Navegar é preciso… viver não …

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(Originalmente Pompeu, depois Camões, depois Fernando Pessoa, depois Caetano Veloso, agora eu…)

CARAVELA

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Se cá chegastes, por desígnio do acaso, trazido por quaisquer ventos, trazido por Mestre Google, ou propositalmente,  chega-te, acomoda-te, escolhe um tema na lista e aproveita.
Se queres comentar, ó pá, fica à vontade pois cá não temos qualquer problema de discutir as questões relacionadas com a Liberdade, Igualdade e Fraternidade, ou qualquer outra questão.

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O Editor


A Natureza da Maçonaria

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José A. Filardo M.´. I.´.

Em nossa série de artigos e pesquisas publicadas na Revista, procuramos esclarecer as influências e antecedentes da formação da Instituição que conhecemos hoje como Maçonaria.

Primeiro, em https://bibliot3ca.wordpress.com/a-verdadeira-primeira-grande-loja/ procuramos mostrar o que era a Maçonaria Operativa na Europa, como o principal elemento que informa nossa estrutura e simbologia.

Depois, mostramos o que eram as Guildas inglesashttps://bibliot3ca.wordpress.com/607-2/ também chamadas Companhias de Libré.

Depois, particularizamos uma das guildas – A guilda dos Stonemasonshttps://bibliot3ca.wordpress.com/o-dna-da-maconaria-a-companhia-dos-macons/ vez que tudo indica ter sido nela que nossos fundadores se basearam para estruturar a nova instituição.

Em nossas pesquisas, entretanto, topamos com uma informação crucial sobre o ambiente político da época que pode ter determinado a constituição da primeira grande loja e sua difusão a partir dai – O Riot Act de 1715. https://bibliot3ca.wordpress.com/dna-da-maconaria-por-que/

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A Natureza da Maçonaria

Capítulos de História Maçônica – H.L. Haywood

Tradução J.Filardo

Este trabalho destina-se a cobrir, capítulo por capítulo, os períodos mais importantes e características da história maçônica. Condensei e simplifiquei até o limite da minha capacidade, mas mesmo assim, sei que os novatos podem achar difíceis algumas passagens.

Esta dificuldade reside no assunto, que é teimoso e complicado até certo ponto e, portanto, significa que os próprios leitores devem cooperar por meio de uma vontade de ler, reler e estudar. Certamente o assunto vale a pena!

H.L. Haywood.

PARTE I – A MAÇONARIA E OS CONSTRUTORES DE CATEDRAIS

PARTE II – MAÇONARIA E A CASA DOS HOMENS

PARTE III – MITRAÍSMO: MAÇONARIA E OS MISTÉRIOS ANTIGOS

PARTE IV – A MAÇONARIA E OS COLLEGIA ROMANA

PARTE V – AS ANTIGAS OBRIGAÇÕES DA MAÇONARIA E O QUE ELAS SIGNIFICAM PARA NÓS

PARTE VI – A MAÇONARIA E OS MESTRES COMACINE

PARTE VII – A MAÇONARIA E O SISTEMA DE CORPORAÇÕES

PARTE VIII – OS MAÇONS OPERATIVOS

PARTE IX – COMO A MAÇONARIA OPERATIVA SE TRANSFORMOU NA MAÇONARIA ESPECULATIVA: O PERÍODO DE TRANSIÇÃO

PARTE X – A PRIMEIRA GRANDE LOJA

PARTE XI – O GRANDE CISMA NA MAÇONARIA: UM RELATO DA GRANDE LOJA DOS “ANTIGOS”

PARTE XII – DIVERSAS GRANDES LOJAS: YORK, IRLANDA, ESCÓCIA ETC.

PARTE XIII – DIVERSAS GRANDES LOJAS, FRANÇA, ALEMANHA, ETC.

