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(Originalmente Pompeu, depois Camões, depois Fernando Pessoa, depois Caetano Veloso, agora eu…)

CARAVELA

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O Editor


O Rito Francês, “Antigo ou Moderno”?

Tradução José Filardo

Por Roger Dachez

Templo Groussier – GODF

UM RETORNO ÀS FONTES HISTÓRICAS DA MAÇONARIA

No início da Maçonaria o Rito não era nem “Moderno”, nem “Francês”, nem sequer “Antigo”. Esta unidade ou qualidade ritual foi quebrada em 1751, ao se criar a Grande Loja em Londres que se chamou “dos Antigos”, em oposição à primeira “dos Modernos” criada em 1717. Novos usos rituais foram adotados, mas somente na Inglaterra.

De um lado está a legitimidade da Maçonaria que vem através de rituais sem idade, atemporais, são tempos que poderíamos dizer estão suspensos em usos rituais imemoriais; e que por sua vez são a negação de toda a história: o universo e a decoração familiar da maçonaria que se desdobra dentro de uma ahistoricidade permanente, onde apenas conta o significado perene dos símbolos e dos ritos. Essa é a ambivalência da Maçonaria.

Mais realidade é inevitável, teimosa e, em parte, vem para roubar o ideal que nós expressamos. É inútil, e até mesmo vão, negar que a Maçonaria é uma instituição social que ao longo de toda a sua história foi se compondo e construindo com os valores de seu tempo, integrando as preocupações humanas e as especificidades culturais que pululam nas lojas que a compõem. Tudo isso, por outro lado, muito confrontado com questões de poder e os discursos de legitimação que não se relacionam apenas ao Templo de Salomão, ou às antigas tradições ambíguas, mas também em acreditar que ela tem uma autenticidade jurídica que justifica sua autoridade perante as instâncias que pretende assumir. Em uma palavra, ela se faz política.

Leia mais em: https://bibliot3ca.wordpress.com/o-rito-frances-antigo-ou-moderno/

Correção

O link da matéria

A EVOLUÇÃO DA LENDA HIRÂMICA NA INGLATERRA E FRANÇA. (Parte I)

estava quebrado.  Segue o link correto:

https://bibliot3ca.wordpress.com/%20a-evolucao-da-lenda-hiramica-na-inglaterra-e-franca-parte-i/

 

Published in: on maio 19, 2017 at 9:35 am  Deixe um comentário  
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A EVOLUÇÃO DA LENDA HIRÂMICA NA INGLATERRA E FRANÇA. (Parte I)

Tradução José Filardo

Por Joannes Snoek.

(Palestra ditada pelo próprio Ir.’. Snoek no Freemason’s Hall patrocinada pela Sociedade Cornerstone em 13 de maio de 2001.)

O Mistério de Hiram Abiff. (Resumo)

Seguindo uma veia revisionista, o próximo a falar foi o Irmão Dr. Jan Snoek das Universidades de Heidelberg e Leyden, que é um especialista em história das religiões e rituais maçônicos. Em um trabalho profundo e provocativo intitulado “O que se perdeu no Terceiro Grau?

O Dr. Snoek afirmou que os ritos maçônicos que conhecemos hoje sofreram muitas mudanças. A primeira delas foi a ampliação de dois para três graus na década de 1720, e em segundo lugar a introdução da Lenda de Hiram, exposta pela primeira vez por Samuel Pritchard em outubro de 1730.

Em seguida, ele se referiu a algo muito curioso: Pritchard e todas as Divulgações subsequentes do século XVIII, declaravam que Hiram foi enterrado no Sanctum Santorum do Templo de Jerusalém. No entanto, tal coisa teria sido proibida por contaminar o Santuário.

O Dr. Snoek explicou que os maçons do século XVIII identificavam Hiram com o próprio Yahveh que teria ditado as dimensões do Templo ao Rei David antes que o trabalho fosse realizado por seu filho Salomão.

Ele apresentou uma série de ilustrações que mostram como as Divulgações continentais tinham o nome de Yahveh sobre o ataúde de Hiram no Terceiro Grau.

Segundo o Dr. Snoek, esta identificação do candidato com o Construtor do Templo e, portanto, por analogia com Yahveh é familiar aos historiadores da religião como uma “união mística“, onde o praticante tenta se unir misticamente à divindade. Em seguida passou à revista dos acontecimentos de 1813, quando o nosso ritual atual foi criado, e concluiu que as práticas modernas romperam o funcionamento dos trabalhos das duas Grandes Lojas, Antiga e Moderna.

