Maçonaria na Literatura: O “Ulisses” de James Joyce

José Filardo, M .´. I .´.

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James Joyce ( * 2/2/82 + 13/01/41)

Em Maçonaria, o ritual é o esqueleto, a simbologia é a carne e a fraternidade é a alma. Tudo isso para desfrutar a liberdade e promover a igualdade.

Respiramos simbologia, e o maçom precisa desenvolver a capacidade de interpretar o que lê ou visualiza em termos do código que aprendemos em nosso dia-a-dia nas lojas.

Aprendemos, desde o momento de nossa iniciação, que tudo à nossa volta está envolto pelo véu do simbolismo, que tudo tem um significado, que tudo é passível de interpretação. Pouco a pouco, o pesado véu vai sendo afastado e adentramos um mundo totalmente diferente daquela rotina a que estamos habituados.

Naturalmente, novos véus, mais diáfanos se apresentam diante de nós em nossa senda, mas, aparelhados com o ferramental adequado, progredimos e refinamos nossa capacidade de interpretação.

Temos que a interpretação da simbologia deve ser uma segunda natureza do maçom. E considerando a presença dos símbolos em todas as manifestações culturais e em seus “produtos”, realizamos um exercício de análise literária com enfoque maçônico.

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Published in: on agosto 24, 2017 at 9:57 am  Comments (1)  
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Maçonaria na Literatura: “O Cemitério de Praga”

Umberto Eco

“Um dos problemas que enfrentamos foi como caracterizar o general Pike, o grão-mestre da Maçonaria Universal que, de Charleston, dirigia o destino do mundo. Porém, não existe nada mais inédito do que aquilo que já foi publicado.

Assim que iniciamos a publicação de Le Diable, saiu o esperado volume do monsenhor Meurin, arcebispo de Port-Louis – onde diabos ficava isso? – La Franc-Maçonnerie Synagogue de Satan; e o doutor Bataille, que mastigava o inglês, havia encontrado durante suas viagens The Secret Societies, um livro publicado em Chicago em 1873, de autoria do general John Phelps, inimigo declarado das lojas maçônicas.

Leia mais em: Cemitério de Praga

Auto sinalização:  como nossas ações podem mudar quem somos

Tradução J. Filardo

por Charles Chu  (Ensaísta e japanófilo seminômade  https://www.patreon.com/charleschu )

O ladrão astuto (Wikimedia Commons)

 

A maioria de nós pensa que fazemos escolhas por causa de quem somos.

Mas poucos de nós entendemos que o contrário também é o caso - nós somos quem somos, em parte, devido às escolhas que fazemos.

Em Isso Explica Tudo, o psicólogo Timothy Wilson faz uma pergunta:

“As pessoas agem do jeito que elas fazem por causa de seus traços de personalidade e atitudes, certo?  Eles devolvem uma carteira perdida porque são honestos, reciclam seu lixo porque se preocupam com o meio ambiente e pagam R$ 15 por um café com caramelo brulée porque eles gostam de beber cafés caros”.

Isso parece sensato, mas o que “parece” certo ou faz sentido não é necessariamente a verdade. Somos criaturas sociais, e muitas vezes o contexto (e não a personalidade) pode desempenhar um papel importante nas nossas decisões.

“Muitas vezes, nosso comportamento é moldado por pressões sutis à nossa volta, mas não conseguimos reconhecer essas pressões.  Assim, acreditamos erroneamente que nosso comportamento emanava de alguma disposição interior. … inúmeros estudos mostraram que as pessoas são altamente suscetíveis à influência social, mas raramente reconhecem toda a extensão dessa suscetibilidade, devendo assim atribuir sua conformidade aos seus verdadeiros desejos “.

Agora, é aqui que as coisas ficam interessantes.

Não é só que o ambiente afeta nossas ações. Nossas ações, por sua vez, também afetam como nos vemos.

