Navegar é preciso… viver não …

bandeira italiana peq

(Originalmente Pompeu, depois Camões, depois Fernando Pessoa, depois Caetano Veloso, agora eu…)

CARAVELA

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Se cá chegastes, por desígnio do acaso, trazido por quaisquer ventos, trazido por Mestre Google, ou propositalmente,  chega-te, acomoda-te, escolhe um tema na lista e aproveita.
Se queres comentar, ó pá, fica à vontade pois cá não temos qualquer problema de discutir as questões relacionadas com a Liberdade, Igualdade e Fraternidade, ou qualquer outra questão.

Aproveita! 

O Editor


Primeiro Congresso Mundial Virtual da Maçonaria (CMV)

cmi-cmv

Primer Congreso Mundial Virtual de Masonería (CMV)
Primeiro Congresso Mundial Virtual da Maçonaria (CMV)

Duración: Del 21 JUN al 21 DIC 2016
Duração: De 21 JUN a 21 DEZ 2016

Composición de los Foros del CMV:
Registro / Cadastro

Con información general sobre el sistema de registro, forma de participación y contenido de las Salas de Trabajo.
Preguntas – Respuestas / Perguntas – Respostas / Q & A
Para realizar preguntas de carácter general sobre el CMV
Sala #1 a Sala #4
En cada Sala existe una breve introducción sobre los temas a tratar.

Estrutura dos Fóruns do CMV:
Registro / Cadastro

Com informação geral sobre o sistema de cadastro, a forma de participação e conteúdo das Salas de Trabalho.
Preguntas – Respuestas / Perguntas – Respostas / Q & A
Para fazer perguntas do tipo geral sobre o CMV
Sala #1 a Sala #4
Em cada Sala existe uma breve introdução sobre os temas a serem tratados.

Registro:
1) Todos los Hermanos que son miembros de Logias que son parte de las Grandes Potencias afiliadas a la CMI pueden participar en el CMV.
2) El VM y Secretario serán registrados directamente y recibirán un email con una clave de acceso a la plataforma del CMV.
3) El VM y Secretario, previa consulta a los miembros de su Logia, tienen la responsabilidad de elaborar una lista de HH interesados en participar en el CMV, otorgando la dirección de correo electrónico para su registro. Esta lista deberá ser enviada al Foro “Registro / Cadastro”, abriendo un “New Topic” con el nombre de su Logia y la Potencia a la que pertenece.
4) Los Coordinadores del CMV registrarán a todos los nombres de la lista y enviarán directamente la notificación al interesado.

Cadastro:
1) Todos os Irmãos que são membros de Lojas que fazem parte das Grandes Potências afiliadas da CMI podem participar no CMV.
2) O VM e o Secretário serão registrados diretamente e receberão um e-mail com uma senha para acessar a plataforma do CMV.
3) O VM e o Secretário, após consulta com os membros de sua Loja, têm a responsabilidade de preparar uma lista de Irmãos interessados em participar no CMV, dando o endereço de email para o cadastro. Esta lista deve ser enviada para o Fórum “Registro / Cadastro”, aperturando um “New Topic” com o nome de sua Loja e a Potência onde pertence.
4) Os Coordenadores do CMV farão o cadastro dos nomes da lista e enviarão diretamente a notificação ao interessado.

Forma de participación:
1) Todos los Hermanos pueden participar en todas las Salas del CMV.
2) No hay límite en el número de intervenciones por Hermano.
3) La intervención puede ser hecha en español o portugués.
4) Si la intervención resulta ser demasiado extensa (mas de una página), se recomienda resumir su contenido en el post y presentar el detalle como archivo adjunto (Formato PDF).
5) Cualquier material que apoye la intervención puede ser adjuntado al post en formato PDF.
6) Todas las Salas tendrán un Coordinador y un equipo de Moderadores cuya función será asesorar a los participantes en aquellos puntos donde puedan existir dudas que ameriten una orientación.
7) Se exige de todos los participantes el respeto irrestricto a la opinión diferente y el uso de un lenguaje acorde a los valores que se pregonan en la Orden, bajo pena de exclusión de la Sala.
8) Para recibir notificaciones en su email cada vez que alguien interviene en la Sala donde tiene interés de participar, presione: “Suscribirse al Foro”, en la parte inferior izquierda de la página.

