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A Arte da Memória e Maçonaria

Tradução J. Filardo

por Clarence A. Anderson

O Pensador, Rodin

Quando um candidato entra no caminho iniciático da Maçonaria, uma das primeiras coisas que ele descobre é que há uma grande quantidade de memorização envolvida. Os oficiais executam o ritual de memória, e longas palestras memorizadas lhe são apresentadas. Finalmente, talvez para sua consternação, ele descobre que deve memorizar um diálogo antes que possa avançar para o próximo grau.

Por que a memorização é tão importante em Maçonaria? Como a prática de decorar o ritual entra na Maçonaria? A memorização ainda tem valor nos tempos modernos? Considerando a importância tradicionalmente dada à memória na Maçonaria, surpreendentemente pouco foi escrito sobre isso. Uma busca em enciclopédias maçônicas e livros de referência revela praticamente nada.

Leia mais em:

A Arte da Memória e Maçonaria

A regra dos 20%: Aplicando o segredo de Benjamin Franklin e Isaac Newton

Tradução J. Filardo

Por Zat Rana

Brincando na interseção de ciência, arte e negócios. Eu escrevo para reduzir o ruído.
http://www.designluck.com.  CNBC, Business Insider interno, World Economic Forum, etc.

 

O termo Eureca foi usado pela primeira vez pelo matemático grego Arquimedes.

Ele estava entrando no banho quando percebeu que o nível da água aumentou quando ele entrou na banheira. Sua constatação repentina foi que o volume de água deslocada devia ser igual ao volume da parte de seu corpo que ele submergiu.

Conforme se conta, ele gritou“Eureca!”duas vezes em seguida, para comemorar. A palavra agora é comumente usada para reconhecer uma descoberta repentina ou invenção.

Leia Mais em  A Regra dos 20%

Ordem DeMolay

 

 

O que é a Ordem DeMolay

A Ordem DeMolay é uma das maiores organizações juvenis do mundo, e a maior com fins filosóficos, filantrópicos, e sem fins lucrativos, já tendo iniciado desde de sua origem, mais de 2,5 milhões de jovens. Trabalha alicerçada na máxima de que “educando-se o jovem estaremos nos eximindo da tarefa de ter que castigar o adulto”. Fundada em 18 de março de 1919 em Kansas City, Missouri, EUA, tem como objetivo formar jovens de 12 à 21 anos de idade, melhores cidadãos e líderes através do desenvolvimento e fortalecimento da personalidade e enfatizando virtudes indispensáveis para a boa conduta social. Ao contrário do que muitos pensam, nós não somos uma instituição Maçônica Juvenil, mas, unificada e dirigida por Maçons, organizada em sua origem como Supremo Conselho Internacional da Ordem DeMolay, em Kansas City, EUA.

A Ordem DeMolay não tem a pretensão e não deseja tomar o lugar do Lar, da Igreja ou da Escola nessa busca do aperfeiçoamento, mas coadjuvá-los com um programa de ensinamentos, visando uma boa cidadania à seus membros. É baseado no espírito de fidelidade, liderança, responsabilidade e busca de um ideal que a Ordem DeMolay trabalha os valores e virtudes de seus membros, na busca de um mundo mais digno e justo para todos, sem distinções. Os ensinamentos da Ordem orientam seus membros a se dedicar à felicidade de seus semelhantes, não só porque a razão e a moral lhes impõem tal obrigação, mas também porque esse sentimento de solidariedade os faz irmãos.

E quanto mais isto se intensifica, os países do mundo inteiro ficam mais próximos uns dos outros, ligando-se através dos jovens DeMolays que desenvolvem as Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay: Amor Filial, Reverência pelas Coisas Sagradas, Cortesia (educação), Companheirismo (amizade), Fidelidade, Pureza e Patriotismo. Assim, mais importantes se tornam as atividades e os esforços para alcançarmos a verdadeira compreensão mútua dos valores culturais e sociais de cada nação, independentemente de origem, raça, cor, nacionalidade, religião, língua e sexo.

Quando um jovem ingressa na Ordem DeMolay várias coisas passam em sua cabeça, como a idéia da grande responsabilidade que assumiu em estar entrando para “o maior exército de jovens do mundo”; pode parecer muito, mas dali já se forma a mente de um futuro líder que irá lastrear sua conduta aos moldes de Nossa Ordem.