“Talvez não sejamos particularmente confiáveis e, em vez disso, devolvemos a carteira para impressionar as pessoas que nos rodeiam. Mas, ao não perceber isso, inferimos que somos limpos e honestos. Talvez nós reciclemos porque a cidade facilitou isso (dando-nos uma lixeira e recolhendo todas as terças-feiras) e nosso cônjuge e vizinhos desaprovariam se não o fizéssemos. …É evidente que o comportamento emana de nossas disposições internas, mas … o contrário também é válido. Se devolvemos uma carteira perdida, há um tique ascendente em nosso medidor de honestidade. Depois de arrastar a lixeira de reciclagem para a calçada, nós inferimos que nos preocupamos realmente com o meio ambiente. E depois de comprar o café, assumimos que somos apreciadores de café”.

Isso é uma coisa poderosa.

Uma grande parte do bem-estar é como nós nos percebemos e o mundo que nos rodeia. Se minhas ações mudam a forma como eu me vejo então, bem, como eu ajo pode ter tremendo efeito sobre a minha qualidade de vida.

As ações podem literalmente mudar quem somos.

Auto sinalização

Em seu livro A verdade honesta sobre a desonestidade, o autor e psicólogo australiano Dan Ariely apresenta o que os cientistas sociais chamam de “auto sinalização”:

A ideia básica por trás da auto sinalização é que, apesar do que tendemos a pensar, não temos uma noção muito clara de quem somos.  Nós geralmente acreditamos que temos uma visão privilegiada de nossas próprias preferências e caráter, mas, na realidade, não nos conhecemos tão bem (e definitivamente não tão bem como pensamos que conhecemos). Em vez disso, nos observamos da mesma forma que observamos e julgamos as ações de outras pessoasinferindo quem somos e o que gostamos de nossas ações.

Embora a introspecção seja uma ferramenta poderosa, parece que a maioria de nós não é tão bom nisso.

O livro contém todo tipo de experiências fascinantes, mas uma série em particular se destacou para mim.  As pessoas a quem se pediu que usassem uma bolsa Prada falsificada foram então convidadas a fazer um teste. As pessoas que usavam bolsas falsificadas (em média) na verdade trapaceavam mais:

“… uma vez que, conscientemente, usamos um produto falsificado, as restrições morais se afrouxam até certo ponto, tornando mais fácil para nós dar mais passos no caminho da desonestidade”.

Então, essa sensação de que somos desonestos, realmente nos leva a fazer coisas mais desonestas no futuro.

Mas ainda há mais. Tome passos suficientes na direção errada, e (como todos nós já fizemos antes), encolhemos os ombros e dizemos: “Ah, foda-se”. Simplesmente paramos de nos preocupar.

Ariely chama isso de efeito foda-se:

“… para muitas pessoas houve uma transição muito acentuada onde, em algum momento do experimento, eles gradualmente evoluíram de um pouco de trapaça para trapacear em todas as oportunidades que eles tivessem. … quando se trata de trapacear, nós nos comportamos praticamente da mesma forma que fazemos nas dietas. Uma vez que começamos a violar nossos próprios padrões (digamos, com trapaças em dietas ou por incentivos monetários), ficamos muito mais propensos a abandonar novas tentativas de controlar nosso comportamentoe, a partir desse ponto, há uma boa chance de sucumbir à tentação de se comportar ainda pior”.

Eu senti isso muitas vezes. Na academia, se eu trapacear uma vez em repetições (“Bem, eu perdi a conta em três, mas senti como se eu fizesse oito, então digamos que eram oito …”), é mais fácil ser preguiçoso no dia seguinte também. Em breve, começo a pular exercícios inteiros. E, logo em seguida, eu simplesmente deixo de ir à academia.

Há aqui um círculo vicioso - quando trapaceamos, nos vemos como trapaceiros. E, depois de trapacear o suficiente, existe o risco de desistir de nossas regras e padrões. Uma única trapaça na refeição pode afetar hoje, amanhã, a próxima semana e até mesmo como quem você se vê para o resto de sua vida.

Agora, a boa notícia. Funciona na outra direção.

Uma única ação desonesta pode nos tornar mais desonesto, mas uma única ação positiva também pode nos tornar melhores.

Nós sabemos que apenas fingir um sorriso nos faz sentir melhor. E fazer uma melhor escolha hoje - seja se nós escolhemos comer uma refeição saudável, telefonar para um amigo apenas para dizer olá, ou doar dinheiro para uma causa em que acreditamos - afeta o nosso amanhã tanto no que nós fazemos quando na maneira como nos vemos.