Forma de participação:
1) Todos os Irmãos podem participar em todas as Salas do CMV.
2) Não há limite para o número de intervenções pelo irmão.
3) A intervenção poder ser feita em espanhol ou portugues.
4) Se a intervenção prova ser muito extensa (mais de uma página), recomenda-se resumir o seu conteúdo no post e apresentar os detalhes Anexo (Formato PDF).
5) Qualquer material para apoiar a intervenção pode ser anexado em formato PDF.
6) Todas as Salas têm um Coordenador e uma equipe de Moderadores cuja função é aconselhar os participantes naqueles pontos onde pode haver dúvidas que merecem orientação.
7) Respeito total é exigido de todos os participantes para a opinião diferente e uso de uma linguagem de acordo com os valores que são proclamados na Ordem, sob pena de exclusão da Sala.
8) Para receber notificações em seu e-mail cada vez que alguém intervém na Sala onde você tem interesse em participar, pressione “Inscrever-se para o Fórum”, no canto inferior esquerdo da página.

Temario de las Salas de Trabajo
Temário das Salas de Trabalho

Sala 1: La Necesidad de Crear un Nuevo Paradigma
1) Introducción
1.1) Diagnóstico situacional de la Masonería mundial;
1.2) Diagnóstico situacional de la Confederación Masónica Interamericana;
1.3) Necesidad de una renovación del modelo institucional;
1.4) Definir una nueva visión y una nueva misión institucional.

Sala 1: A Necessidade de Criar um Novo Paradigma
1) Introdução
1.1) Diagnóstico situacional da Maçonaria mundial;
1.2) Diagnóstico situacional da Confederação Maçônica Interamericana;
1.3) Necessidade de uma renovação do modelo institucional;
1.4) Definir uma nova visão e uma nova missão institucional.

Sala 2: Sobre la Masonería Disruptiva
2) Introducción
2.1) Estudios y estadísticas sobre grupos masónicos de la corriente liberal, confederados o singulares;
2.2) Análisis y diagnóstico situacional de los grupos no tradicionales (Grandes Logias femeninas, mixtas, etc.);
2.3) Grupos alternativos existentes para las nuevas generaciones, en especial para la generación de internet (Generación Google);
2.4) Análisis de las amenazas y/o oportunidades directas a la Masonería tradicional;
2.5) Propuestas para el tratamiento institucional de los grupos masónicos disruptivos.

Sala 2: Sobre a Maçonaria Disruptiva
2) Introdução
2.1) Estudos e estatísticas sobre grupos maçônicos da corrente liberal, confederados ou singulares;
2.2) Análise e diagnóstico situacional dos grupos não tradicionais ( Grandes Lojas Femininas, Mistas, etc.);
2.3) Grupos alternativos existentes para as novas gerações, em especial para a geração da internet (Geração Google);
2.4) Análise das ameaças diretas a Maçonaria Tradicional;
2.5) Propostas para o tratamento institucional dos grupos maçônicos disruptivos.

Sala 3: Procesos de Innovación en Masonería
3) Introducción
3.1) Definir el nuevo modelo institucional de Masonería;
3.2) Analizar la proposición de valor;
3.3) Analizar los recursos;
3.4) Analizar los procesos;
3.5) Analizar los mecanismos de evaluación del modelo institucional;
3.6) Definir dónde y cómo aplicar los procesos de innovación en Masonería.

Sala 3: Processos de Inovação em Maçonaria
3) Introdução
3.1) Definir o novo modelo institucional da Maçonaria;
3.2) Analisar a proposição de valor;
3.3) Analisar os recursos;
3.4) Analisar os processos;
3.5) Analisar os mecanismos de avaliação do modelo institucional;
3.6) Definir onde e como aplicar os processos de inovação em Maçonaria.

Sala 4: Masonería Ejecutiva: Construyendo las Redes Colaborativas
4) Introducción
4.1) Construcción de redes integradas de comunicación;
4.2) Construcción de redes comerciales – empresariales;
4.3) Construcción de redes de mutuo socorro (MAYDAY);
4.4) Construcción de redes académicas (estudios filosóficos, ritualísticos, históricos, etc.);
4.5) Construcción de redes sociales (CHL), culturales, foros integrados de discusión abierta (FDA).

Sala 4: Maçonaria Executiva: Construindo as Redes Colaborativas
4) Introdução
4.1) Construção de redes integradas de comunicação;
4.2) Construção de redes comerciais – empresariais;
4.3) Construção de redes de mútuo socorro (MAYDAY);
4.4) Construção de redes acadêmicas (estudos filosóficos, ritualísticos, históricos, etc.);
4.5) Construção de redes sociais (CHL), culturais, foros integrados de discussão aberta (FDA).