Esta alteração fundamental para os três graus, removeu os aspectos místicos da Maçonaria do século XVIII, em uma aparente tentativa de tornar as cerimonias mais aceitáveis aos membros não-cristãos e um sabor mais adequado ao gosto do século XIX.

Leia mais em  https://bibliot3ca.wordpress.com/ a-evolucao-da-lenda-hiramica-na-inglaterra-e-franca-parte-i

Os Stuarts e a Maçonaria, história ou lenda?

Tradução José Filardo

Publicado 4 de abril de 2017 – por Pierre Mollier

James II da Escócia

A associação dos Stuarts com a Maçonaria continua a ser uma das grandes figuras da imaginação maçônica do século XVIII. Muitos rituais ou correspondência explicam que desde tempos imemoriais, os Stuarts eram os protetores e chefes secretos da Ordem, alguns até mesmo adicionam que um propósito oculto das Lojas era então restaurar a infeliz dinastia escocesa em seu trono legítimo. O que é realmente isso; história ou lenda?

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/os-stuarts-e-a-maconaria-historia-ou-lenda/

O Rito Francês, oficial em 1802, depois combatido e desaparecido renasce em Portugal

Tradução do Espanhol – José Filardo

Filipe Frade

Primeiramente adotado pelo jovem Obediência Portuguesa, o Rito Francês foi vítima das rivalidades políticas que marcaram o REAA e assim começou o adormecimento do RF. A obstinação dos seus defensores, fieis aos valores adogmáticos e republicanos, e o apoio do Grande Oriente da França (GODF) garantiram seu renascimento.

As primeiras lojas maçônicas apareceram em Portugal por volta de 1735 e imediatamente foram ameaçados pela Inquisição. Em 1801-1802 o Irmão Hipólito da Costa Furtado de Mendonça foi para Londres e obteve uma Patente da Grande Loja. Em seu retorno ele passa por Paris, e também obtém uma patente do Grande Oriente de França (GODF). E foi assim que o Grande Oriente Lusitano (GOL) foi fundado em Portugal em maio de 1802, com um primeiro rito oficial que seria o Rito Francês ou Moderno. Infelizmente sabemos que em julho de 1802, o Irmão Costa foi preso pela Inquisição, da qual fugiria em 1805) e supõe-se que as referidas Patentes foram destruídas.

 

 

Em 1804 foi assinado um tratado de amizade entre a GOL e o GODF e ao nosso conhecimento esse é o mais antigo tratado maçônico existente entre as duas Obediências. A Constituição do GOL de 1806 reconhece o Rito Francês como Rito Oficial. E nos capítulos III e XIII fala-se claramente da formação de diferentes Capítulos e Ordens de Sabedoria do Rito Francês. Uma nova Constituição do GOL reafirma isso em 1821 no mesmo sentido. O REAA somente foi introduzido no GOL em 1837 e o Conselho Superior do REAA em 1844.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/o-rito-frances-oficial-em-1802-depois-combatido-e-desaparecido-renasce-em-portugal/

Neste dia, em 1776: A Illuminati, bicho-papão favorito atual dos teóricos da conspiração, é fundada na Baviera

Tradução José Filardo

Por Dominic Selwood

1 MAIO 2017 • 12:17

Ingolstadt, na Baviera foi o lar de Adam Weishaupt

Adam Weishaupt nasceu em Ingolstadt, Baviera . Ele ficou órfão muito jovem e foi educado por jesuítas, antes de assumir um cargo em 1772 como professor de Direito Natural e Canônico na Universidade de Ingolstadt. Ele foi o primeiro não-sacerdote a ocupar o cargo e suas simpatias racionalistas logo o colocaram em conflito com a universidade.
Para Weishaupt, a influência dominante da monarquia bávara e da Igreja era sufocante e incompatível com os ideais iluministas de livre pensamento e da razão então na moda. Para conhecer e compartilhar ideias com pensadores de mentalidade igual à dele, portanto, resolveu formar uma sociedade baseada na liberdade e virtude moral na busca da felicidade racional. Embora indesejável aos olhos de estadistas e religiosos do período, tais fraternidades e sociedades secretas eram comuns no século XVIII. Dessa forma, em 1º de maio de 1776, em uma floresta perto de Ingolstadt, Weishaupt se reuniu com quatro outros para fundar a Ordem dos Perfeitabilistas, agora mais comumente conhecida como os Illuminati.