Atualmente a Ordem DeMolay está presente em 13 países dos quais podemos destacar Brasil, Estados Unidos, Austrália, Japão, Itália e Alemanha e outros países desejam implantar a Ordem como Inglaterra, França, Índia e Noruega. Além dos Estados Unidos mais 5 países tem Supremo Conselho próprio incluindo o Brasil.

 

O que a Ordem DeMolay significa? 

A Ordem DeMolay é uma organização para jovens entre 12 e 21 anos de idade, tendo estado ativa por mais de 80 anos e se orgulha de ser uma sociedade fraternal-juvenil de milhões de membros.

Seu patrono, Jacques DeMolay, foi expedicionário das Cruzadas, no século XIV. Foi queimado no poste por não trair seus irmãos e seguidores. Do seu exemplo, a Ordem DeMolay aprendeu a lição e importância da honestidade, da lealdade e do amor fraterno. Nós reverenciamos sua memória e tentamos viver nossas vidas baseados nestes princípios e ideais, com os quais qualquer jovem pode conviver. Possui em seu fundamento 7 princípios essenciais, os quais chamamos de Virtudes Cardeais de um DeMolay: Amor Filial, Reverência pelas Coisas Sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade, Pureza e Patriotismo.

 

O que a Ordem DeMolay pode fazer por um jovem? 

Os propósitos da Ordem DeMolay são muitos: sociais e de caráter construtivo. Pode-se dizer que as atividades são variadas, sempre com algo para todos. Na Ordem DeMolay o jovem é encorajado a se expressar e fazer suas opiniões conhecidas; falar com outros jovens e discutir problemas comuns à juventude.

Também na Ordem DeMolay o jovem será ajudado a se tornar um tipo de pessoa que será um crédito para a sociedade, não por ser forçado a isso, mas porque sentirá uma vontade própria, porque esta é a coisa certa a fazer, como homem e como DeMolay. Com as pressões de hoje sobre o jovem e as exigências postas sobre eles, cabe-lhes o direito de serem chamados de jovens e como resultado, o mundo tem o direito de esperar que eles conduzam suas vidas de acordo.

A Ordem DeMolay tem o poder de alistar jovens de bons princípios e transformá-los em líderes, dando-lhes ensinamentos e leis diárias para dirigir os rumos de suas vidas e até de sua nação. Cada novo DeMolay é um líder em potencial: falta-lhe apenas o devido treinamento.

 

Como um jovem se qualifica para se tornar um DeMolay? 

Para adentrar a esta grandiosa organização de jovens é necessário, sobretudo, a crer em um Deus, independente de qualquer religião. No entanto, vale ressaltar que a Ordem DeMolay não é uma religião. O jovem deve também trazer consigo os sete princípios básicos da Ordem DeMolay. E se algum jovem abraça estas Sete Virtudes, com certeza não passará desapercebido pela Ordem DeMolay.

Fonte: Ordem De Molay

Published in: on dezembro 6, 2017 at 9:45 am  Comments (3)  

Em defesa da preguiça

Tradução J. Filardo

por  Charles Chu

 

Pessoas preguiçosas fazem melhores líderes.

Essa era a crença de Kurt von Hammerstein-Equord, um famoso general alemão conhecido por sua oposição ao regime nazista.
Uma citação, de Os Silêncios de Hammerstein:
“Eu divido meus oficiais em quatro grupos. Há oficiais inteligentes, diligentes, estúpidos e preguiçosos. Geralmente, duas características são combinadas. Alguns são inteligentes e diligentes - seu lugar é o Estado-Maior. O próximo lote é estúpido e preguiçoso - eles representam 90 por cento de todo exército e são adequados para tarefas rotineiras. Qualquer um que seja inteligente e preguiçoso está qualificado para os mais altos deveres de liderança, porque possui a clareza intelectual e a compostura necessária para decisões difíceis. É preciso ter cuidado com alguém que é estúpido e diligente -  não lhe deve ser confiada com nenhuma responsabilidade porque ele sempre causará somente prejuízos”.
Para Hammerstein, era melhor para um líder ser inteligente epreguiçosodo que inteligente e trabalhador.
Mais tarde, vamos ver por que.
Primeiro, porém, vamos pensar sobre pessoas estúpidas.
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Fuja do seu médico

