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(Originalmente Pompeu, depois Camões, depois Fernando Pessoa, depois Caetano Veloso, agora eu…)

CARAVELA

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Se queres comentar, ó pá, fica à vontade pois cá não temos qualquer problema de discutir as questões relacionadas com a Liberdade, Igualdade e Fraternidade, ou qualquer outra questão.

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O Editor


História da criação do RITO BRASILEIRO

Irm Hercule Spoladore *

Fala-se que o Rito Brasileiro teria tido uma origem aparentemente romântica em Pernambuco, quando comerciante e maçom José Firmo Xavier, pertencente à Grande Loja Provincial de Pernambuco provavelmente pertencente ao Grande Oriente do Passeio, no século XVIII segundo alguns autores em 1878 e segundo outros em data muito anterior ou seja, mais ou menos em 1848, o qual com um contingente além dele e mais 837 maçons, elaboraram uma Constituição Especial do Rito Brasileiro, colocando o mesmo sob a tutela de D. Pedro II e do Papa. Existem depositados na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, dois documentos que pertenceram a D. Pedro II que nos dão informações sobre esta entidade e que tem o seguinte enunciado:

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Published in: on novembro 18, 2016 at 9:24 am  Deixe um comentário  
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Pequena História Filosófica da Moral

 Tradução José Filardo

por Henri Pena-Ruiz

A aspiração à felicidade pessoal relega a moralidade a um segundo plano? Quanto à moralidade, não faz ela da felicidade pessoal um objetivo sem nobreza, comparável ao registro do egoísmo? Em suma, a ética da realização contradiz a moralidade, e esta não pode advir em detrimento de tal ética? Essas questões formam uma espécie de círculo que a filosofia sempre tenta pensar. Sejamos virtuosos para sermos felizes! (Estoicos). Sejamos felizes para sermos virtuosos! (Epicuristas). Uma alternativa a dialetizar. Tem a realização pessoal uma dimensão coletiva, exceto nas histórias do tipo Robinson Crusoé? E o desenvolvimento sustentável das sociedades não repousa sobre o desenvolvimento de todos os seus membros, exceto na mitologia ultraliberal? Nosso presente radicaliza o questionamento.

Qual presente? O frenesi de lucro e competição tornou-se a obsessão coletiva e individual. Em tal contexto, a ética e a moral, confundidas ou distintas, muitas vezes aparecem como ” suplemento de alma de um mundo sem alma.” (Marx). As empresas vestem de pompa o discurso “ético” tratando os “recursos humanos” como estoque a “desovar”. E sem qualquer complexo a precariedade é elevada a norma de trabalho. “O amor e a saúde são precários. Por que o trabalho deveria escapar à lei? “(Laurence Parisot, então presidente do MEDEF, em 2005). Belo discurso moral!

Em paralelo à fascinação pelo consumo, conjuga-se o fetichismo dos objetos e a indulgência narcisista. Os anúncios publicitários retratam jovens, ricos, bonitos e saudáveis, que reivindicam o bem exaltado com a exclamação habitual “eu o quero porque eu mereço.” Qual é o preço de tal sistema, que externaliza o que custa à natureza, aos trabalhadores e à comunidade? A preocupação do humano é relegada às contingências da caridade, respeitável, mas insignificante quando novas formas de miséria se acotovelam ao lado das vitrines da abundância exibida. Trégua de moralismo hipócrita, de cinismo velados. Um pouco de história filosófica.

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/pequena-historia-filosofica-da-moral/

Huzzé e a Barca de Ra

Por: Reinaldo Ramirez & Sérgio K. Jerez

 

A mitologia egípcia

Dos povos da antiguidade, os egípcios certamente são os mais estudados. Mesmo antes da descoberta da Pedra da Roseta, em 1799, a cultura egípcia já desafiava a curiosidade dos exploradores europeus. Riquíssima em personagens que possivelmente provêm de períodos anteriores ao dinástico (c. 3.100 a.C.), a mitologia egípcia sempre foi pródiga na criação de divindades, heróis, vilões e lendas para explicar não só acontecimentos corriqueiros do dia-a-dia, mas também para dar uma dimensão mágica às questões religiosas e espirituais.

Nas dezenas de séculos que durou sua civilização, tanto os personagens mitológicos quanto os relatos em que estes estavam envolvidos sofreram diversas mutações, adaptando-se às questões sociais e aos valores dos períodos históricos nos quais estavam inseridos. Assim, os mesmos deuses, semideuses e entes mágicos adquiriram personalidades, nuances e contornos diversos, tornando quase impossível uma descrição única de suas características ao longo das diversas dinastias. Horus, por exemplo, uma das divindades mais antigas, assume tantos papéis e desempenha funções tão diferentes ao longo dos séculos, que se tentássemos montar um painel dos traços comuns a todas as suas versões, talvez acabássemos apenas com seu nome.

