O Esplendor da Maçonaria Imperial

Tradução José Filardo

Por Pierre Mollier

Com as duas décadas que precederam a Revolução e a Terceira República, o Império foi, sem dúvida, uma época de ouro para a Maçonaria. O Grande Oriente reunia 300 Lojas em 1804, mais de 600 em 1808 e 1200 nos 130 departamentos franceses do Grande Império no início de 1812! Além disso, com Cambacérès, Murat, Masséna, Lacépède, Kellerman, Lannes, Regnault de Saint-Jean d’Angely, etc. a direção da obediência quase se confunde com o governo de Napoleão.

No entanto, esta presença maçônica maciça no Primeiro Império foi muitas vezes subestimada. Por muito tempo, os historiadores maçônicos ou aqueles do Primeiro Império queriam ver apenas um fenômeno superficial, sem significado real. Ou eles apresentavam a Maçonaria imperial como a fantasia de uma burguesia que finalmente surgira sem grande importância política, e citavam esta frase de Napoleão, provavelmente apócrifa, ironizando sobre a chanceler presidindo os banquetes maçônicos com a mesma seriedade que as sessões do Conselho de Estado. Ou eles pintavam o retrato de uma Maçonaria rigidamente controlada pela temível polícia de Fouché e o período napoleônico representava então na história santa da República, apenas os anos em que a mola se comprimia na aurora do século das Revoluções.

Leia mais: O Esplendor da Maçonaria Imperial na França

Rumo à renda universal: Como lidar com o desaparecimento programado do trabalho?

Tradução José Filardo

por Jean-Moïse Braitberg

A prodigiosa revolução da inteligência artificial está transtornando nossa relação com o mundo, bem como o significado que damos às nossas vidas. O emprego, que alguns acreditam ser a chave do bem-estar, assim como da dignidade, está em vias de se tornar um dado obsoleto. Convém se preparar seriamente, visando principalmente a possibilidade de uma renda universal de existência desconectada da atividade. É hoje é o maior desafio que a humanidade está enfrentando, ao mesmo tempo em que isso coloca em causa para os maçons a importância simbólica do trabalho.

Estamos à procura de um colaborador para um trabalho que exige inteligência superior, capacidade de trabalho a toda prova e grande precisão eliminando qualquer risco de fracasso. Os humanos devem se abster“.

Este é o tipo de oferta de emprego que é de se esperar nos próximos anos.

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Published in: on março 9, 2017 at 2:46 pm  Comments (1)  
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Por que “1984” foi escrito

Tradução José Filardo

Em resposta a um certo Noel Willmett, que havia perguntado “se o totalitarismo, adoração do líder, etc. estão realmente em ascensão” dado “que não estão aparentemente crescendo na [Inglaterra] e nos EUA”, George Orwell escreveu essa carta em 1944, três anos antes de escrever sua obra prima “1984”:

Devo dizer que eu acredito, ou tenho receio, que tomando o mundo como um todo, estas coisas estão aumentando. Hitler, sem dúvida, logo desaparecerá, mas apenas à custa do fortalecimento de (a) Stalin, (b) dos milionários anglo-americanos e (c) de todos os tipos de pequenos ditadores do tipo de Gaulle. Todos os movimentos nacionais em todos os lugares, até mesmo aqueles que são originários da resistência à dominação alemã, parece assumir formas não democráticas; agrupar-se em torno de algum ditador, um fuhrer sobre-humano (Hitler, Stalin, Salazar, Franco, Gandhi, De Valera são todos exemplos diversos) e adotar a teoria de que o fim justifica os meios.

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ÁGUA – Manual de Sobrevivência para a Crise

– Esta publicação é uma iniciativa da Aliança Pela Água –

São Paulo e diversas outras cidades da Região Sudeste estão passando por uma grave crise hídrica. Diante desse problema complexo e de grandes proporções, cada um de nós pode contribuir para ajudar a evitar ou pelo menos adiar o esgotamento dos reservatórios.

  • Esse manual é um chamado para a mudança de hábitos: aprender e aplicar novas práticas e sobretudo adotar um estilo de vida realmente sustentável em casa, no emprego, na escola e na comunidade, individual e coletivamente. Nesse momento, cultivar e disseminar a paz é tão importante quanto fazer preparativos comparáveis a uma situação de guerra. Manter a calma, ser solidário e pró-ativo são atitudes essenciais para enfrentar um problema que afeta a todos. Entrar em pânico ou optar por soluções individualistas só vai piorar a situação
  • As próximas páginas apresentam várias sugestões de economia de água em casa e você pode levar as ideias e dicas divulgadas nesta cartilha para seus locais de trabalho e estudo. Além de aderir ao consumo consciente, é importante que cada cidadão participe do debate político visando pressionar os governantes a tomar atitudes adequadas para gerir a crise e construir soluções de curto e longo prazo. Afinal, o acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

 

www.aguasp.com.br

 

BAIXE O manual de sobrevivencia para a crise

O ESTADÃO ACORDOU?

