Maçonaria, uma crônica…

A Questão Religiosa

Por Machado de Assis

10 janeiro de 1884

Hão de ter paciência; mas, se cuidam que a bala hoje é de quem a assina, enganam-se. A bala é de um finado, e um velho finado, que é pior; é de Drummond, o diplomata. Se o leitor pode desviar os olhos das graves preocupações de momento para algumas coisas do passado, venha ler dois ou três pedaços da memória inédita que a Gazeta Literária está publicando. A memória, realmente, trata de coisas antediluvianas, coisas de 1822, mas, em suma, 1822 existiu como este ano de 1884 há de um dia ter existido; e se qualquer de nós fala de seu avó, que os outros não conheceram, falemos um pouco de Drummond, José Bonifácio, D. João VI e D. Pedro.

Diabo! Mas, pelos modos, não é uma bala de estalo, é uma bala de artilharia! Não, não; tudo o que há mais bala de estalo. Eu só extraio de Memória aquilo que o velho Drummond escreveu prevendo a Gazeta de Notícias e os autores desta nossa confeitaria diária. Não é que a Memória não seja toda curtíssima de anedotas do tempo…

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Auto sinalização:  como nossas ações podem mudar quem somos

Tradução J. Filardo

por Charles Chu  (Ensaísta e japanófilo seminômade  https://www.patreon.com/charleschu )

O ladrão astuto (Wikimedia Commons)

 

A maioria de nós pensa que fazemos escolhas por causa de quem somos.

Mas poucos de nós entendemos que o contrário também é o caso - nós somos quem somos, em parte, devido às escolhas que fazemos.

Em Isso Explica Tudo, o psicólogo Timothy Wilson faz uma pergunta:

“As pessoas agem do jeito que elas fazem por causa de seus traços de personalidade e atitudes, certo?  Eles devolvem uma carteira perdida porque são honestos, reciclam seu lixo porque se preocupam com o meio ambiente e pagam R$ 15 por um café com caramelo brulée porque eles gostam de beber cafés caros”.

Isso parece sensato, mas o que “parece” certo ou faz sentido não é necessariamente a verdade. Somos criaturas sociais, e muitas vezes o contexto (e não a personalidade) pode desempenhar um papel importante nas nossas decisões.

“Muitas vezes, nosso comportamento é moldado por pressões sutis à nossa volta, mas não conseguimos reconhecer essas pressões.  Assim, acreditamos erroneamente que nosso comportamento emanava de alguma disposição interior. … inúmeros estudos mostraram que as pessoas são altamente suscetíveis à influência social, mas raramente reconhecem toda a extensão dessa suscetibilidade, devendo assim atribuir sua conformidade aos seus verdadeiros desejos “.

Agora, é aqui que as coisas ficam interessantes.

Não é só que o ambiente afeta nossas ações. Nossas ações, por sua vez, também afetam como nos vemos.

“Talvez não sejamos particularmente confiáveis e, em vez disso, devolvemos a carteira para impressionar as pessoas que nos rodeiam. Mas, ao não perceber isso, inferimos que somos limpos e honestos. Talvez nós reciclemos porque a cidade facilitou isso (dando-nos uma lixeira e recolhendo todas as terças-feiras) e nosso cônjuge e vizinhos desaprovariam se não o fizéssemos. …É evidente que o comportamento emana de nossas disposições internas, mas … o contrário também é válido. Se devolvemos uma carteira perdida, há um tique ascendente em nosso medidor de honestidade. Depois de arrastar a lixeira de reciclagem para a calçada, nós inferimos que nos preocupamos realmente com o meio ambiente. E depois de comprar o café, assumimos que somos apreciadores de café”.

Isso é uma coisa poderosa.

Uma grande parte do bem-estar é como nós nos percebemos e o mundo que nos rodeia. Se minhas ações mudam a forma como eu me vejo então, bem, como eu ajo pode ter tremendo efeito sobre a minha qualidade de vida.

As ações podem literalmente mudar quem somos.