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René Guénon, arquiteto de uma renovação espiritual

Tradução José Filardo

por Jean-Pierre Laurant

René Guénon (1886-1951) teve uma relação tão rica quanto complicada com a maçonaria. Iniciado, mas pouco ativo em loja, marcados pela influência hindu, converteu-se ao Islã e membro de uma irmandade Sufi, ele verá na maçonaria um motor de renovação espiritual, propagando uma visão tradicionalista da Ordem.

O julgamento severo sobre o Ocidente imediatamente ao pós-guerra em Oriente e Ocidente (1924) e A Crise do Mundo Moderno (1926) foi tristemente confirmado pelos fatos, objetos da constatação de Reino da quantidade e os sinais dos tempos (1945); o estado do mundo contemporâneo não o desmente. Duas instituições tradicionais escaparam, segundo René Guénon, do desastre intelectual e espiritual: a Maçonaria e a Igreja Católica, espinhas dorsais, cada uma em seu campo, do universo mental dos europeus. À primeira cabia o puro intelecto metafísico: o esoterismo; à segunda, a salvação e a legitimação da ordem social.

Ele havia publicado seus primeiros livros nas coleções dirigidas pelos conhecidos tomistas, Jacques Maritain (1882 -1975) e Gonzague Truc (1877-1972) e colaborou entre 1924 e 1926 com uma revista eclesiástica, Regnabit, sobre as questões de simbolismo; tudo acabaria por terminar bastante mal.

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Published in: on outubro 19, 2016 at 2:08 pm  Deixe um comentário  
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Budismo, Maçonaria e Ocidente – Uma sabedoria no espírito dos tempos

Tradução José Filardo

por Jean-Moïse Braitberg

Considerada a quarta religião da França, o budismo, em suas diferentes variações, não é percebido por seus seguidores ocidentais como uma religião, mas como um compromisso entre sabedoria, espiritualidade, filosofia e estilo de vida. Popularizado pela figura do Dalai Lama, que acaba de completar uma viagem à França, este aparelho de crença originário na Ásia parece desenhar os contornos de uma nova religiosidade pessoal no espírito da era que não deixa indiferente alguns maçons.

Numa altura em que, nas palavras de Emmanuel Todd, o catolicismo tornou-se “zumbi”, o protestantismo exaltado no evangelismo, o judaísmo exilado no sionismo e o Islã em luta contra seus demônios, o budismo, por sua discrição passa por um mar de tranquilidade espiritual, um sopro sutil de primavera, uma fonte refrescante de sabedoria. A prova? Em um momento em que uma sobrecarga secular generalizada estigmatiza toda a visibilidade religiosa – quer dizer muçulmana – as estátuas de Buda substituem os gnomos nos jardins e imagens de Buda decoram certos lugares públicos – salas de espera de hospitais e consultórios médicos, em particular – provocando os novos cruzados do secularismo.

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Framasonisma loĝio Lázaro Luiz Zamenhof

Framasonisma Loĝio Lázaro Luiz Zamenhof (laŭ brazila maniero skribi la nomon de L.L. Zamenhof) estas framasonisma loĝio kreita en brazila federacia distrikto en vilaĝo Núcleo Bandeirante, apud Braziljo, la 28-a de aŭgusto 2005. Ĝia granda-majstro estas Hélio Pereira Leite kaj oni intencas fari la framasonismajn “laborojn” (kunvenoj) tute en Esperanto post 2010. La framasonoj de tiu loĝio promesis lerni, instrui kaj divastigi Esperanton.

Dum solena malfermo faris prelegon pri “Vida e obra de Zamenhof” (Vivo kaj verko de Zamenhof) Dro. Lício de Almeida Castro, eksprezidanto de Brazila Esperanto-Ligo. Aldone, la prezidanto de asocio União Planetária, Dro. Ulisses Riedel, parolis pri lingva demokratio kaj kultura konservado.

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Framasona Esperanto estas ĵargono uzata de Framasonoj, kiuj uzas Esperanton en sia medio. Ekde fruaj tempoj estis Esperantaj Masonismaj asocioj. Ĉe la UK en Boulogne-sur-Mer en 1905, la unua framasona asocio fondiĝis, nomita “Esperanto-Framasona.”

La unua framasona ceremonio en Esperanto okazis en Berno en 1913. Dum tiuj ceremonioj framasonoj uzas Esperanton kun specialaj “pasvortoj” kaj “ritvortoj” de sia afero (plejparte el la hebrea kaj greka). El unu de tiuj grupoj disvolviĝis la Universala Framasona Ligo, kiu estis aktiva ĝis la nuna tempo, kvankam ĝi ne plu estas strikte ligita al la praktiko kaj disvastigo de la internacia lingvo. Eblas reviviĝo de “framasona Esperanto” dank’al decido, prenita de itala Loĝio “Heliopolis” (kies majstro estas masona skribisto Michele Moramarco), uzi Esperanton, inter aliaj lingvoj, kiel rita ilo kaj inkludi Zamenhofaj hilelismaj reflektoj en ĝia studprojekto.