Leia mais em: Capítulos de História Maçônica

GOB revisa direito de Intervisitação

O Grão-Mestre Geral (em exercício) do Grande Oriente do Brasil, Ir.’. Euripedes Barbosa Nunes emitiu o decreto # 1.551 de 02 de Agosto de 2017:

“CONSIDERANDO que as potências maçônicas regulares reconhecidas mundialmente são relacionadas na publicação List of Lodges, e que de acordo com informações verbais obtidas junto à empresa editora do List of Lodges, nele figurarão a partir da edição de 2018, o Grande Oriente do Rio Grande do Sul, o Grande Oriente de Santa Catarina e o Grande Oriente de Mato Grosso, e ainda, que apenas por perda de prazo, o Grande Oriente do Paraná somente figurará a partir da edição de 2019. não se constituindo impedimento de ordem legal.

………

Artigo 1 – Fica oficialmente estabelecida a intervisitação entre os maçons e as Lojas jurisdicionadas ao Grande Oriente do Brasil e os Grandes Orientes do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso.

Veja a íntegra do decreto em: Decreto 1551 de 2/8/2017

A Lenda dos Quatro Santos Coroados

Tradução J. Filardo

(Baseada no Manuscrito Arundel – Publicada no AQC Vol 1 – p 60)

quator coronatum

Aqui começa a paixão dos Santos Mártires Cláudio, Nicóstrato, Sinfronio, Castório e Simplício[i], aos VI dias dos idos de Novembro.

Nos dias em que Diocleciano foi à Panônia, onde ele devia estar presente na coleta de vários metais das montanhas, aconteceu que, quando ele se reuniu com os trabalhadores de metal, ele encontrou entre eles alguns homens, por nome Cláudio, Castório, Sinfronio e Nicóstrato, dotado de grande habilidade artística — trabalhadores maravilhosos na arte da escultura. Eles eram cristãos em segredo, guardavam os mandamentos de Deus, e qualquer trabalho que eles fizessem na arte da escultura, eles o faziam em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.

Isso aconteceu em um determinado dia, quando Diocleciano estava dando ordens aos trabalhadores de esculpir uma imagem do sol, com sua carruagem, cavalos e tudo a partir de uma única pedra, que, naquela época todos os trabalhadores deliberando com os filósofos começaram a lustrar sua conversa sobre esta arte; e quando eles tinham chegado a uma enorme pedra do metal de Thasos, sua arte de escultura não tinha utilidade, de acordo com o comando de Diocleciano Augusto.

E por muitos dias, houve uma disputa entre os operários e os filósofos. Mas em um determinado dia, todos os trabalhadores reuniram-se em um só lugar, setecentos e vinte e dois, com os cinco filósofos, à superfície da pedra e começaram a examinar os veios da pedra, e houve um efeito maravilhoso entre os trabalhadores e os filósofos. Ao mesmo tempo Sinfrônio, confiando na fé que ele tinha, disse ao seus companheiros: Peço-vos, a todos, que confiem em mim, e eu descobrirei, com meus discípulos, Cláudio, Simplício, Nicóstrato e Castório. E, examinando as veias do metal, eles começaram sua arte da escultura em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. E seu trabalho teve sucesso, de acordo com os comandos de Augusto.

Leia mais: A Lenda dos Quatro Santos Coroados

Published in: on julho 31, 2017 at 4:08 pm  Deixe um comentário  

A “Tradição dos Antigos”: um mito historiográfico francês

Tradução J. Filardo

Por Roger Dachez

Um ensaio de desconstrução das lendas urbanas que ainda persistem em alguns círculos maçônicos franceses …

À luz do que acabamos de ver, uma realidade simples aparece: o que separava os Antigos e os Modernos na Inglaterra, sobre o plano estritamente maçônico e ritual, representava muito pouco, e esta diferença foi diminuindo rapidamente, ao ponto de que foi muito fácil remover completamente os obstáculos que ainda os separavam no final do século XVIII.

É provável que o caso da lei sobre sociedades ilegais (Unlawful Societies Act) em 1799, tenha levado os dois Grandes Mestres das duas Grande Lojas “rivais” a fazer uma abordagem conjunta junto às autoridades para isentar toda a maçonaria dos rigores da lei, o que marcou uma etapa importante na reconciliação – embora não tenha tido origem em iniciativa das próprias Grandes Lojas! É preciso também refletir, sem dúvida, sobre a eliminação da geração fundadora, fortemente envolvida no período mais violento do conflito, incluindo o próprio Lawrence Dermott, que morreu em 1791.