Auto sinalização

Em seu livro A verdade honesta sobre a desonestidade, o autor e psicólogo australiano Dan Ariely apresenta o que os cientistas sociais chamam de “auto sinalização”:

A ideia básica por trás da auto sinalização é que, apesar do que tendemos a pensar, não temos uma noção muito clara de quem somos.  Nós geralmente acreditamos que temos uma visão privilegiada de nossas próprias preferências e caráter, mas, na realidade, não nos conhecemos tão bem (e definitivamente não tão bem como pensamos que conhecemos). Em vez disso, nos observamos da mesma forma que observamos e julgamos as ações de outras pessoasinferindo quem somos e o que gostamos de nossas ações.

Embora a introspecção seja uma ferramenta poderosa, parece que a maioria de nós não é tão bom nisso.

O livro contém todo tipo de experiências fascinantes, mas uma série em particular se destacou para mim.  As pessoas a quem se pediu que usassem uma bolsa Prada falsificada foram então convidadas a fazer um teste. As pessoas que usavam bolsas falsificadas (em média) na verdade trapaceavam mais:

“… uma vez que, conscientemente, usamos um produto falsificado, as restrições morais se afrouxam até certo ponto, tornando mais fácil para nós dar mais passos no caminho da desonestidade”.

Então, essa sensação de que somos desonestos, realmente nos leva a fazer coisas mais desonestas no futuro.

Mas ainda há mais. Tome passos suficientes na direção errada, e (como todos nós já fizemos antes), encolhemos os ombros e dizemos: “Ah, foda-se”. Simplesmente paramos de nos preocupar.

Ariely chama isso de efeito foda-se:

“… para muitas pessoas houve uma transição muito acentuada onde, em algum momento do experimento, eles gradualmente evoluíram de um pouco de trapaça para trapacear em todas as oportunidades que eles tivessem. … quando se trata de trapacear, nós nos comportamos praticamente da mesma forma que fazemos nas dietas. Uma vez que começamos a violar nossos próprios padrões (digamos, com trapaças em dietas ou por incentivos monetários), ficamos muito mais propensos a abandonar novas tentativas de controlar nosso comportamentoe, a partir desse ponto, há uma boa chance de sucumbir à tentação de se comportar ainda pior”.

Eu senti isso muitas vezes. Na academia, se eu trapacear uma vez em repetições (“Bem, eu perdi a conta em três, mas senti como se eu fizesse oito, então digamos que eram oito …”), é mais fácil ser preguiçoso no dia seguinte também. Em breve, começo a pular exercícios inteiros. E, logo em seguida, eu simplesmente deixo de ir à academia.

Há aqui um círculo vicioso - quando trapaceamos, nos vemos como trapaceiros. E, depois de trapacear o suficiente, existe o risco de desistir de nossas regras e padrões. Uma única trapaça na refeição pode afetar hoje, amanhã, a próxima semana e até mesmo como quem você se vê para o resto de sua vida.

Agora, a boa notícia. Funciona na outra direção.

Uma única ação desonesta pode nos tornar mais desonesto, mas uma única ação positiva também pode nos tornar melhores.

Nós sabemos que apenas fingir um sorriso nos faz sentir melhor. E fazer uma melhor escolha hoje - seja se nós escolhemos comer uma refeição saudável, telefonar para um amigo apenas para dizer olá, ou doar dinheiro para uma causa em que acreditamos - afeta o nosso amanhã tanto no que nós fazemos quando na maneira como nos vemos.

Às vezes, fingir é a forma de fazê-lo.

 

 

Https://medium.com/the-polymath-project/self-signaling-how-our-actions-can-change-who-we-are-d7ab9ef6bc45

Arte e Maçonaria: Mitos Solares e Cinema

 Por José Filardo – M.´. I.´.

 

Oceanos de tinta foram gastos na polêmica entre Criacionistas e Evolucionistas.

O Grande Arquiteto (William Blake)

Os Criacionistas, por um lado, trazem à discussão a posição do Cristianismo centrada no Livro Gênesis da Bíblia, defendendo a idéia de que o mundo foi criado por um Deus onipotente, onisciente e onipresente, em sete dias, e que o Homem foi por Ele criado a partir do barro, e a Mulher a partir de uma costela do Homem. Ao ceder à tentação de ter acesso à árvore do conhecimento, o Homem e a Mulher caem em desgraça e são expulsos do Paraíso.