FORMULARIO DE REGISTRO:

https://form.jotformz.com/rsm123/cmi—registro-virtual 

Stonemasons – Talhadores da Pedra

Tradução José Filardo

Por Albert Mackey

A história da origem e evolução da Irmandade de Talhadores de Pedra (Canteiros) na Europa, durante a Idade Média é de grande importância como um estudo para o erudito maçônico, devido à íntima ligação que existia entre aquela Irmandade e a Fraternidade de Maçons. Com efeito, a história de uma é simplesmente a introdução à história da outra. Em uma digressão histórica, somos compelidos a assumir a ciência especulativa onde descobrimos que a arte operativa a deixou. Assim, quem quer que se dedique a escrever uma história da Maçonaria, deve dar, para a realização do seu trabalho, uma consideração integral à Irmandade dos Canteiros. No ano de 1820, um trabalho foi publicado em Leipzig, na Alemanha, pelo Dr. Christian Ludwig Steiglitz, sob o título de “Von Altdeutscher Baukunst“, isto é, “Ensaio sobre a Arquitetura Alemã Antiga”. Neste trabalho, o autor traça com grande exatidão a ascensão e o progresso das fraternidades de Canteiros desde os primeiros tempos, através da Idade Média, até a sua absorção final pelas associações de Maçons. A partir dos trabalhos do Dr. Steiglitz, confrontado com algumas outras autoridades em relação a assuntos sobre os quais ele é silencioso ou errôneo, compilei o seguinte esboço.

É universalmente admitido que, nos primeiros tempos do cristianismo, só os membros do clero eram os patronos das artes e das ciências. Isso ocorria porque todo o ensino estava então quase exclusivamente limitado aos eclesiásticos. Muito poucos leigos sabiam ler ou escrever, e até mesmo os reis apunham uma cruz, no lugar de suas assinaturas em estatutos e outros documentos que eles emitiam, porque, como eles francamente confessavam sua incapacidade para escrever seus nomes; e daí vem a expressão moderna de assinar um papel, como equivalente a assinar o nome. Desde a época de Carlos Magno, no século VIII, até meados do século XII, todo o conhecimento e prática da arquitetura, pintura e escultura estavam exclusivamente confinados aos monges; e os bispos supervisionavam pessoalmente a construção de igrejas e catedrais em suas dioceses, porque não só os princípios, mas a prática da arte da construção eram segredos escrupulosamente mantidos dentro dos muros de claustros, e totalmente desconhecido para leigos.

Muitos dos fundadores das Ordens Monásticas e, especialmente, entre eles São Bento, tornaram um dever peculiar para os irmãos dedicar-se à arquitetura e à construção de igrejas. O monge inglês Winfrido, mais conhecido na história eclesiástica como São Bonifácio e que, por seu trabalho na cristianização daquele país, foi denominado o Apóstolo da Alemanha, seguiu o exemplo de seus antecessores na construção de mosteiros alemães. No século VIII, ele organizou uma classe especial de monges para a prática da construção, sob o nome de Operarii, ou Artesãos, e Magistri Operum, ou Mestres de Obra. Os trabalhos e deveres desses monges eram divididos. Alguns deles projetavam a planta do edifício; outros eram pintores e escultores; outros se ocupavam em trabalhar em ouro e prata e bordados; e outros ainda, que eram chamados Caementarii, ou canteiros, realizavam os trabalhos práticos de construção. Às vezes, especialmente em construções grandes, onde muitos trabalhadores eram necessários, leigos também eram empregados, sob a direção dos monges. Tão extensos se tornaram esses trabalhos, que os bispos e abades, muitas vezes obtinham grande parte das suas receitas com os ganhos dos trabalhadores nos mosteiros.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/canteiros-os-talhadores-de-pedras-da-idade-media/

Maçonaria Adonhiramita

Tradução José Filardo

Das inúmeras controvérsias que surgiram de meados até perto do final do século XVIII no continente da Europa, e especialmente na França, entre os estudantes de filosofia maçônica, e que tão frequentemente resultaram na invenção de novos Graus e no estabelecimento de novos Ritos, não menos importante foi aquele relacionado com a pessoa e caráter do Construtor do Templo. A pergunta: “Quem foi o arquiteto do Templo do Rei Salomão?” foi respondida de forma diferente por diferentes teóricos, e cada resposta deu origem a um novo sistema, um fato de nenhuma maneira surpreendente naqueles tempos, tão férteis na produção de novos sistemas maçônicos. A teoria geral era então, como é agora, que este arquiteto foi Hiram Abif, o filho da viúva, que tinha sido enviado ao rei Salomão por Hiram, rei de Tiro, como um presente precioso e, como um operário curioso e astuto.

Esta teoria era sustentada pelas declarações das escrituras judaicas, na medida em que jogavam alguma luz sobre a lenda maçônica.

Ler mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/?page_id=5282

O Ceticismo, uma escola de lucidez?