Leia mais em https://bibliot3ca.wordpress.com/neste-dia-em-1776-a-illuminati-bicho-papao-favorito-atual-dos-teoricos-da-conspiracao-e-fundada-na-baviera/

Published in: on maio 2, 2017 at 5:53 pm  Deixe um comentário  
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Por que maçons mereceram a Cruz de Vitória por sua bravura na 1ª Guerra Mundial

 Tradução José Filardo

Por Joe Shute

Brigadeiro Willie Shackell, Grande Secretário
CRÉDITO: TELEGRAPH / DAVID ROSE

A manhã de 25 de abril de 1915 testemunhou uma das ações mais corajosas da Primeira Guerra Mundial. A campanha em Gallipoli tinha apenas alguns meses, quando um batalhão de Lancashire Fusiliers foi encarregado de capturar uma enseada de areia apelidada W Beach na Península Turca.

Com apenas 350 metros de comprimento e coberta por metralhadora e ninhos de franco atiradores, era considerada inexpugnável. Às 6 da manhã, os Fusiliers desembarcaram e imediatamente encontraram uma saraivada de balas. A maioria foi dizimada antes de chegar à costa.

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Dentro do mundo sombrio dos maçons – Minisérie na TV inglesa

Tradução José Filardo

 

Por  NICOLE LAMPERT  – The Daily Mail (Londres)

Pernas das calças arregaçadas, apertos de mão engraçados e uma grande sequência real – uma nova série de TV investiga os segredos dos Maçons

Eles não montam bodes, mas precisam descobrir o peito e enrolar uma perna da calça.

Eles não devem usar suas amizades para ganho ou carreira, mas eles têm um aperto de mão estranho. E eles não parecem estar se esforçando para dominar o mundo – eles estão ocupados demais decorando as falas de suas inúmeras cerimônias.

Os maçons têm sido vistos por muito tempo como uma organização sombria, acusada de conspirar para dominar o mundo.

 

A nova série mergulha no mundo sombrio da organização da Maçonaria. Na foto: O ‘sinal do primeiro grau’, conforme recriado no documentário de 1989 – Inside The Brotherhood

O pedigree de alguns Mestres Instalados – incluindo Winston Churchill, o Duque de Wellington, Lord Kitchener, os Reis Edward VII, Edward VIII e George VI, e o príncipe Philip, um maçom da Loja Navy há mais de 60 anos – levou inclusive a acusações de que eles têm mão de ferro sobre a Sociedade.

Assim, um novo documentário sobre essa fraternidade enigmática é fascinante, mesmo que a verdade sobre os maçons seja bastante prosaica. Acontece que ela tem um pouco de um clube de jantar glorificado.

‘A percepção do público sobre nós não é nem um pouco realista’, diz Jonathan Spence. O antigo banqueiro é um dos três adjuntos do Grão-Mestre da Grande Loja Unida da Inglaterra, que por acaso é o primo da rainha, o duque de Kent, um maçom durante os últimos 50 anos.

‘Nós temos pensado sobre confrontar os mitos por um longo tempo. Se mostrarmos como ela realmente é – por exemplo, temos um aperto de mão maçônico, mas é apenas para uso cerimonial – então as pessoas poderão nos entender um pouco mais’

A Grande Loja celebra o seu 300º aniversário este ano, então a série de cinco episódios da Sky 1 surge em um momento oportuno.

 

O duque de Kent, que é o Grão-Mestre da Grande Loja Unida da Inglaterra

 

‘A Maçonaria tem tido uma política de maior abertura ao longo dos últimos 30 anos para tentar mostrar às pessoas o que realmente somos’, diz Jonathan. ‘E, como este é nosso tricentenário, pareceu-nos um bom momento para que as câmeras entrassem em cena.’

A Maçonaria foi originalmente baseado nas guildas criadas por pedreiros no século 14. Muitas das tradições remontam a aqueles dias; o peito nú e a perna da calça enrolada, ambos parte da cerimônia de iniciação, eram destinados a provar que o recém-chegado era um homem saudável.

Como os antigos pedreiros viajavam de emprego em emprego, os apertos de mão foram criados para reconhecer a experiência de um homem, com cada nível de qualificação do pedreiro usando um aperto de mão diferente.

Luvas e aventais, que eram usados pelos pedreiros para a proteção, ainda são usados ​​hoje e se tornam mais decorados à medida que um Maçom sobe na hierarquia dentro da organização.

O esquadro e o compasso, a colher de pedreiro, o nível e o prumo, ferramentas de que todo pedreiro necessita, são agora as insígnias dos maçons reconhecidas internacionalmente.

Os princípios básicos dos maçons são que eles são todos iguais (e é por isso que eles chamam um ao outro de irmão) e que hoje, em vez de trabalhar com pedra, eles estão trabalhando a si mesmos para tornar ‘melhores os homens bons’. À medida que eles trabalham mais em si mesmos, através do trabalho beneficente, por exemplo, eles sobem na hierarquia.