O portal Brasil de Fato realizou um levantamento sobre o comportamento dos três jornais de maior circulação no Brasil ante a campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República. O estudo foi feito a partir das manchetes de primeira página publicadas porO Estado de S. Paulo, O Globo e Folha de S. Paulo, entre os dias 28 de agosto e 27 de setembro. Nesses trinta dias, O Estado de S. Paulo produziu 22 capas negativas para a candidata petista. No mesmo período, o jornal trouxe somente uma capa com manchete positiva, (“Inquérito da PF esvazia tese de crime político na receita”, no dia 16). Também houve três manchetes consideradas neutras e quatro abordando assuntos não ligados às eleições. (http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Estado_de_S._Paulo)

Depois de emprestar seu apoio ao estelionato eleitoral de 2014, no momento em que era preciso ser um jornal de verdade – digno da reputação da Família Mesquita, o Estadão vem agora oferecer um material de altíssima qualidade para nos explicar quão desgraçados estarão os paulistanos a partir de Março.

Obrigado, Seu Francisco Mesquita Neto… Obrigado.

http://infograficos.estadao.com.br/especiais/passado-futuro-cantareira/

Multa da água

A sobretaxa na conta de água foi anunciada pela primeira vez em abril pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) para entrar em vigor no mês seguinte, o que não ocorreu. Em julho, durante a campanha pela reeleição, o tucano desistiu de adotá-la alegando que a população estava economizando. Em dezembro, porém, Alckmin retomou a proposta, que prevê multa de até 100% para quem consumir mais agora do que antes da crise e entrou em vigor no dia 8 de janeiro.

ESPECIALISTA

Estocar água. Esta é uma das alternativas que Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral do ONG WWF-Brasil, indica para a população da Grande São Paulo, diante do colapso total dos reservatórios. “As pessoas tem que estocar água, mesmo com todos os riscos. Se for guardar, faça isso em lugar fechado para não dar dengue. É o que nos restou”, afirmou. De acordo com ela, a população também precisa mudar o pensamento em relação às chuvas. Não é porque há precipitações pontuais que os reservatórios irão ficar cheios novamente. Muita gente ainda tem aquela leitura da chuva do dia, uma ilusão de que se chover bastante vai resolver o problema. O governo nos ajudou a ficar em uma situação pior que não vai ser resolvido em médio prazo. Para o Cantareira encher vai ter que ser dilúvio. Não tem área de reservação nova”, disse Maria Cecilia. “A possibilidade de ficar sem água vai acontecer. A indústria vai brigar para ter água, o restaurante também, a dona de casa vai precisar para tomar banho e dar de comer. Não vai ser um conflito fácil de se mediar, não sabemos como vai ficar.”

Transparência e informação. Ainda de acordo com a especialista, os governos federal, estaduais e municipais precisam deixar claro para a população de que a água pode acabar. “Tem que deixar claro para a população o que está acontecendo, dizer que a água está acabando e que o governo vai ter que tomar atitudes. Precisa informar o horário que vai faltar água e explicar como a Sabesp está manejando o sistema”, disse.

Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral da WWF-Brasil e ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente

Published in: on janeiro 30, 2015 at 7:38 am  Comments (2)  
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Construtores de Império – Maçonaria e Imperialismo Britânico – 1717 – 1927

Tradução José Filardo

Por Jessica L. Harland-Jacobs

O Duque de Connaught, GM da Maçonaria Inglesa liderando uma procissão maçônica em Bulawayo, Rodésia, 1910,

 

 

 

Introdução

A Antiga e Honorável Fraternidade dos Maçons Livres e Aceitos

“A Maçonaria, ao que parece, foi fundamental para a construção e coesão do império. Observando essa relação fundamentalmente recíproca entre a Maçonaria e o imperialismo, o ex-Secretário de Estado para as Colônias e alto funcionário Maçônico Lord Carnarvon proclamou: “Seguindo de perto, na esteira da colonização, onde quer que a cabana do colono fosse construída ou a bandeira de conquista tremulava, ali a Maçonaria tem logo igual domínio. Ela refletiu e consolidou o Império Britânico.” Este livro conta a história da Maçonaria imperial britânica e, no processo, oferece algumas novas maneiras de pensar sobre a história do imperialismo.”