Tradução José Filardo

por Henri Pena-Ruiz

“Quando em dúvida, abstenha-se”. Uma máxima de sabedoria prática, bem como teórica, que pode ser atribuída à filosofia cética, mas também a todos aqueles ciosos com sua lucidez. Skeptikos, em grego, é aquele que observa e reflete e, portanto, se abstém de julgar ou agir precipitadamente. À sua disposição, inicialmente como uma ferramenta mental simples e, em seguida, como o primeiro parecer, a suspensão do julgamento (em grego epokhè), uma verdadeira parada no turbilhão das primeiras opiniões. Um exemplo corrente. Diz-se muitas vezes de quem recebe uma notícia muito surpreendente e pelo menos inesperada: “Ele recebeu a notícia com algum ceticismo.” Reserva tanto emocional quanto mental, a atitude cética discutida aqui mostra uma preocupação de prudência. Uma notícia recebida como questionável exige confirmação ou invalidação antes de possamos nos alegrar ou lamentar. Portanto, dois aspectos: o cuidado intelectual e o controle de todo impulso emocional. Estamos no caminho do ceticismo filosófico.

A incredulidade de princípio adotada pelos céticos retira toda modalidade não distanciada de consciência humana: crença ingênua, reação impulsiva, adesão espontânea ou rejeição imediata. A suspensão cética se traduz uma neutralidade de princípio, uma indiferença voluntária adotada como um pré-requisito para uma análise mais aprofundada. Na verdade, ela consiste em ter sob as rédeas a emoção espontânea, a fim de saber mais antes de reagir. Dedicar algum tempo antes de afirmar ou negar. O afastamento, recusa a se apressar, aqui é essencial para empregar o olhar, e dar os seus direitos a investigação crítica. Deve acontecer sem prejulgar o resultado: negar, afirmar, ou suspender todo julgamento sobre a questão da dúvida, considerando que ela tem decisão impossível. Um exercício de dúvida destinado a fazer um método, uma espécie de princípio de precaução em matéria de pensamento, mas também de ação.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/o-ceticismo-uma-escola-de-lucidez/

Published in: on setembro 5, 2016 at 10:38 am  Deixe um comentário  
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SEMINÁRIO EM SÃO PAULO

transhumanismo

Published in: on agosto 26, 2016 at 9:57 am  Comments (3)  
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Por que escrever

Tradução José Filardo

por George Orwell

orwellDeixando de lado a necessidade de ganhar a vida, eu acho que existem quatro grandes motivos para escrever, pelo menos para escrever prosa.  Eles existem em diferentes graus em cada escritor, e, em qualquer escritor as proporções podem variar de tempos em tempos, de acordo com o ambiente em que vive. São eles:

(i) puro egoísmo.

Desejo de parecer inteligente, de ser comentado, de ser lembrado após a morte, para obter suas própria revanche contra os adultos que você desprezava na infância, etc., etc. É trapaça para fingir que isso não é um motivo, e um motivo forte. Escritores compartilham essa característica com cientistas, artistas, políticos, advogados, soldados, homens de negócios bem sucedidos – em suma, com toda a crosta superior da humanidade.  A grande massa de seres humanos não é agudamente egoísta. Após a idade de cerca de trinta anos, eles quase abandonam a sensação de serem indivíduos – e vivem principalmente em função dos outros, ou simplesmente sufocados sob trabalho penoso. Mas há também a minoria de pessoas talentosas, voluntariosas que estão determinadas a viver suas próprias vidas até o fim, e os escritores pertencem a esta classe. Escritores sérios, eu diria são, em geral, mais vaidosos e egocêntricos do que jornalistas, embora menos interessados em dinheiro.

(ii) Entusiasmo estético.

A percepção da beleza no mundo exterior, ou, por outro lado, nas palavras e seu arranjo correto. Prazer no impacto de um som sobre outro, na firmeza da boa prosa ou no ritmo de uma boa história. Desejo de compartilhar uma experiência em que se sente ser valiosa e que não deve ser desperdiçada. O motivo estético é muito débil em um monte de escritores, mas mesmo um escritor panfletário ou escritor de livros didáticos terá palavras para animais e frases que apelam a ele por razões não-utilitárias; ou ele pode achar importante a tipografia, largura das margens, etc. Acima do nível de um guia ferroviário, nenhum livro é totalmente livre de considerações estéticas.

 (iii) Impulso histórico.

Desejo de ver as coisas como elas são, descobrir fatos verdadeiros e armazená-los para o uso da posteridade.

 (iv) Propósito político.

Usando a palavra “político” no sentido mais amplo possível.  Desejo de empurrar o mundo em uma certa direção, alterar a ideia de outras pessoas sobre o tipo de sociedade por que eles devam se esforçar. Mais uma vez, nenhum livro é genuinamente livre de viés político.  A opinião de que a arte nada deve ter a ver com política é em si uma atitude política.

Isso pode ser visto como aqueles vários impulsos devem fazer guerra uns contra os outros, e como eles devem variar de pessoa para pessoa e de momento para momento.