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Boulogne-sur-Mer: Framasona asocio
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Post la apero de la artikolo pri framasonismo kaj Esperanto en la numero
1/januaro 95, venis pluraj petoj pri detaligo.

Pri Zamenhof estas certe, ke li estis framasono. Tio legeblas en la
Framasona Leksikono de Eugen Lennhoff kaj Oskar Posner. La framasona E-
asocio, nomita "Esperanto-Framasona" fondigxis en la unua E-kongreso en
Boulogne-sur-Mer, en 1905. La Universala Framasona Ligo uzis la
Internacian Lingvon, la membroj renkontigxis dum la Universalaj
Kongresoj. La unua gvidanto estis Oberst Pollen.

En la jaro 1913 en Bern la svisa Fritz Uhlmann eldiris, ke la plej grava
celo de la kunveno estas unuigi cxiujn framasonojn, ankaux
neesperantistojn. La unua framasona ceremonio en Esperanto okazis en Bern
en 1913. La unua prezidanto de Universala Framasona Ligo estis dr.
Magalhaes Lima, grandmajstro de Portugalio. Ekde 1913 ekzistas en Parizo
logxio, nomata "Esperanto".

Mallonge tion oni povas legi en la menciita leksikono. Videblas, ke ne
nur la "interna ideo" allogis la framasonojn - estante la ideo de
framasonoj same - sed ankaux la uzeblo de internacia lingvo.
Mi devas aldoni, ke ankaux la unua hungara esperantisto, Gabriel Balint
(1844-1913) estis framasono, membro de la Kolozsvar-a logxio, nomita
"Unio". Tion mi mem legis en la neeldonitaj folioj de la logxio. Gxuste
nun la Societo por Protekti Historiajn Monumentojn de urbo Szentkatolna
(Transilvanio) starigis memortablon por la memoro de Gabrielo Balint.
http://www.eventoj.hu/arkivo/eve-074.htm
Published in: on outubro 14, 2016 at 1:25 pm  Comments (1)  
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O Real Segredo na América antes de 1801

por Brent Morris, 33°, Grã-Cruz
Tradução: S.K.Jerez

Trinta e um de maio de 1801 é a data mais significativa na história dos altos graus da Maçonaria nos Estados Unidos. Naquele dia, o Supremo Conselho Mãe do Mundo foi aberto por John Mitchell e Frederick Dalcho em Charleston, Carolina do Sul, e no decorrer do ano “todo o número de Grandes Inspetores Gerais foi completado agradavelmente com as Grandes Constituições”. Por este ato, a Ordem do Real Segredo, de vinte e cinco graus (muitas vezes chamado de Rito de Perfeição) foi transformada no Rito Escocês Antigo e Aceito, de trinta e três graus.

Antes da criação do Supremo Conselho Mãe, os altos graus foram espalhados por meio de um sistema inconsistente de inspetores, cada um dos quais poderia nomear também um número ilimitado de inspetores, com autoridade ilimitada. Os registros são escassos, mas dois inspetores parecem ter vindo trabalhar no hemisfério ocidental antes de 1761: “Lamolere de Feuillas, feito adjunto antes de 1750, na França, e Bertrand Berthomieu, feito adjunto por Feuillas, em 1753, nas Índias Ocidentais.” Não se sabe se Feuillas ou Berthomieu nomearam novos inspetores.

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Published in: on outubro 8, 2016 at 9:38 am  Deixe um comentário  
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A Conexão Januária

Sérgio Koury Jerez*

Loja Nova Esperança, 132 – Oriente de São Paulo

Para uma Ordem que respeita as religiões, mas que se pretende equidistante de todas elas, as menções a São João nos rituais maçônicos poderiam parecer, ao observador desatento, controversas e incongruentes. Mas não o são! A exemplo das diversas representações que a maçonaria didaticamente adota, as referências a São João têm um caráter iminentemente simbólico, embora de origem um tanto nebulosa. No entanto, a análise histórica das culturas que serviram de berço para a civilização ocidental – onde a maçonaria especulativa foi concebida – nos dá uma série de pistas e permite compor um quadro geral, ainda que com algumas lacunas, sobre os caminhos que levaram a Ordem a estabelecer vínculos com São João. Um desses caminhos, que aqui expomos e ao qual decidimos chamar, por sua relação com o deus romano Jano, de Conexão Januária, oferece uma versão consistente para esta questão, embora não a encerre, já que acreditamos que suas raízes podem remontar a um passado muito mais distante e que ainda há muito a se estudar sobre elas.