Os Evolucionistas, com base na teoria de Charles Darwin, sustentam ter o homem, assim como todas as espécies, passado por um processo de evolução, a partir do denso caldo de cultura criado nos mares, quando se amenizaram as condições da Terra, milhões de anos atrás.

Segundo a teoria, tudo o que existe na Terra, que se possa chamar de vida, é o resultado possível das condições existentes.

A condensação de elementos químicos e sua organização em sistemas mais complexos somente foi possível devido ao resfriamento da terra até o ponto em que a sobrevivência daqueles sistemas complexos fosse viável. Daí, a necessidade forçou sua evolução, em organismos progressivamente mais complexos, sempre balizados pela possibilidade, dentro das condições existentes. Mutações acontecem aos milhões, mas somente as mutações possíveis sobrevivem.

Leia mais em: Mitos Solares e Cinema

Published in: on julho 13, 2017 at 10:12 am  Comments (3)  
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O Whisky: um Rito Escocês Antigo… e muito bem aceito

Tradução José Filardo

por Jean-Moïse Braitberg


Foto: Matt Tilghman

A quando remonta a invenção do uisge beatha, a áqua vita em gaélico escocês? Alguns afirmam que foram monges vindos do Egito, que teriam trazido os primeiros alambiques de perfume e que teriam desenvolvido o uso que se conhece na Irlanda, e na Escócia a partir do século XII.

Daí uma controvérsia que não acaba nunca entre os partidários de uma origem escocesa ou irlandesa para esta bebida forte em o mundo inteiro conhece sob o nome de uísque. Como todas as aguardentes, esta tem origem na destilação de um açúcar fermentado. No presente caso, é do amido contido nos grãos trigo, cevada, centeio. Ou milho para bourbon. Para aqueles de procedência tradicional escocesa, a base é a cevada maltada, isto é, germinadas e assada em fogo de turfa. É aqui que o apelido de aguardente faz sentido. Porque dependendo se o malte foi mais ou menos exposto à fumaça, ele terá o sabor turfoso, que pode variar de mais suave a mais picante de acordo com a experiência própria de cada destilador. Em seguida, o malte é moído, misturado com a água de alta qualidade, depois deixado fermentar até que se obtém um tipo de cerveja que será destilada continuamente em grandes alambiques de cobre.

Na Escócia existem quatro regiões produtoras: as terras altas que produzem uísques robustos de renome, o vale do rio Spey (Speyside), onde as aguardentes são mais refinadas, os Lowlands de qualidade intermediária e as ilhas do oeste, principalmente Islay, que tem nada menos que oito destilarias produtoras de espíritos aos quais o clima oceânico traz uma qualidade de envelhecimento em barris incomparável.

Os uísques se dividem também entre maltes puros de uma única destilaria e misturas ou blends, resultantes de uma combinação de diferentes maltes. Mas existe também os barris únicos, peças raras de um único barril de uma mesma destilaria. Em resumo, as nuances de whisky são tão ricas, complexas e paradoxais quanto as do rito escocês que mesmo nas suas diferentes formações nada tem a ver com a Escócia … embora muitos maçons escoceses que comparecem às sessões vestidos em seus kilts, assim como fazem na França alguns adeptos do Padrão da Escócia

Esta paixão pelo rito escocês em sua forma espiritual, tanto quanto o espírito se concretizou em 2014 com a Confraria dos Cavaleiros do Malte e da Música, membro da Federação do Círculo Europeu das Fraternais e correspondendo aos mesmos critérios de adesão. Em um espírito amigável e fraterno, ali se pratica, como o próprio nome sugere, o amor ao malte, puro, bem como aos blends e à música. Degustações seguidas de banquetes são realizadas regularmente, bem como concertos na França e no estrangeiro. Trata-se de cultivar o palato, tanto quanto o ouvido. A associação também distribui seu próprio blend da marca Sword (espada dos cavaleiros), um Speyside categoria premium, de uma bela cor âmbar, envelhecido em antigos barris de xerez e considerado como tendo uma personalidade “feminina”. Assim a maçonaria mista, por vezes, assume caminhos tão calorosos quanto inesperado.
Para mais informações:

Assine a revista Franc Maçonneriehttp://www.fm-mag.fr/article/culture/le-whisky-un-rite-ecossais-ancien-et-tres-bien-accepte-1214

Humor

papas

Published in: on setembro 15, 2015 at 2:50 pm  Comments (5)  

Consultório Sentimental

Um irmão que se apresenta sob o pseudônimo de Hermes Trimegistus nos coloca, um pouco jocosamente, a seguinte dúvida:

Quem reconheceu a primeira Grande Loja como “Regular”? Foi o G.’.A.’.D.’.U.’.?

Nessa dúvida estão envolvidos dois conceitos diferentes: Regularidade e reconhecimento.

Mas, há que se considerar que ambos os conceitos surgiram somente depois da invenção da Grande Loja de Londres em 1717.  De fato, ela exercitou o chamado Poder Constituinte, com base em quatro lojas que lhe conferiram a chamada “regularidade”.

Mas, tendo inventado a franquia, a GL de Londres não tinha que se preocupar com essa questão, já que os privilégios de inventor lhe davam a primazia. A “regularidade” era essencial para a preservação da franquia. Como em um contrato moderno, o franqueado é obrigado a pagar taxas e observar uma série de requisitos destinados a manter a marca.

Posteriormente, esta regularidade foi contestada pelas Lojas escocesas e irlandesas que se denominavam Antigos e que pejorativamente atribuíram o nome de Modernos à novel Grande Loja de Londres.  E os Antigos não “reconheciam” o Modernos.

Vê-se que essa polêmica nascida na invenção da maçonaria ainda dará muito pano pra manga…

Maçonaria e Perda de Finalidade

Tradução José Filardo

Postado por E C Ballard ஃ

“Sou um Maçom.”

Os maçons continuam a debater entre si o que pode ser feito para virar a maré do encolhimento do quadro, como se os números fossem sempre importantes. Na verdade, provavelmente é o caso de que os números são o que levou a Maçonaria à beira da aniquilação; não o encolhimento dos números, mas a expansão irracional do recrutamento, em primeiro lugar.

Muitos empreendimentos humanos sucumbiram devido ao seu próprio sucesso. No século XVIII, a Maçonaria era muito bem sucedida. Ele tinha uma aura de segredo que reconhecidamente perturbava os poderes temporais da época. Entretanto, ele atraiu pensadores e os educados, e estes muitas vezes eram membros bem sucedidos da sociedade. O que atraiu essas pessoas, porque mesmo então, nem todos eram homens, foram dois assuntos de grande interesse no Iluminismo. Estes dois temas eram o pensamento esotérico ou metafísico que ainda não tinha sido demonizado por aqueles que sustentavam opiniões materialistas dentro da comunidade científica em evolução e novas ideias sobre a humanidade e os direitos dos indivíduos. Este último também pode ser descrito por aquele tópico que é o maior tabu para os maçons – política.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/maconaria-e-a-perda-de-finalidade/

Published in: on fevereiro 19, 2015 at 2:06 pm  Comments (3)  

Como tornar-se um(a) sofredor(a) em 14 lições


Tradução José Filardo

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Crédito da foto: Shutterstock.com

Os 14 Hábitos das Pessoas Altamente Sofredoras ou Como ter sucesso na autossabotagem.