Às vezes, fingir é a forma de fazê-lo.

 

 

Https://medium.com/the-polymath-project/self-signaling-how-our-actions-can-change-who-we-are-d7ab9ef6bc45

A Natureza da Maçonaria

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José A. Filardo M.´. I.´.

Em nossa série de artigos e pesquisas publicadas na Revista, procuramos esclarecer as influências e antecedentes da formação da Instituição que conhecemos hoje como Maçonaria.

Primeiro, em https://bibliot3ca.wordpress.com/a-verdadeira-primeira-grande-loja/ procuramos mostrar o que era a Maçonaria Operativa na Europa, como o principal elemento que informa nossa estrutura e simbologia.

Depois, mostramos o que eram as Guildas inglesashttps://bibliot3ca.wordpress.com/607-2/ também chamadas Companhias de Libré.

Depois, particularizamos uma das guildas – A guilda dos Stonemasonshttps://bibliot3ca.wordpress.com/o-dna-da-maconaria-a-companhia-dos-macons/ vez que tudo indica ter sido nela que nossos fundadores se basearam para estruturar a nova instituição.

Em nossas pesquisas, entretanto, topamos com uma informação crucial sobre o ambiente político da época que pode ter determinado a constituição da primeira grande loja e sua difusão a partir dai – O Riot Act de 1715. https://bibliot3ca.wordpress.com/dna-da-maconaria-por-que/

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A Natureza da Maçonaria

Rito Escocês nos Estados Unidos

pelo irmão S. BRENT MORRIS 33° G.C.

Tradução José Filardo

OS ALTOS GRAUS NOS ESTADOS UNIDOS: 1730–1830

A Maçonaria nos Estados Unidos da América teve uma história inicial fora do comum. Importada da Europa – Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e Alemanha – tornou-se rapidamente uma das mais importantes organizações coloniais. “Na geração da revolução [americana], a capacidade da Maçonaria de encarnar as diferentes demandas culturais do período deu-lhe um enorme poder.” (1) Ela tornou-se uma organização exclusiva durante a revolução e, em seguida começou a expandir sua base de filiação entre a classe média. É irônico que a Maçonaria Simbólica fosse atacada por sua perceptível influência de elite à medida que começou a aumentar os seus quadros.

Em 1826, em Nova York, William Morgan publicou uma exposição pública de rituais maçônicos. (2) Mais tarde, ele foi raptado por maçons em Canandaigua, Nova Iorque, e em seguida desapareceu. Acreditava-se amplamente que ele tinha sido assassinado como parte de uma conspiração maçônica. O clamor público levou à criação do primeiro “terceiro partido” mais importante na política americana, o Partido Antimaçônico. Em 1830, a Maçonaria estava morta ou adormecida na maior parte dos Estados Unidos. Como Pompéia após o Vesúvio, quase tudo relacionado com maçonaria foi destruído pela erupção da antimaçonaria. Só em 1840 que a fraternidade começou a se recuperar daquele golpe quase fatal.

Assim, podemos perfeitamente enquadrar a época inicial da Maçonaria norte-americana entre dois eventos: a abertura da primeira loja, cerca de 1730 e a quase destruição da Maçonaria cerca de 1830. A Maçonaria cresceu e se desenvolveu nos Estados Unidos durante este período, principalmente através da importação de ritos e graus. As inovações que ocorreram foram refinamentos, não fabricação de graus no atacado. Os maçons americanos pareciam bem conscientes de que sua fraternidade era uma criação europeia e olhavam para aquele continente como a fonte e a origem de tudo o que era “regular” em Maçonaria. Há pouca evidência de criatividade ritual americana naquela época.