Anos atrás, como estudante no Japão, senti-me doente.
Minha mãe anfitriã - ou melhor, avó, pois ela estava bem perto dos oitenta - ofereceu-me seu melhor remédio médico.
Ela desapareceu na cozinha e, pouco depois, voltou com uma longa cebola verde, conhecida no Japão como negi.
“Para que serve isso?” Perguntei, em japonês estropiado.
“É para o seu resfriado”, disse ela.
“Oh”, eu disse. “Você vai fazer uma sopa?”
“Não.” Ela sorriu. “Eu vou amarrá-la ao redor do seu pescoço”.
Eu pisquei. Eu era um convidado e não havia nenhuma maneira de eu expressar meu ceticismo. Então fiquei quieto, deixei que ela envolvesse o vegetal fedido ao redor do meu pescoço. Poucos dias depois, meu resfriado desapareceu.
Aha! Prova de que vegetais no pescoço curam o resfriado comum!
________________________________________

Os céticos gostam de criticar esses remédios populares como irracionais e semelhantes aos rituais de vudu utilizados por velhas avós e outros tolos que não entendem a ciência.
Mas acho que eles não percebem alguma coisa.
Primeiro, minha simples crença na cura aumenta a função imunológica, melhorando minha recuperação de maneiras que a medicina moderna não faz. De fato, tais placebos parecem funcionar, mesmo que eu saiba que o vegetal não me fará qualquer bem - até mesmo os céticos se beneficiam.
Em segundo lugar, e mais interessante, o remédio caseiro me mantém longe do médico.
Para ser atendido por um médico no Japão, eu tenho que esperar por horas, enquanto cercado por idosos catarrentos, portadores de vírus. Quando consigo ver meu médico, ele (é sempre um ele) balança a cabeça distraidamente por dois minutos, escreve algo em um bloco de papel e me dispensa com uma receita para um monte de pílulas.
As pílulas podem aliviar meus sintomas, mas isso também podem ter desvantagens invisíveis difíceis de detectar.
Tomemos os antibióticos, por exemplo. Um adolescente que os toma para se livrar da acne pode ser amaldiçoado com problemas intestinais para o resto da vida.
Este não é um ceticismo ingênuo, mas uma apreciação das consequências imprevisíveis de se meter com um sistema complexo: a medicação traz benefícios imediatos e visíveis, mas pode vir com riscos retardados e invisíveis.
Às vezes, a maneira mais rápida de se recuperar é não fazer nada.
Este é um exemplo do que o filósofo Nassim Taleb chama de iatrogenica - quando fazemos mais mal do que bem com nossas intervenções.
Como o cara preguiçoso diz: “Se não está quebrado, não conserte.”
Da mesma forma, von Hammerstein entendeu que a pior coisa que você pode ter é um idiota trabalhador que fica criandomais trabalhe para todos os outros.
No Japão, os empregados tendem a serem contratados para toda a vida. Quando um gerente inteligente descobre que você é um fracasso total no local de trabalho - apesar do seu diploma da Universidade de Tóquio e suas notas altíssima em testes - você é imediatamente transferido para o interior (longe de sua esposa e filhos) para minimizar os danos que você provoca para a empresa.
Mas vamos nos dar o benefício da dúvida.
Você é inteligente, trabalhador e bonito. Existe um motivo para ser preguiçoso, muito trabalhador e bonito?
A Vantagem da preguiça
Em seu excelente livro The Wiki Man, Rory Sutherland - vice-presidente do Grupo Ogilvy UK - argumenta que aqueles de nós que são obcecados com a produtividade e eficiência entendem mal um ponto essencial:
“Se você dedica sua vida a eliminar o lixo, você, sem dúvida, terá sucesso de uma forma suja. Mas, juntamente com o lixo, você estará eliminando talvez 90% de algo muito mais importante - suas chances de ter muita sorte. Se você evita beijar sapos, não terá muita chance de encontrar um príncipe. Isso pode explicar por que os atuários muito raramente se tornam estrelas de rock”.
Nós queremos acreditar que grandes coisas vêm do trabalho árduo, do planejamento cuidadoso, da ação direcionada. Mas isso, em parte, nos faz subestimar o quanto da vida é motivado pela sorte:
“O ponto é simples. Se você olhar para todos os avanços realmente importantes feitos em qualquer campo, o que você encontrará é que a conexão não planejada, não intencional ou fortuita desempenha um papel tão importante quanto a planejada, processada e organizada. É por isso que, bastante cedo, a Microsoft colocou quadros brancos ao longo dos corredores no campus de Redmond; pois eles descobriram que os encontros acidentais que ocorriam nos corredores eram de fato mais produtivos do que as reuniões agendadas que aconteciam nas salas de reunião “.
Em The Black Swan, o filósofo Nassim Taleb apresenta um exemplo (entre muitos outros no livro) de tal descoberta por pura sorte - o laser:
“O laser é uma ilustração primordial de uma ferramenta feita para um propósito específico (na verdade nenhum propósito real) que então encontrou aplicações que nem sequer sonhavam na época. Era uma “solução típica em busca de um problema”. Entre as primeiras aplicações estava a costura cirúrgica de retinas descoladas. Meio século depois, The Economist perguntou a Charles Townes, o suposto inventor do laser, se ele tinha tido as retinas em mente. Ele não tinha. Ele estava satisfazendo seu desejo de dividir feixes de luz, e isso era tudo. Na verdade, os colegas de Townes o provocaram bastante sobre a irrelevância de sua descoberta. No entanto, apenas considere os efeitos do laser no mundo ao seu redor: CD’s, correções de visão, microcirurgia, armazenagem e recuperação de dados - todas essas aplicações imprevistas da tecnologia. Nós construímos brinquedos. Alguns daqueles brinquedos mudam o mundo.”
O que aprendemos
Um último ponto sobre a preguiça.
Algumas pessoas dizem: “Não fique aí parado, faça alguma coisa!”
Mas não é claro para mim se a ação sem prudência - esforço insensato de idiotas com boas intenções - é a maneira de tornar o mundo um lugar melhor.
Talvez também faça sentido dizer: “Não faça nada, fique aí!”
Se você é trabalhador e inteligente, talvez haja um motivo para evitar todo o blablabla sobre produtividade, eficiência, trabalho árduo, ação constante, etc. e, em vez disso, fique em casa nas sextas-feiras, discuta com os amigos durante o jantar e libere mais tempo para simplesmente fazer o que lhe interessa.
E se você é trabalhador e estúpido, bem, você sempre pode trabalhar menos e depois pedir ao seu chefe um aumento; ‘)