Published in: on agosto 19, 2016 at 11:33 am  Comments (1)  
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Considerando a média de idade dos maçons…

7 fatos sobre a próstata que todos os homens (e as mulheres que os amam) precisam saber

Todos os homens terão, mais cedo ou mais tarde, que lidar com esta glândula traquinas

Por Larry Schwartz / AlterNet

Tradução José Filardo

Crédito da foto: Shutterstock.com

Se existe um órgão que provoca críticas mistas de homens em todos os lugares, é a próstata. A próstata é a glândula que produz o sêmen, o meio fluido que protege e nutre as células de esperma. De um lado, a próstata pode ser uma parte integrante de qualquer orgasmo intensamente prazeroso . Por outro lado, diferente do câncer de pele, nenhum outro câncer é tão presente em homens que o câncer de próstata, que atinge 1 em 7 homens em suas vidas. Se você é Afro descendente, suas chances são ainda maiores de que você sofrerá (e 2,5 vezes mais provável que você vá morrer dele). Em geral, mais de 180 mil homens desenvolverão esse tipo de câncer em 2016, e desses, mais de 25 mil morrerão da doença. A má notícia para os homens sobre o câncer de próstata é que quanto mais você envelhece, mais provável é que você vá desenvolvê-lo. A boa notícia é que suas chances de sobrevivência são realmente bastante decentes.

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/considerando-a-media-de-idade-dos-macons/https://bibliot3ca.wordpress.com/considerando-a-media-de-idade-dos-macons/

Published in: on agosto 8, 2016 at 11:24 am  Comments (1)  
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O Vaticano e a Maçonaria, a crônica de um mal-entendido

Tradução José Filardo

PAROLE 15

por  Jean-François Maury

Podemos falar de guerra, quando perguntamos sobre as relações conflitantes entre o Papado e a Maçonaria? Neste caso, nem armas nem sangue, apenas idéias e concepções do homem e do mundo diferem. A Igreja condenou. As razões têm variado ao longo dos séculos. Às vezes políticas, às vezes morais, às vezes doutrinais, elas se adaptaram ao contexto do tempo.

Isso não começou ontem, nem no século XVIII. Na verdade, tudo começa com o nascimento do companheirismo. Sabemos que na Idade Média, as primeiras irmandades eram de natureza religiosa. As guildas ou gildas formavam-se em torno de um “patrono”, ou seja, um santo padroeiro que, segundo a tradição, tinha praticado o ofício.

Essas irmandades rivalizavam-se financiando dentro da igreja ou da catedral, capelas finamente decoradas, mas o seu verdadeiro papel era fraternal, auxílio para viúvas, ajuda para os órfãos e apoo aos feridos no canteiro de obras. A Igreja condenou rapidamente estas confrarias, vendo nelas rival de sua onipotência.

As razões políticas para a excomunhão

No início do século XVIII, quando o iluminismo faz nascer ideias de liberdade que sacodem o jugo de uma religião de Estado, a Maçonaria especulativa que se espalha preocupa a Igreja: para os Bispos é uma heresia, mas para o papado, ela é uma conspiração.

Na verdade este tem, desde 756, um estado que lhe entregou Pepino, rei dos francos, quando de sua vitória sobre os Lombardos. Trata-se do “Patrimônio de São Pedro”. Ao longo dos séculos, ele cresceu e no século XVIII, os Estados Pontifícios são vastos: são limitado a norte pelos pequenos ducados de Parma e Modena, a oeste pelo Grão-Ducado do Toscana, ambos sob influência austríaca, enquanto que ao sul o reino das duas Sicílias fica mais próximo da coroa espanhola. O poder dos Papas sendo tanto temporal quanto espiritual, eles tentam aumentar a sua influência e subjugar os movimentos clandestinos que possa comprometer seu domínio.

Também Clemente XII não hesita em fulminar em 28 de abril de 1738, a Bula In eminenti condenando uma organização que ele não conhece, mas que lhe parece sediciosa. E a Bula declara perfidamente: “Se suas ações eram irrepreensíveis, eles não se desnudariam com tanto zelo à luz. ”

 

Como o demonstra o Padre Ferrer Benimeli desnudando os arquivos secretos do Vaticano, as verdadeiras razões para essa excomunhão são políticas. Trata-se menos de evitar “os grandes males que surgem em geral essas associações sempre prejudiciais à tranquilidade do Estado e à salvação das almas” que de devolver ao Grande Inquisidor de Florença, Paolo Ambrogio Ambrogi, a vantagem sobre os tribunais civis.

Para ocultar estas razões vergonhosas, a Bula se reveste de argumentos morais: acusações de “perversão” em relação aos maçons (não especificadas), sub-entendios sobre seu segredo, sem contar o juramento feito sobre a Bíblia que não poderia ser senão herético.