Leia mais em: A Tradição dos Antigos: Um mito

Rito Escocês nos Estados Unidos

pelo irmão S. BRENT MORRIS 33° G.C.

Tradução José Filardo

OS ALTOS GRAUS NOS ESTADOS UNIDOS: 1730–1830

A Maçonaria nos Estados Unidos da América teve uma história inicial fora do comum. Importada da Europa – Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e Alemanha – tornou-se rapidamente uma das mais importantes organizações coloniais. “Na geração da revolução [americana], a capacidade da Maçonaria de encarnar as diferentes demandas culturais do período deu-lhe um enorme poder.” (1) Ela tornou-se uma organização exclusiva durante a revolução e, em seguida começou a expandir sua base de filiação entre a classe média. É irônico que a Maçonaria Simbólica fosse atacada por sua perceptível influência de elite à medida que começou a aumentar os seus quadros.

Em 1826, em Nova York, William Morgan publicou uma exposição pública de rituais maçônicos. (2) Mais tarde, ele foi raptado por maçons em Canandaigua, Nova Iorque, e em seguida desapareceu. Acreditava-se amplamente que ele tinha sido assassinado como parte de uma conspiração maçônica. O clamor público levou à criação do primeiro “terceiro partido” mais importante na política americana, o Partido Antimaçônico. Em 1830, a Maçonaria estava morta ou adormecida na maior parte dos Estados Unidos. Como Pompéia após o Vesúvio, quase tudo relacionado com maçonaria foi destruído pela erupção da antimaçonaria. Só em 1840 que a fraternidade começou a se recuperar daquele golpe quase fatal.

Assim, podemos perfeitamente enquadrar a época inicial da Maçonaria norte-americana entre dois eventos: a abertura da primeira loja, cerca de 1730 e a quase destruição da Maçonaria cerca de 1830. A Maçonaria cresceu e se desenvolveu nos Estados Unidos durante este período, principalmente através da importação de ritos e graus. As inovações que ocorreram foram refinamentos, não fabricação de graus no atacado. Os maçons americanos pareciam bem conscientes de que sua fraternidade era uma criação europeia e olhavam para aquele continente como a fonte e a origem de tudo o que era “regular” em Maçonaria. Há pouca evidência de criatividade ritual americana naquela época.

Ler mais: O Rito Escocês nos Estados Unidos

Associações Voluntárias e Religião Civil: O Caso da Maçonaria

Tradução J. Filardo

Por JOHN WILSON
Departamento de Sociologia
Duke University
Review of Religious Research, Vol. 22, bro. 2 (Dezembro 1980)

Uma pesquisa de amostra aleatória de Maçons em um estado do Meio-Oeste americano mostra que eles vêm principalmente de extratos socioeconômicos mais altos, embora menos que há 20 anos atrás. A maioria dos membros se descreveu como inativos e não familiarizados com os procedimentos de loja, mas mostraram fidelidade direta à Ordem e um compromisso firme com seus ideais. Este paradoxo é resolvido com a ajuda de ideias extraídas dos escritos de Bellah sobre religião civil.

Nos Estados Unidos, as associações voluntárias desempenham diversas funções. Para o indivíduo, elas proporcionam suporte afetivo e uma sensação de Solidariedade com outros que têm interesses semelhantes. Para a sociedade como um todo, elas podem ser “consideradas como entidades integradoras em nível de comunidade, estado, regional ou nacional “(Babchuk e Edwards, 1973: 265, ver também, Cutler, 1573:135; Rose, 1967: 229-233). Talvez nenhuma outra associação preencha os interstícios entre a família e a comunidade melhor que a ordem fraternal, com sua mistura especial de prazeres privados e serviço público. A fraternidade é ao mesmo tempo um refúgio, em que os interesses e gratificações particulares podem ser realizados e um grupo de ação social, através do qual os compromissos públicos podem ser expressos. Este duplo papel das fraternidades é de especial interesse para mim neste trabalho.