Published in: on dezembro 3, 2017 at 10:32 am  Comments (2)  
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Temporada “A Flauta Mágica” de Mozart em São Paulo

Em dezembro, no Theatro Municipal de São Paulo, será apresentada a ópera do Ir.’. Mozart,  “A Flauta Mágica”  do dia 15  até 21.

Ingressos podem ser adquiridos em

Comprar ingresso

Somente para recordar, dê uma olhada na matéria publicada nesse blogue

“A Flauta Mágica de Mozart”

Um bom programa a todos!

 

 

Published in: on novembro 29, 2017 at 8:31 am  Deixe um comentário  
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Como entender (e diminuir) o impacto dos seus hábitos no meio ambiente, de roupas a comida

Com que frequência você lava suas calças jeans? Quando viaja de avião, são viagens longas? Prefere comprar tomates embalados, avulsos ou em conserva? Quantas vezes por semana você come carne?

As perguntas soam, a princípio, muito específicas. Mas são essenciais para entender o rastro que seus hábitos de consumo e escolhas individuais deixam no planeta.

Foi em uma conversa com o marido, no sofá de casa, que a designer industrial e escritora holandesa Babette Porcelijn percebeu que, apesar de ser especialista na cadeia produtiva de produtos industrializados, não entendia exatamente qual era o impacto do seu estilo de vida no planeta.

“Ele me contou que os 16 maiores navios porta-contêineres do mundo juntos emitem a mesma quantidade de enxofre que todos os carros que circulam no mundo! E que perdemos cerca de 27 milhões de árvores por dia por causa do desmatamento”, disse à BBC Brasil.