No entanto, conhecemos o destino desta Bula de excomunhão. Não registrada pelo Parlamento de Paris, como era o direito para todos ato pontificiais até a Concordata de 1801, ela nunca teve força de lei e tornou-se letra morta na França.

E será o mesmo para a bula de Bento XIV, Providas, promulgada em 15 de abril de 1751, que repete a condenação de seu antecessor. A novidade é o recurso à “assistência e [o] socorro de todos os príncipes e todos os poderes seculares católicos” para executar a sentença. Trata-se bem de organizar uma perseguição.

 

O argumento moderno

A hostilidade da Igreja não impediu, no entanto, que os maçons se desenvolvessem rapidamente: entre 1860 e 1869, há 182 lojas a mais (ou seja, um aumento de 160%), enquanto os papas sucessivos se empenham em condená-la sem procurar conhecê-la. E, no entanto, não faltam padres maçons no século XVIII!

E será Leão XIII, em sua longa “carta encíclica sobre a Maçonaria”, Humanum Genus (20 de abril 1884), quem desenvolverá o argumento moderno. A Humanum Genus começa por rejeitar, mais uma vez, “a sociedade dos maçons” no “Reino de Satanás”.

Seguem-se dois tipos de acusação: as novas políticas sobre a concepção que “os maçons se dedicam a vulgarizar e pela qual eles não param de lutar, a saber, que é essencial separar a Igreja do Estado ” (é preciso lembrar aqui a França radical do início da Terceira República), mas também uma defesa doutrinária.

Segundo a Humanum Genus, os maçons têm como missão “destruir de cima para baixo toda a disciplina religiosa e social que nasceu das instituições cristãs, e substitui-las por uma nova, adaptada às suas idéias, e cujos princípios e leis fundamentais são emprestados do naturalismo “(ver Auguste Comte). Ou “o primeiro princípio dos naturalistas é que em todas as coisas, a natureza ou a razão humana deve ser mestre ou soberana. Fora do que pode compreender a razão humana, não há nenhum dogma religioso ou verdade ou mestre na palavra de quem, em nome de seu mandato de ensino oficial, devamos ter fé. ” Essa crítica é constante a partir daí.

 

A Igreja sempre condena

Em 23 de Janeiro de 1983, a publicação do novo Código de Direito Canônico, promulgado por João Paulo II (Constituição Apostólica Sacrae disciplinae legis) levantou muitas esperanças. Finalmente, a Maçonaria já não era mais expressamente condenada! Mas a instituição que, em 1965, assume a continuação da Inquisição: a Congregação para a Doutrina da Fé, com, como prefeito, o cardeal Joseph Ratzinger, agora Bento XVI, fez uma última declaração oficial em 26 de novembro 1983: “O julgamento negativo da Igreja sobre as associações maçônicas permanece inalterado porque seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja”. 

O ponto central da incompatibilidade é a acusação de relativismo principalmente sobre o conceito de religião: uma “religião ‘com que todos os homens concordam’ implica uma concepção relativista da religião que não é compatível com a crença fundamental do cristianismo”. Assim, para os maçons, “todas as religiões são tentativas concorrentes de expressar a verdade sobre Deus, que em última análise, permanece inacessível”.

Quanto ao nome Grande Arquiteto do Universo, que é, no entanto, um dos “atributos” de Deus reconhecidos pela Igreja, a Congregação para a Doutrina da Fé “rejeita as relações com Deus em uma posição anterior ao deísmo”, enquanto que a idéia de tolerância, não seria, como parra os católicos,” a aceitação paciente que é devida aos outros homens”, mas “a tolerância em relação a ideias, por mais opostas que elas possam ser entre si ” o que “abala a atitude do católico na fidelidade à fé e no reconhecimento dos ensinamentos da Igreja. ”

Em relação ao conceito de verdade: todo o conhecimento objetivo seria negado pelos maçons. Finalmente, se os rituais são, obviamente, estigmatizados, o que é também, surpreendentemente, é a preocupação dos maçons com o desenvolvimento ético e espiritual, descrito como “absoluto e separado da graça”. Quanto à formação da consciência e do caráter fornecida pela Maçonaria, a Igreja não pode “aceitar que uma formação deste tipo seja levada em conta por uma instituição que lhe é estranha. ” Tudo está claramente dito. Trata-se de justificar a exclusão, não de se reaproximar e, por enquanto, nenhuma reconciliação está à vista.