Cada homem passa por três ‘graus’ separados durante o seu tempo na maçonaria – Aprendiz, Companheiro e Mestre – e pela primeira vez, alguns dos rituais, que acontecem em reuniões em lojas maçônicas em todo o país, foram filmados.

‘As cerimônias espelham os princípios da Maçonaria que são amor fraterno, auxílio e verdade’, diz Garry Hacking, um enfermeiro que trabalha com 50 mulheres e acha que os maçons lhe deram alguma companhia masculina muito necessária.

‘A amizade é uma grande parte dela para mim, mas as cerimônias também são importantes. Elas são profundas’.

Para se tornar um Maçom na Inglaterra, você pode preencher um formulário online ou ser recomendado por outro Maçom. Há seis milhões de membros em todo o mundo, sendo 200.000 na Inglaterra e País de Gales; as reuniões variam de duas vezes por semana a quatro vezes por ano, e os maçons podem ser membros de várias lojas, ou visitar novas lojas durante viagens.

O pico do número de membros atingiu 300.000 após a Primeira Guerra Mundial quando homens ingressavam para recriar a fraternidade que tinham encontrado nas trincheiras. O grupo passou à clandestinidade na década de 30, quando foi alvo de fascistas e nazistas; até 200.000 maçons europeus morreram nos campos de concentração.

‘Quando começamos a fazer essa série eu não entendia por que, no século 21, as pessoas quereriam ingressar em algo que tratava de apertos de mão e aventais e que era somente masculina’, diz Emma Read, a produtora executiva da série.

‘Eu me senti realmente anacrônica, assim estamos olhando para o que é sua relevância no século 21. Mas isso foi uma verdadeira revelação. Alguns estão lá pela tradição, mas para muitos trata-se de fazer novos amigos. É a mais antiga rede social do mundo’.

Nós encontramos vários maçons na mini-série que revelam como a organização os ajudou a atravessar tempos difíceis, tais como a morte de um parceiro ou doença grave.

‘A Maçonaria pode ser uma instituição tradicional, mas ela é também uma grande rede de apoio para homens e eu fiquei surpresa com isso’, diz Emma, ​​que passou um ano pesquisando.

‘Quando você tiver passando por momentos difíceis – emocional ou fisicamente – você tem um verdadeiro grupo de amigos a quem pode recorrer. Eu achei que o lançamento da série era uma força para o bem.’

 Inside The Freemasons começa em 17 de abril na Sky 1.  Para mais informações sobre os maçons visite www.ugle.org.uk.

http://www.dailymail.co.uk/femail/article-4389870/New-delves-Freemasons-secrets.html  

 

 

Published in: on abril 17, 2017 at 11:18 am  Comments (2)  
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Rito e a arte da conversação em loja

Tradução José Filardo

por Jean-Pierre Dupuis

Kung Fu Zu

O fundador do pensamento chinês, Kung Fu Zu (Confúcio) e o enciclopedista amigo de Voltaire, o Abade Morellet, cada um em seu estilo e em sua própria maneira mostram pela primeira vez a importância do rito para a segunda arte da conversação como pré-requisitos para as relações humanas e seu bom funcionamento. Isto irá deliciar os maçons …

Inquestionavelmente, estão bem a importância do ritual e a arte da conversação no coração da prática maçônica e de sua formação, que o maçom trabalha em sua loja simbólica. Ao diabo, então, as oficinas seniores, pois mesmo nos graus simbólicos o maçom não perde seu tempo e ganha em humanidade sempre que ele é assíduo …

Leia Mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/rito-e-a-arte-da-conversacao-em-loja/

Empacado na Infelicidade: Como chegamos até aqui (e como sair dela)

Tradução José Filardo

Charles Chu

Há uma história que as pessoas infelizes contam a si mesmas.

Essa história – este mito – é uma grande razão pela qual pessoas infelizes ficam infelizes.

Vamos ver uma história que eu conto a mim mesmo, do livro de Theodore Zeldi, Uma História Íntima da Humanidade :

“… no começo, todo mundo vivia confortavelmente em uma família ou tribo, as pessoas nem sabiam originalmente o que era solidão, e nunca concebiam a si mesmos como indivíduos separados. Então, de repente e muito recentemente, essa vida comunal se desintegrou. Agora, não só uma epidemia de solidão varre o mundo, de mãos dadas com a prosperidade, mas quanto mais bem-sucedido você for, mais provável que você esteja sofrendo com isso; e dinheiro não pode comprar sua saída”.

Leia mais: https://bibliot3ca.wordpress.com/empacado-na-infelicidade-como-chegamos-ate-aqui-e-como-sair-dela/

Published in: on abril 10, 2017 at 11:49 am  Comments (1)  
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