumas passagens.

Esta dificuldade reside no assunto, que é teimoso e complicado até certo ponto e, portanto, significa que os próprios leitores devem cooperar por meio de uma vontade de ler, reler e estudar. Certamente o assunto vale a pena!

H.L. Haywood.

PARTE I – A MAÇONARIA E OS CONSTRUTORES DE CATEDRAIS

PARTE II – MAÇONARIA E A CASA DOS HOMENS

PARTE III – MITRAÍSMO: MAÇONARIA E OS MISTÉRIOS ANTIGOS

PARTE IV – A MAÇONARIA E OS COLLEGIA ROMANA

PARTE V – AS ANTIGAS OBRIGAÇÕES DA MAÇONARIA E O QUE ELAS SIGNIFICAM PARA NÓS

PARTE VI – A MAÇONARIA E OS MESTRES COMACINE

PARTE VII – A MAÇONARIA E O SISTEMA DE CORPORAÇÕES

PARTE VIII – OS MAÇONS OPERATIVOS

PARTE IX – COMO A MAÇONARIA OPERATIVA SE TRANSFORMOU NA MAÇONARIA ESPECULATIVA: O PERÍODO DE TRANSIÇÃO

PARTE X – A PRIMEIRA GRANDE LOJA

PARTE XI – O GRANDE CISMA NA MAÇONARIA: UM RELATO DA GRANDE LOJA DOS “ANTIGOS”

PARTE XII – DIVERSAS GRANDES LOJAS: YORK, IRLANDA, ESCÓCIA ETC.

PARTE XIII – DIVERSAS GRANDES LOJAS, FRANÇA, ALEMANHA, ETC.

Leia mais em: Capítulos de História Maçônica

GOB revisa direito de Intervisitação

O Grão-Mestre Geral (em exercício) do Grande Oriente do Brasil, Ir.’. Euripedes Barbosa Nunes emitiu o decreto # 1.551 de 02 de Agosto de 2017:

“CONSIDERANDO que as potências maçônicas regulares reconhecidas mundialmente são relacionadas na publicação List of Lodges, e que de acordo com informações verbais obtidas junto à empresa editora do List of Lodges, nele figurarão a partir da edição de 2018, o Grande Oriente do Rio Grande do Sul, o Grande Oriente de Santa Catarina e o Grande Oriente de Mato Grosso, e ainda, que apenas por perda de prazo, o Grande Oriente do Paraná somente figurará a partir da edição de 2019. não se constituindo impedimento de ordem legal.

………

Artigo 1 – Fica oficialmente estabelecida a intervisitação entre os maçons e as Lojas jurisdicionadas ao Grande Oriente do Brasil e os Grandes Orientes do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso.

Veja a íntegra do decreto em: Decreto 1551 de 2/8/2017

A “Tradição dos Antigos”: um mito historiográfico francês

Tradução J. Filardo

Por Roger Dachez

Um ensaio de desconstrução das lendas urbanas que ainda persistem em alguns círculos maçônicos franceses …

À luz do que acabamos de ver, uma realidade simples aparece: o que separava os Antigos e os Modernos na Inglaterra, sobre o plano estritamente maçônico e ritual, representava muito pouco, e esta diferença foi diminuindo rapidamente, ao ponto de que foi muito fácil remover completamente os obstáculos que ainda os separavam no final do século XVIII.

É provável que o caso da lei sobre sociedades ilegais (Unlawful Societies Act) em 1799, tenha levado os dois Grandes Mestres das duas Grande Lojas “rivais” a fazer uma abordagem conjunta junto às autoridades para isentar toda a maçonaria dos rigores da lei, o que marcou uma etapa importante na reconciliação – embora não tenha tido origem em iniciativa das próprias Grandes Lojas! É preciso também refletir, sem dúvida, sobre a eliminação da geração fundadora, fortemente envolvida no período mais violento do conflito, incluindo o próprio Lawrence Dermott, que morreu em 1791.

Leia mais em: A Tradição dos Antigos: Um mito