Ler mais: O Rito Escocês nos Estados Unidos

Associações Voluntárias e Religião Civil: O Caso da Maçonaria

Tradução J. Filardo

Por JOHN WILSON
Departamento de Sociologia
Duke University
Review of Religious Research, Vol. 22, bro. 2 (Dezembro 1980)

Uma pesquisa de amostra aleatória de Maçons em um estado do Meio-Oeste americano mostra que eles vêm principalmente de extratos socioeconômicos mais altos, embora menos que há 20 anos atrás. A maioria dos membros se descreveu como inativos e não familiarizados com os procedimentos de loja, mas mostraram fidelidade direta à Ordem e um compromisso firme com seus ideais. Este paradoxo é resolvido com a ajuda de ideias extraídas dos escritos de Bellah sobre religião civil.

Nos Estados Unidos, as associações voluntárias desempenham diversas funções. Para o indivíduo, elas proporcionam suporte afetivo e uma sensação de Solidariedade com outros que têm interesses semelhantes. Para a sociedade como um todo, elas podem ser “consideradas como entidades integradoras em nível de comunidade, estado, regional ou nacional “(Babchuk e Edwards, 1973: 265, ver também, Cutler, 1573:135; Rose, 1967: 229-233). Talvez nenhuma outra associação preencha os interstícios entre a família e a comunidade melhor que a ordem fraternal, com sua mistura especial de prazeres privados e serviço público. A fraternidade é ao mesmo tempo um refúgio, em que os interesses e gratificações particulares podem ser realizados e um grupo de ação social, através do qual os compromissos públicos podem ser expressos. Este duplo papel das fraternidades é de especial interesse para mim neste trabalho.

O epítome do fraternalismo nos Estados Unidos é a Maçonaria. Ela serve de modelo para a maioria das outras ordens fraternais. É de se esperar que ela também funcionará como um elo entre as esferas privada e pública. Mas a Maçonaria é até certo ponto um caso especial entre as fraternidades. Muito mais que qualquer outra ordem, ela enfatiza a aprendizagem esotérica e a promulgação de um sistema moral fundado em crenças religiosas. Sua natureza quase religiosa é testemunhada pela hostilidade com que ela tem sido tratada por muitos dos corpos religiosos mais ortodoxos (Myers, 1960).

Leia Mais em: Associações Voluntárias e Religião Civil

Constituições de Anderson – Análise do primeiro artigo

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James Anderson 

(Ir.´. Alain F. Marti / Fidelidade e Prudência, esta conferência foi apresentada no Congresso da LUF em setembro de 2003).

Tradução J. Filardo M.´. I.´.

De acordo com o uso do Grande Oriente de França, foi feita a leitura do primeiro artigo das Constituições de Anderson, carta fundamental da Maçonaria especulativa. A sobre essas Constituições que eu quero lhes falar agora.

Vejamos novamente este Artigo Primeiro:

“Um maçom é obrigado por seu mandato a obedecer à lei moral e, se compreende bem a arte, nunca será um ateu estúpido nem um libertino irreligioso. Embora nos tempos antigos os maçons fossem obrigados em cada país a praticar a religião daquele país, qualquer que fosse ela, agora é considerado mais conveniente apenas obrigá-los a seguir a religião com a qual todos os homens concordam, isto é, ser homens bons e verdadeiros, ou homens de honra e probidade, quaisquer que sejam as denominações ou confissões que ajudam a diferenciá-los, de forma que a Maçonaria se torne o centro de união e o meio para estabelecer uma amizade sincera entre homens que de outra forma permaneceriam separados para sempre”.

Há certamente muito a dizer sobre este texto e muita tinta já correu sobre ele. Ele exige realmente desenvolvimento.

Leia mais em: Constituições de 1717 – Análise do Artigo Primeiro

Published in: on julho 21, 2017 at 10:27 am  Deixe um comentário  
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O esoterismo dos construtores de catedrais.

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Tradução J. Filardo

Por Jean van Win

A frase composta para o título consiste em três conceitos distintos: primeiro, o de esoterismo, em seguida, o de construtores e, finalmente, o das catedrais que são os monumentos mais grandiosos do catolicismo romano.

Estes três elementos justapostos refletem uma crença compartilhada por certos maçons: os construtores de catedrais praticavam entre eles, e gravavam nas pedras das igrejas, colégios e catedrais, mensagens e sinais de esoterismo, que para alguns autores do final do século XIX, se tornam pura heresia ou anticlericalismo se não ateísmo.