 

leia mais em:  Nossa Pegada Ecológica

Published in: on novembro 28, 2017 at 9:38 am  Deixe um comentário  
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Universalismo e humanismo a prova da civilização digital

Tradução J. Filardo

por Bernard Ollagnier

 

Quando o chip inserido em nosso pulso nos permite abrir as portas do nosso carro, congratulamo-nos com este progresso. Quando constatamos as turbulências das migrações, apelamos ao humanismo. Quando olhamos os massacres em nome de Deus ou de uma religião, nós choramos. Assim, passamos da alegria às lágrimas, sem estabelecer qualquer ligação entre estas três situações.

Que o Grão-Mestre da Grande Loja da França Philippe Charruel convoque os jovens a se interessar pela Maçonaria, que o Grão-Mestre do Grande Oriente da França Philippe Foussier em um texto poderoso proclame a resistência, como ele escreve, para combater as ideologias totalitárias ou que no jantar anual da Grande Loja das Cultura e da Espiritualidade, as conversas girem em torno da necessidade de trazer a espiritualidade ao centro dos debates na sociedade como tão bem se expressou a Grã-mestre Christine Sauvagnac, todos os irmãos e irmãs maçons sentem vagamente confusos que chegou o momento tomar a palavra.

Nós só podemos nos regozijar com este movimento fundado em uma tomada de consciência bem real, ainda que tarde a se exprimir. Na verdade, os trágicos acontecimentos, bem como o advento da civilização digital interpelam aqueles que militam em prol do universalismo, do humanismo e, em uma palavra, do ser humano: o respeito de uns pelos outros.

Torna-se difícil imaginar um mundo livre e fraterno fundado em sucessivas Declarações dos direitos humanos originarias da filosofia do Iluminismo. O digital tende a escravizar nossas ações e nossos espíritos, não só através do desenvolvimento dos GAFAM – sigla que representa os gigantes da Web, Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft -, mas também, e principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas tecnologias que, gradualmente, tendem a ultrapassar a nossa liberdade de pensamento. Levaria muito tempo para mencioná-los todos aqui, mas basta apenas algumas palavras para ilustrar este aperto em nossas mentes e em nossos atos: homem aumentado, monitoramento remoto, identificação virtual, inteligência artificial … Todas as áreas da vida estão incluídas no fluxo digital. Ninguém escapa! E amanhã? Se cada um de nós pode se alegrar com o aumento da expectativa de vida ou o aumento do conforto, a questão permanece: seremos capazes e suficientemente armados para não deixar que os computadores assumam o poder do consciente e do inconsciente? Precisamos desativar o cenário do filme de 1977, apresentado na França em 1980, “Geração Proteus” de Donald Cammell, onde um computador se apaixona por uma mulher interpretada por Julie Christie e juntos dão à luz o bebê Proteus. A espiritualidade vai desaparecer em favor da materialidade?

Nos próximos anos, a Terra completará cerca de 7 bilhões de seres humanos; quantos terão acesso ao progresso digital, à esperança de vida mais longa, às riquezas produzidas e ao conhecimento? Este desafio é imenso. Muitos desviam o olhar para, como o bom senso popular justamente exprime: se empanturrar sem moderação. E o aquecimento global? Uma ideia das nações ricas! Massacre de curdos? Este não é um problema do nosso país! Apedrejamento de mulheres? Fome no Sudão? A liberdade de imprensa sob controle na Rússia? Crianças de 6 anos a trabalhar nas minas do Congo? Mas, finalmente, isso nada tem a ver comigo, com a meu tablete e meu chip, meu Prozac e meus videogames! Agora que os ideólogos assassinos de seres humanos, associado aos piores bandidos utilizam descaradamente as tecnologias digitais para servir seus interesses nauseantes. O contrabandista dá ordens aos refugiados através de seu telefone celular. O ditador bloqueia as ondas com um computador ad hoc e ameaça com a bomba atômica. O suicida explode uma escola enquanto fica protegido a dezenas de quilômetros. O explorador de crianças transfere seu dinheiro em um milésimo de segundo para dez lugares diferentes.

Perante esta situação de grande perturbação espiritual e diante do risco de perda da consciência moral humana, as potências, em sua grande maioria entendeu que o silêncio não era mais apropriado. Uma tomada de posição forte e exigente se impõe cada vez mais como uma evidência no caos dos espíritos. Responder aos medos, fazer viver a esperança. Mostrar um caminho de luz, força e beleza. Para este dever, os maçons estão se mobilizando dentro das potências ou em grupos como o FM & S, em nome do seu compromisso de servir a felicidade da humanidade. Este é o nosso caminho traçado.