O epítome do fraternalismo nos Estados Unidos é a Maçonaria. Ela serve de modelo para a maioria das outras ordens fraternais. É de se esperar que ela também funcionará como um elo entre as esferas privada e pública. Mas a Maçonaria é até certo ponto um caso especial entre as fraternidades. Muito mais que qualquer outra ordem, ela enfatiza a aprendizagem esotérica e a promulgação de um sistema moral fundado em crenças religiosas. Sua natureza quase religiosa é testemunhada pela hostilidade com que ela tem sido tratada por muitos dos corpos religiosos mais ortodoxos (Myers, 1960).

Leia Mais em: Associações Voluntárias e Religião Civil

Maçonaria na Revolução de Maio (Argentina)

Tradução J. Filardo

Prólogo

por Roberto Sahakian

A conjuntura política que vive a Europa no final do século XVIII revela a oscilação dos modelos de governabilidade vigentes e entrincheirado desde o início da Modernidade. O Iluminação e a Ilustração se apresentam como o movimento de ideias que especula e fundamenta a filosofia da política que endossará o acesso ao poder pelos “comuns”. Acesso que no plano econômico já estava em vigor e em pleno direito. O surgimento da burguesia como ator neste processo exige novos e diferentes espaços de poder político antagônicos ao que estava em vigência. Novos paradigmas, liberdade e igualdade, serão propostos como horizonte a elaborar através da ferramenta da razão. Neste contexto surgem concepções, modelos de ordem e conceitos de estado alternativos e opostos ao modelo de monarquia absoluta que, então, se encontra esgotado, bem como o poder teocrático que o sustentava.

No início do Século XVIII, a Maçonaria se institui como tal, com as chamadas Constituições de Anderson, que dão à organização um critério e sistematização que terão grande influência sobre todas as lojas chamadas regulares até nossos dias. Em um dos seus pontos fundamentais, estas Constituições descrevem quais são os limites de quem pode ou não ser maçom, ou seja, a aceitação de seus membros. Embora esta sociedade iniciática se origine das guildas de construtores medievais, que baseavam sua liberdade social em função da não divulgação de seu conhecimento, é a partir da consolidação das normas constituída por Anderson onde se estabelece a aceitação de membros de outros campos sociais ou culturais.

As lojas maçônicas serão, então, campo propício para acolher acólitos dispostos a apresentar e discutir ideias e ações que, pela própria concepção de segredo, comporão neste o benefício da segurança e a conveniente defesa contra os ataques do poder instituído. Maçons livres e aceitos, intramuros e protegidos de agressores externos, sob uma bagagem eclética e livre-pensamento, influenciaram os processos revolucionários europeus, bem como a independência dos Estados Unidos da América. “É bem sabido que uma das Trilogias da Ordem Maçônica é ‘Liberdade, Igualdade, Fraternidade’ lema dos revolucionários franceses de 1789 e dos intelectuais da época”, comente Andrea Romandetti Dasso em texto incluído nesse livro.

A ideia da ação da Maçonaria no processo emancipador da América é recorrente. Mas a concepção mítica desta ação prevalece na grande maioria dos casos. São poucos os autores a mencionar esta instituição como um dos fatores que mobilizam este processo, deixando-a em uma nebulosa confusa em relação ao seu impacto, sobre a concepção dos seus objetivos, assim como no trabalho de seus homens ou o desenvolvimento do seus métodos. Se nos aproximamos, conforme pretendido por esta pesquisa, do escopo do trabalho daqueles que deram origem à Revolução de Maio no Rio de la Plata, podemos observar que o desempenho dos mesmos se estende a diferentes setores sociais, com diferentes educações e profissões, origens regionais e étnicas diferentes.

Mas também observamos a filiação de um grande número desses atores a organizações de raiz maçônica, tais como a Loja Independência, ou o Grupo dos Sete, conforme descrito por Antonio Las Heras, no trabalho que poderá ser lido mais adiante.

Além do início da atividade das organizações maçônicas na região, que data do final do século XVIII, e seu possível desempenho em algumas das conjunturas históricas, tais como as invasões britânicas, a filiação a esta dos protagonistas de maio de 1810, assume profundo significado quando podemos rastrea-la e confirmar que oito dos nove membros da Primeira Junta de Governo pertenceram à ordem.