Vejamos rapidamente cada um desses conceitos separadamente, antes de compreender, porque é muito mais uma questão de compreender que de aderir.

O esoterismo.

O esoterismo é uma maneira de pensar sobre a vida interior e que se manifesta na discrição, mesmo em segredo. Assim como o símbolo, de que só alguns podem entender o significado, escreve Marie-Madeleine Davy em sua indispensável “Introdução ao simbolismo romano”, publicado pela Editora Flammarion.

Leia mais em: O Esoterismo dos Construtores de Catedrais

Published in: on julho 17, 2017 at 5:48 pm  Comments (1)  
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Arte e Maçonaria: Mitos Solares e Cinema

 Por José Filardo – M.´. I.´.

 

Oceanos de tinta foram gastos na polêmica entre Criacionistas e Evolucionistas.

O Grande Arquiteto (William Blake)

Os Criacionistas, por um lado, trazem à discussão a posição do Cristianismo centrada no Livro Gênesis da Bíblia, defendendo a idéia de que o mundo foi criado por um Deus onipotente, onisciente e onipresente, em sete dias, e que o Homem foi por Ele criado a partir do barro, e a Mulher a partir de uma costela do Homem. Ao ceder à tentação de ter acesso à árvore do conhecimento, o Homem e a Mulher caem em desgraça e são expulsos do Paraíso.

Os Evolucionistas, com base na teoria de Charles Darwin, sustentam ter o homem, assim como todas as espécies, passado por um processo de evolução, a partir do denso caldo de cultura criado nos mares, quando se amenizaram as condições da Terra, milhões de anos atrás.

Segundo a teoria, tudo o que existe na Terra, que se possa chamar de vida, é o resultado possível das condições existentes.

A condensação de elementos químicos e sua organização em sistemas mais complexos somente foi possível devido ao resfriamento da terra até o ponto em que a sobrevivência daqueles sistemas complexos fosse viável. Daí, a necessidade forçou sua evolução, em organismos progressivamente mais complexos, sempre balizados pela possibilidade, dentro das condições existentes. Mutações acontecem aos milhões, mas somente as mutações possíveis sobrevivem.

Leia mais em: Mitos Solares e Cinema

Published in: on julho 13, 2017 at 10:12 am  Comments (3)  
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A verdadeira identidade do Irmão Ancião de Rudolf Steiner Revelada

Descobrindo o segredo de “M”, o Adepto por trás da Tradição Ocidental

Tradução J. Filardo


Por Richard Cloud

Muitas especulações foram gastas para descobrir a verdadeira identidade de M de Steiner De acordo com uma Ordem Rosacruz na Alemanha, eles conhecem a identidade deste “Mestre” desconhecido.

Por que isso é tão significativo? De acordo com os ensinamentos de Steiner, “o M” deve ter sido a atual encarnação de Christian Rosenkreutz durante aquela época. Aqui eu revelo o nome dessa pessoa e compartilho a jornada do que encontrei. Essas descobertas foram surpreendentes para dizer o mínimo.

Rudolf Steiner

Em primeiro lugar, deve ser dito que recorreremos a materiais publicados para avaliar essa alegação. Qualquer um pode cruzar referências a estas declarações e observar os fatos. Como estudante de Rudolf Steiner, sempre fui fascinado pela identidade de quem era o Mestre e queria saber mais. Minha pesquisa aqui, de forma alguma, tenta diminuir o trabalho do Dr. Steiner. Pelo contrário, é meu amor por este grande professor de humanidade que me levou a realizar essa tentativa de esclarecimento.

Em 1907, Rudolf Steiner escreveu um breve esboço autobiográfico conhecido como “Documento Barr”. Neste famoso documento, Steiner menciona seu primeiro encontro com “o M”. Desde então, a especulação girou em torno da identidade desse indivíduo, o que não é de se admirar. Ao contrário de outros fundadores rosacruzes como Harvey Spencer Lewis ou Max Heindel, que fizeram alegações de herdar a tradição Rosicruciana, os seguidores da Antroposofia realmente acreditam que Steiner encontrou C.R.C. face a face!

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