 

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Published in: on dezembro 27, 2014 at 4:11 pm  Comments (1)  
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O Ebola é assustador, mas estas seis coisas são muito mais assustadoras

Tradução: José Filardo

A maioria dos americanos não está correndo tanto risco. Aqui estão os verdadeiros assassinos.

Larry Schwartz – AlterNet

15/10/2014 |

O Ebola é assustador. Sem dúvida. Agora que um segundo profissional de saúde de Dallas foi diagnosticado com Ebola, muitas pessoas estão justificadamente assustadas com a terrível doença – particularmente trabalhadores de saúde que poderiam encontrar-se cuidando pacientes com Ebola. Na África Ocidental, o vírus está se espalhando e nem de longe sob controle.

No entanto, a maioria dos americanos simplesmente não está correndo muito o risco de contrair Ebola, embora você não saiba vindo da mídia. A América não viu alimentação do medo nesta escala desde os primeiros dias da crise da AIDS na década de 1980. Então, como agora, uma doença pouco compreendida tornou as pessoas com medo de até mesmo estar na mesma vizinhança de uma vítima infeliz. Tal como acontece com AIDS, rumores e paranoia começaram a circular.

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Published in: on outubro 16, 2014 at 12:14 pm  Comments (1)  
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Confissões escandalosas…

A verdade revelada: o dinheiro é apenas um “papagaio”, e os bancos estão deitando e rolando

Tradução José Filardo

A dose de honestidade do Banco da Inglaterra lança as bases teóricas da austeridade pela janela

David Graeber

“O Banco Central pode imprimir tanto dinheiro quanto quiser.” Foto: Alamy

Na década de 30, Henry Ford teria dito que era uma coisa boa que a maioria dos americanos não soubesse como o sistema bancário realmente funciona, porque se eles o fizessem, “haveria uma revolução antes da manhã de amanhã.”

Na semana passada, algo notável aconteceu. O Banco da Inglaterra soltou os cachorros. Em um artigo chamado ” A Criação de moeda na Economia Moderna ”, de co-autoria de três economistas da Direção de Análise Monetária do Banco, declarou abertamente que as hipóteses mais comuns de como funcionam os bancos são simplesmente erradas, e que o tipo de posição heterodoxa e populista mais comumente associada a grupos como Occupy Wall Street estão corretas. Ao fazê-lo, eles efetivamente jogaram toda a base teórica da austeridade pela janela.

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Published in: on março 18, 2014 at 1:09 pm  Deixe um comentário  
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35 países onde os EUA apoiaram fascistas, chefões da droga e Terroristas

Tradução José Filardo

Aqui está um guia prático de A a Z do crime internacional apoiado pelos EUA.

Crédito da foto: Shutterstock.com

4 Março 2014 | – AlterNet

Os EUA estão apoiando o partido de extrema direita Svoboda da Ucrânia e violentos neonazistas cujo levante armado abriu o caminho para um golpe de Estado apoiado pelo Ocidente. Eventos na Ucrânia estão nos dando outra visão através do espelho das guerras de propaganda dos Estados Unidos contra o fascismo, as drogas e o terrorismo. A realidade feia por trás do espelho é que o governo dos EUA tem uma longa e ininterrupta história de trabalho com fascistas, ditadores, senhores da droga e países patrocinadores do terrorismo em todas as regiões do mundo em sua busca ilusória, mas implacável pelo poder mundial incontestado.

Por trás do muro de impunidade e proteção do Departamento de Estado e da CIA, os clientes e fantoches dos EUA envolvidos nos piores crimes que o homem conhece, desde assassinato e tortura a golpes e genocídio. O rastro de sangue desta carnificina e caos leva diretamente de volta para os degraus do Capitólio dos EUA e da Casa Branca. Como o historiador Gabriel Kolko observou em 1988, “A noção de um fantoche honesto é uma contradição que Washington não conseguiu resolver em nenhum lugar do mundo desde 1945.” O que se segue é um breve guia de A a Z da história daquele fracasso.

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Published in: on março 8, 2014 at 1:16 pm  Deixe um comentário  
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Por que a Maçonaria nada faz?

Por José Filardo, Mestre Maçom

Invariavelmente, um irmão pede a palavra durante a sessão para dizer que as coisas estão indo cada vez pior e que “alguém precisa fazer alguma coisa”, implicando que a maçonaria precisa fazer alguma coisa. Essa manifestação, contudo, revela o desconhecimento dos irmãos sobre a instituição a que pertencemos, a Maçonaria.

Seu nascimento, em 1717, respondeu a uma necessidade de fundo político, é verdade, mas não havia proposta de intervenção direta na sociedade.

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