Padre e Maçom

A proibição está ainda em vigor. Nada foi feito ali, para alterar este julgamento sem apelação: nem a intercessão dos sacerdotes proeminentes como Padre Riquet, jesuíta de prestígio e grande resistente; nem a defesa de maçons alemães que defendiam a perseguição sofrida dos nazistas e fielmente entregaram às autoridades eclesiásticas os seus rituais e seus chamados “segredos”, pensando erradamente em conseguir convencer; nem a coragem de alguns bispos que desafiaram seus superiores para aceitar o diálogo; nem o fato de que alguns religiosos são eminentes pesquisadores no domínio maçônico, como o dominicano Jérôme Rousse-Lacordaire, ou na Espanha, o jesuíta José Antonio Ferrer Benimeli.

O Vaticano permanece fechado.

 

Blasfêmia e conspiração entre os companheiros

A Igreja, a partir de 832 manifesta sua hostilidade contra as sociedades de companheirismo. O Arcebispo Hincmar de Rheims condena os banquetes organizados pelas irmandades profissionais acusando-os de ser apenas bebedeiras onde a ligação fraternal seria mais pagã que cristã!

A criação do Companheirismo será uma reação contra esse sistema em torno da ideia de um Tour de France: a liberdade de contratação, liberdade de aprendizagem e liberdade de passagem. A partir daí, as autoridades religiosas e civis farão de tudo para submeter esses insurgentes. Elas denunciam as cerimônias secretas praticadas nas Lojas, rituais variados, sinais e palavras de reconhecimento, todos se escondendo atrás de um segredo inaceitável tanto pelas autoridades católicas quanto civis. Para o Estado é uma conspiração; para os religiosos uma paródia blasfema da missa. Investigações são conduzidas que resultam em anúncios em púlpito em todo o reino da França, proscrevendo, sob as penas mais graves, o ingresso em sociedades de companheirismo. Foi dado, assim, o sinal para a perseguição. Em 1641 o bispo de Toulouse excomungou todos os companheiros.

Publicado 25 de junho de 2011

http://www.fm-mag.fr/article/90/le-vatican-et-la-franc-ma%C3%A7onnerie-chronique-dune-m%C3%A9connaissance

 

Compartilhar as riquezas, um ideal maçônico

Tradução José Filardo

partager

por  Bernard Ollagnier

Nas últimas semanas, a França foi colocada no centro de um pavimento de mosaico, onde a tragédia aparece ao lado da alegria, assim como o céu se divide entre tempestades e clareza.

O Estado Islâmico continua a sua obra de destruição e terror que leva um jovem de 25 anos a assassinar um casal de policiais. A cólera sindical permite aos violadores da democracia e da República violentar um hospital infantil. Milhões de franceses cantam as vitórias dos “blues”, enquanto outros preparam suas férias. Certamente, “e assim vai a vida”. Ou pelo menos assim se diz. Mas é essa uma razão para aceitar o inaceitável? Será essa uma razão para não trabalhar para construir um mundo melhor para a humanidade? O mundo em mudança desorienta a muitos. Os maçons se perguntam cada vez mais sobre quem os criou. Aqui estamos, assim, em grande agitação. Este é o momento de se manter firme sobre os valores subjacentes de humanismo para participar no desenvolvimento de novos modos econômicos e sociais. De fato, além da luta pelo respeito à liberdade de pensamento e de expressão, a questão da partilha da riqueza é essencial para construir um mundo melhor.

Muita violência vem da apropriação da riqueza por uma minoria. Esta riqueza distribuída de forma desigual entre os estados do norte e do sul, entre os chamados “emergentes” e os chamados “desenvolvidos” é, no entanto, o produto de homens e mulheres que a produzem com seu trabalho. O capitalismo aumentado das garantias sociais, sistema adotado pela Maçonaria, baseou-se na ideia de permitir à indústria proporcionar mais bens e conforto à população por meio de um financiamento de acionistas e não apenas por proprietários individuais. Este sistema parece esgotado pelos excessos do capitalismo financeiro e não mais atende às necessidades das pessoas. Mais grave, este esgotamento do capitalismo não em termos de produção, mas em termos de aceitação força milhares de pessoas a escolher ideologias extremas que afastam as bases da democracia e da República em toda a Europa e no mundo ocidental. Como corolário desta escolha, é fácil constatar o renascimento religioso não só na vida individual, como o entende o secularismo, mas mais e mais na escolha política; na França, recentemente ouvimos políticos confundir espiritualidade com religião. Se não trabalharmos por uma nova partilha da riqueza ou pela recuperação de um secularismo simples e aceito, então vamos conhecer mais e mais lágrimas e sangue.