Por  Cloe Madanes 

A maioria das pessoas alega querer ser feliz, ter uma vida significativa, divertir-se, experimentar a realização, compartilhar amor e amizade com outras pessoas e, talvez, outras espécies, tais como cães, gatos, pássaros e outros enfeites. Estranhamente, no entanto, algumas pessoas agem como se elas só quisessem sofrer, e elas têm notável sucesso em atrair o sofrimento para suas vidas, mesmo que elas obtenham pouco benefício aparente dele, já que ser sofredora não as ajuda a encontrar amantes e amigos , conseguir melhores empregos, ganhar mais dinheiro, ou ter férias mais interessantes. Por que elas fazem isso? Depois de ler atentamente a produção de alguns dos melhores cérebros na profissão da terapia, cheguei à conclusão de que o sofrimento é uma forma de arte, e a satisfação que as pessoas parecem encontrar nele reflete o esforço criativo necessário para cultivá-lo. Em outras palavras, quando suas condições de vida são estáveis, pacíficas e prósperas, sem guerras civis violentas em suas ruas, sem fome em massa, sem doença epidêmica, sem as humilhações vindas da pobreza – tornar-se sofredor é uma arte em si mesma, exigindo imaginação, visão e engenhosidade. Ela pode até mesmo dar à vida um significado distinto.

Assim, se você aspira a tornar-se um sofredor, quais são as melhores e mais comprovadas técnicas para fazê-lo? Vamos excluir algumas maneiras óbvias, tais como usar drogas, cometer crimes, jogar e bater em sua esposa ou seu vizinho. Estratégias mais sutis, aquelas que não levarão ninguém a suspeitar que você está agindo deliberadamente, podem ser altamente eficazes. Mas, você precisa fingir que quer ser feliz como todo mundo, ou as pessoas não vão levar o seu sofrimento a sério. A verdadeira arte é comportar-se de maneira que o levarão ao sofrimento, permitindo-lhe ao mesmo tempo afirmar que você é uma vítima inocente, idealmente das próprias pessoas de quem você está arrancando compaixão e piedade à força.

Nesse texto, eu cubro a maioria das áreas da vida, tais como família, trabalho, amigos e parceiros românticos. Essas áreas se sobrepõem muito bem, uma vez que você não pode arruinar a sua vida sem arruinar o seu casamento e talvez seus relacionamentos com seus filhos e amigos. É inevitável que, ao tornar-se um sofredor, você estará fazendo aqueles ao seu redor também sofredores, pelo menos até que eles o abandonem, o que lhe dará mais um motivo para se sentir miserável. Portanto, é importante ter em mente os benefícios que você está acumulando com seu sofrimento.

• Quando você está infeliz, as pessoas sentem pena de você. Não só isso, elas muitas vezes se sentem culpadas obscuramente, como se seu sofrimento pudesse de alguma forma ser culpa deles. Isso é bom! Há poder em fazer outras pessoas se sentir culpadas. As pessoas que te amam e aquelas que dependem de você pisam em ovos para certificar-se de que elas não digam ou façam nada que aumente o seu sofrimento.

• Quando você está infeliz, já que não tem esperanças e espera que nada de bom aconteça, você não pode ficar desapontado ou desiludido.

• Ser sofredor pode dar a impressão de que você é uma pessoa sensata e mundana, especialmente se você não sofre apenas em relação à sua vida, mas em relação à sociedade em geral. Você pode projetar uma aura de alguém sobrecarregado por uma forma de conhecimento profundo, trágico, existencial que as pessoas felizes e superficiais não podem apreciar.

Aprimorando suas habilidades de sofrer

Vamos direto ao ponto e dar uma olhada em algumas estratégias eficazes para se tornar infeliz. Essa lista não é de forma alguma exaustiva, mas dedicar-se a quatro ou cinco dessas práticas ajudará a refinar seu talento.

Leia mais…

Published in: on novembro 18, 2013 at 1:26 pm  Deixe um comentário  

Humor

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Eu sou CAVALEIRO KADOSH, Sublime Escocês, Reflexo do Sol, Defensor do Templo, Príncipe de Arimatéia, Califa do Cedro dourado e dos Quatro Horizontes, Super Pontífice, Ilustre Escudeiros dos Vinte, Mestre Mais que Perfeito e Companheiro Secreto… Mas, pode me chamar de ALBERTO!

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– Agora conhecemos o SEGREDO do desaparecimento dos dinossauros: eles recusaram a participação das fêmeas!

Published in: on agosto 23, 2013 at 1:30 pm  Deixe um comentário  
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Navegar é preciso… viver não …

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CARAVELA

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