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Stonemasons – Talhadores da Pedra

Tradução José Filardo

Por Albert Mackey

A história da origem e evolução da Irmandade de Talhadores de Pedra (Canteiros) na Europa, durante a Idade Média é de grande importância como um estudo para o erudito maçônico, devido à íntima ligação que existia entre aquela Irmandade e a Fraternidade de Maçons. Com efeito, a história de uma é simplesmente a introdução à história da outra. Em uma digressão histórica, somos compelidos a assumir a ciência especulativa onde descobrimos que a arte operativa a deixou. Assim, quem quer que se dedique a escrever uma história da Maçonaria, deve dar, para a realização do seu trabalho, uma consideração integral à Irmandade dos Canteiros. No ano de 1820, um trabalho foi publicado em Leipzig, na Alemanha, pelo Dr. Christian Ludwig Steiglitz, sob o título de “Von Altdeutscher Baukunst“, isto é, “Ensaio sobre a Arquitetura Alemã Antiga”. Neste trabalho, o autor traça com grande exatidão a ascensão e o progresso das fraternidades de Canteiros desde os primeiros tempos, através da Idade Média, até a sua absorção final pelas associações de Maçons. A partir dos trabalhos do Dr. Steiglitz, confrontado com algumas outras autoridades em relação a assuntos sobre os quais ele é silencioso ou errôneo, compilei o seguinte esboço.

É universalmente admitido que, nos primeiros tempos do cristianismo, só os membros do clero eram os patronos das artes e das ciências. Isso ocorria porque todo o ensino estava então quase exclusivamente limitado aos eclesiásticos. Muito poucos leigos sabiam ler ou escrever, e até mesmo os reis apunham uma cruz, no lugar de suas assinaturas em estatutos e outros documentos que eles emitiam, porque, como eles francamente confessavam sua incapacidade para escrever seus nomes; e daí vem a expressão moderna de assinar um papel, como equivalente a assinar o nome. Desde a época de Carlos Magno, no século VIII, até meados do século XII, todo o conhecimento e prática da arquitetura, pintura e escultura estavam exclusivamente confinados aos monges; e os bispos supervisionavam pessoalmente a construção de igrejas e catedrais em suas dioceses, porque não só os princípios, mas a prática da arte da construção eram segredos escrupulosamente mantidos dentro dos muros de claustros, e totalmente desconhecido para leigos.

Muitos dos fundadores das Ordens Monásticas e, especialmente, entre eles São Bento, tornaram um dever peculiar para os irmãos dedicar-se à arquitetura e à construção de igrejas. O monge inglês Winfrido, mais conhecido na história eclesiástica como São Bonifácio e que, por seu trabalho na cristianização daquele país, foi denominado o Apóstolo da Alemanha, seguiu o exemplo de seus antecessores na construção de mosteiros alemães. No século VIII, ele organizou uma classe especial de monges para a prática da construção, sob o nome de Operarii, ou Artesãos, e Magistri Operum, ou Mestres de Obra. Os trabalhos e deveres desses monges eram divididos. Alguns deles projetavam a planta do edifício; outros eram pintores e escultores; outros se ocupavam em trabalhar em ouro e prata e bordados; e outros ainda, que eram chamados Caementarii, ou canteiros, realizavam os trabalhos práticos de construção. Às vezes, especialmente em construções grandes, onde muitos trabalhadores eram necessários, leigos também eram empregados, sob a direção dos monges. Tão extensos se tornaram esses trabalhos, que os bispos e abades, muitas vezes obtinham grande parte das suas receitas com os ganhos dos trabalhadores nos mosteiros.

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Maçonaria Adonhiramita

Tradução José Filardo

Das inúmeras controvérsias que surgiram de meados até perto do final do século XVIII no continente da Europa, e especialmente na França, entre os estudantes de filosofia maçônica, e que tão frequentemente resultaram na invenção de novos Graus e no estabelecimento de novos Ritos, não menos importante foi aquele relacionado com a pessoa e caráter do Construtor do Templo. A pergunta: “Quem foi o arquiteto do Templo do Rei Salomão?” foi respondida de forma diferente por diferentes teóricos, e cada resposta deu origem a um novo sistema, um fato de nenhuma maneira surpreendente naqueles tempos, tão férteis na produção de novos sistemas maçônicos. A teoria geral era então, como é agora, que este arquiteto foi Hiram Abif, o filho da viúva, que tinha sido enviado ao rei Salomão por Hiram, rei de Tiro, como um presente precioso e, como um operário curioso e astuto.

Esta teoria era sustentada pelas declarações das escrituras judaicas, na medida em que jogavam alguma luz sobre a lenda maçônica.

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