 

Publicado em:

https://www.fm-mag.fr/article/actualite/universalisme-et-humanisme-1629

Published in: on novembro 27, 2017 at 8:51 am  Comments (1)  
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PAUL GAUGUIN (1848-1903), Pintor Maldito e Mártir

 Tradução J. Filardo

Por –Philippe VERDIER

Pintor maldito e mártir, Gauguin foi consagrado como o iniciador da pintura moderna na exposição do centenário na Orangerie em 1949. Uma parte da obra, as esculturas e as cerâmicas, ainda permanece no cone de sombra da irradiação projetada pelo pintor. A personalidade de Gauguin reforça a mensagem de suas criações, porque ele era um daqueles artistas cuja biografia não se confunde, em essência, com o conjunto de seus trabalhos. Sua vida, como a de Rimbaud, foi uma aventura. Ligado primeiro ao impressionismo e depois ao movimento simbolista, ele iria denunciar o primeiro em nome do que Kandinsky chamou princípio espiritual da arte, e se proteger contra os perigos de desviacionismo literário inerente ao segundo, em nome da perfeita coincidência do significante e do significado na obra plástica. O exotismo de Gauguin expressa a busca dolorosa que ele perseguiu para redescobrir o valor existencial dos símbolos mágicos e religiosos, laços de harmonia entre tempo integralmente vivido pelo homem e o mistério de um destino que se inscreve na intemporalidade.

 

Leia mais em:  Paul Gauguin, pintor maldito e mártir

Yakin e Boaz – Luzes na Árvore da Vida

Tradução J. Filardo

Por Solange Sudarskis

 

 

O texto conta que havia uma árvore de vida onde os nossos primeiros antepassados ​​se tornaram humanos. Tornando-se demasiado humanos e muito gananciosos, eles tiveram que deixar o que parecia ser um paraíso; e devia ser o final de março, quando eles foram expulsos. Guardas sem carne foram contratados para negar-lhes acesso; vamos chamá-los Gabriel e Rafael. Depois de uma investigação, descobrimos essas duas personagens, escondidas sob o nome de Yakin e Boaz [i] as duas colunas na entrada de um edifício, o Templo de Salomão, um outro tipo de paraíso, mais conhecido sob o nome de “pardes”, ou jardim. Ali, os sábios em misticismo consideraram por meio de elaborações espirituais que se poderia conceituar que havia ali uma outra árvore da vida, a árvore das Sephiroth.

Posando como uma constante fundamental, tanto em rituais quanto em lojas, embora muitas vezes tratados em papelão, Yakin e Boaz nos interrogam sobre a sua relação com essa metáfora de árvore. Justificadamente, temos o direito de buscar sua conivência especulativa, porque a famosa árvore da Cabala, a árvore das Sephiroth, se apresenta, de fato, também sob a forma de pilares de onde a comparação com nossas duas colunas, aliás nossos dois pilares, pode parecer evidente para muitos. Por contágio semântico que representa cada um desses dois lados?

Leia mais em: Yakin e Boaz – Luzes na Árvore da Vida

Três estrelas sobre três candelabros iluminam a loja

Tradução J. Filardo

por Magali Aime

Os jovens iniciados não tiveram a oportunidade de conhecer as lojas iluminadas por velas belíssimas e muito simbólicas. Estas velas deviam ser feitas de cera de abelha pura, evocando o Trabalho, Atividade, Esperança. Se hoje a fada da eletricidade substituiu as velas, o simbolismo permanece muito presente.

Você disse Luz?

Uma primeira observação de aprendiz feita depois de receber a Luz: “nenhuma janela, nenhuma abertura para o exterior. No entanto, sobre o tapete da loja podemos ver janelas. Eu entendi através do meu segundo vigilante que a loja não é iluminada pela luz externa, simplesmente porque a Luz Universal só é visível a partir de dentro “, diz Valery.

O uso de cera e velas é facilmente compreensível. O venerável vai “dar, transmitir” a luz, àquele que conduz o iniciado no caminho da verdade e do conhecimento. A luz é simbolicamente onipresente nas lojas.

Leia mais em:  As três Luzes da Loja

Published in: on novembro 11, 2017 at 12:55 pm  Deixe um comentário  
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