A noção de economia do “co-” seduz, porque torna todos responsáveis, corresponsáveis, pelo menos na aparência, porque as atuais estruturas financeiras e legislativas não correspondem em nada a esse conceito. E a tentação é forte para os iniciadores do “co-” da tornarem-se rapidamente “bilionários”. Adaptar as leis e os bancos a esta nova forma de economia parece ser uma obrigação urgente. E o mesmo vale para cooperativas que encontram uma nova juventude à medida que os empresários nascidos no baby boom do pós-guerra transferem seus negócios. Mais de 700 000 empresas estão sendo transferidas a cada ano. Excelente viveiro para reviver uma nova economia.

Estas perspectivas merecem toda a atenção dos maçons que carregam os valores da solidariedade e da partilha. Não se trata de se afastar da Maçonaria especulativa, mas convocar irmãs e irmãos para trabalhando na partilha das riquezas. É simplesmente respeitar o compromisso de trabalhar pela felicidade da humanidade. Trata-se então de colocar a Maçonaria no centro da sociedade, como o motor do seu futuro, como o que fizeram os fundadores da Maçonaria moderna e seus sucessores durante três séculos.

Um grupo de maçons trabalha há mais de um ano sobre o tema da partilha da riqueza. Algumas orientações são dadas gradativamente dia após dia, depois de ouvir diferentes personalidades e depois de muito debate dentro do grupo. Em breve, teremos a oportunidade de comunicar os resultados. A questão central da abordagem humanista da economia continua a ser a linha diretriz do trabalho realizado. Na verdade, o humano expresso em atividade social dentro da economia desde o final do século 19, exige uma abordagem mais global do próprio funcionamento da economia. Este é o lugar onde se encontra o caminho a ser explorado pelos maçons. Um caminho que centenas de economistas como o francês Eric Berr, Philippe Aghion ou Sophie Jallais, sem esquecer Bernard Maris, vítima do massacre da Charlie Hebdo, exploram na Europa e América do Norte. Grande movimento que engloba o desenvolvimento africano, a redução da pobreza na Índia ou, ainda, os novos comportamentos dos Gafa (Google Apple Facebook Amazon). Estes últimos, de uma forma muito pragmática, procuram mostrar a “nova economia” social e solidária nesse trem de alta velocidade.

Palavras que falam aos maçons de hoje, como falaram com Condorcet, Mendes-France e Gustave Mesureur. O aperfeiçoamento a serviço do humano continua incessantemente.

Publicado em 06 de julho de 2016 – http://www.fm-mag.fr/article/actualite/partager-les-richesses-ideal-maconnique-1265

Published in: on julho 22, 2016 at 10:44 am  Comments (2)  
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Entre o Vermelho da Paixão e o Preto dos Carbonários

Tradução José Filardo

Stendhal

por Leslie Baumann

Percorrendo a Europa na esteira de Napoleão Bonaparte, apaixonado eterno de mulheres, onde cada uma era um reduto a conquistar, Stendhal escreveu muito mais do que a posteridade conservou, mas, por vezes, foi acusado de plágio … o que não é nada surpreendente, pois Henri Beyle, conhecido como Stendhal adorava destruir as pistas. Segundo as fontes, ele usou entre 70 e 100 pseudônimos diferentes para a publicação de seus livros e artigos, mas também como um jogo de sua vida cotidiana, pelo prazer de enganar. Através de suas obras, ele trazia à tona suas ideias republicanas e denunciava o obscurantismo político.
Fascinado por Napoleão Bonaparte a quem ele glorificou em seus feitos bélicos, admirador de Rousseau e suas reflexões sobre a legitimidade do poder, Stendhal não parou de cultivar a ambiguidade, em nome de uma busca sempre inacabada por liberdade.

Nascido em 1783 em Grenoble, Stendhal capta com seus olhos infantis todos os transtornos da revolução de 1789. Órfão aos 7 anos, ele se opõe rapidamente a seu pai e a seu tutor, o abade Raillane, um homem severo e sem bondade. “Eu odiava o abade, eu odiava meu pai, fonte da autoridade do abade, eu odiava ainda mais a religião em nome da qual eles me tiranizavam”. Ele se refugiava mais frequentemente na casa de seu avô, favorável à filosofia do Iluminismo, ávido leitor de Horácio e que lhe transmite uma admiração ilimitada por Rousseau. Uma admiração da qual Stendhal não afastará jamais completamente, mesmo depois de descobrir o que ele diz ser “uma fonte de charlatanismo em suas Confissões.” É assim, muito cedo que Stendhal sentiu o gosto da liberdade, aquela liberdade que lhe foi negada, e uma revolta contra a autoridade que se fez autoritarismo e que abusa de seu poder. Outra figura importante desse período foi o seu professor de matemática, o único jacobino de suas relações e que tinha conseguido o afeto do pequeno Beyle. Estas circunstâncias difíceis marcam o ponto de partida de uma dupla busca jamais satisfeita: a busca por amor e a busca pela liberdade.

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