É possível que os eventos que catapultaram a luta emancipadora latino-americana formada na região do Rio de la Plata não possam ser entendidos sem incorporar à análise dos fatos uma perspectiva que considere a influência que exerceram os novos modelos europeus sobre as idéias revolucionárias. Tal como eles podem ser percorridos nos documentos e dados daqueles que deram origem à revolução que culminaria na semana de maio de 1810 e que dá lugar a uma nova forma de governo para a região. Luta que ocorre , no Rio de la Plata, forma quase silenciosa e oculta, e que ainda assim culmina em um formidável golpe sobre a forma de governo espanhola, que nunca voltará a se recuperar.

O que poderiam reivindicar o maçons e qual foi a qualidade de suas ações não são questões relevantes para a perspectiva desta pesquisa.

Sim, o livro aqui apresentado tem como objetivo reunir uma série de investigações sobre a atividade maçônica no Rio de la Plata e, ao mesmo tempo, se propõe a analisar os componentes das ideias maçônicas, realizando uma construção analítica de fontes históricas: documentos, escritos, proclamações e biografias, com o objetivo de elucidar quais foram os componentes bem como a ideologia maçônica, a fim de os relacionar ao pensamento político da Revolução de Maio.

Maio 2010

Published in: on julho 24, 2017 at 10:51 am  Comments (1)  
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Constituições de Anderson – Análise do primeiro artigo

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James Anderson 

(Ir.´. Alain F. Marti / Fidelidade e Prudência, esta conferência foi apresentada no Congresso da LUF em setembro de 2003).

Tradução J. Filardo M.´. I.´.

De acordo com o uso do Grande Oriente de França, foi feita a leitura do primeiro artigo das Constituições de Anderson, carta fundamental da Maçonaria especulativa. A sobre essas Constituições que eu quero lhes falar agora.

Vejamos novamente este Artigo Primeiro:

“Um maçom é obrigado por seu mandato a obedecer à lei moral e, se compreende bem a arte, nunca será um ateu estúpido nem um libertino irreligioso. Embora nos tempos antigos os maçons fossem obrigados em cada país a praticar a religião daquele país, qualquer que fosse ela, agora é considerado mais conveniente apenas obrigá-los a seguir a religião com a qual todos os homens concordam, isto é, ser homens bons e verdadeiros, ou homens de honra e probidade, quaisquer que sejam as denominações ou confissões que ajudam a diferenciá-los, de forma que a Maçonaria se torne o centro de união e o meio para estabelecer uma amizade sincera entre homens que de outra forma permaneceriam separados para sempre”.

Há certamente muito a dizer sobre este texto e muita tinta já correu sobre ele. Ele exige realmente desenvolvimento.

Leia mais em: Constituições de 1717 – Análise do Artigo Primeiro

Published in: on julho 21, 2017 at 10:27 am  Deixe um comentário  
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A Fusão da G.L. e do G.O. de FRANÇA em 1799

Tradução J. Filardo

Alexandre Roëttiers de Montaleau (1748-1807)

Em 21 de maio de 1799, os comissários das partes contratantes reuniram-se e elaboraram a seguinte concordata:

No 21o. dia do 3o. mês do ano da V.L, 5799.

Nós, os comissários reunidos dos GG. OO. de França, com sede em Paris, exibimos nossos respectivos poderes que emanam do O. ao qual somos ligados, de onde resultou que de um lado, foram nomeados os IIr.’. Darmancourt e Conard, presidentes, e os IIr.’. Duvillards e Houssement, e, por outro lado, os IIr.’. Montaleau, Presidente, Augebault, grande orador e Bernault, grande experto, com a finalidade de preparar os meios de reconciliação e de união entre os dois OO., para ser um todo indivisível, e tudo em benefício da arte maçônica e a prosperidade da Ordem, concordamos com os seguintes artigos, a saber:

Art. I. – A inamovibilidade é abolida;

Art. II. – Os VV. atualmente inamovíveis continuarão em suas funções por nove anos consecutivos.

A Loja terá a faculdade, após o termo dos referidos nove anos, de mantê-lo no mesmo cargo. Se a L.’. nomear um novo V., o antigo V. desfrutará do título de fundador honorário; ele receberá as mesmas honras que o V. titular.

Ler mais: A Fusão da G.L. e do G.O de França em 1799

Published in: on julho 19, 2017 at 12:03 pm  Deixe um comentário  
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